Category: Colunistas

34º BPM/I realiza solenidade em homenagem ao Dia Internacional da Mulher

34º BPM/I realiza solenidade em homenagem ao Dia Internacional da Mulher

Na tarde da última sexta-feira (13), o 34º Batalhão de Polícia Militar do Interior realizou, em sua sede, uma solenidade especial em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. O evento teve como objetivo reconhecer e valorizar a importância das mulheres que atuam no âmbito do batalhão. A cerimônia reuniu policiais militares femininas, funcionárias civis e também mulheres da sociedade que participaram da homenagem. A iniciativa buscou destacar o papel feminino nas atividades desenvolvidas pela corporação e promover um momento de reflexão e valorização. Durante a programação, foi realizada uma palestra ministrada pela psicóloga Yasmim Tiozzi, com o tema “Quem ama, cuida”. A apresentação abordou a importância do cuidado com a saúde emocional, das relações humanas e da valorização da mulher em todos os ambientes da sociedade. Na ocasião, o comandante da unidade, Mauricio Gomes, destacou a relevância do trabalho desempenhado pelas mulheres nas diversas atividades desenvolvidas no batalhão. Segundo ele, a dedicação, a competência e a sensibilidade das profissionais contribuem de forma significativa para o fortalecimento da missão da Polícia Militar. A celebração também reforçou o reconhecimento ao papel fundamental que as mulheres exercem na sociedade, seja na família, no trabalho ou na segurança pública, sendo exemplos de força, compromisso e transformação. Ao final do evento, os participantes participaram de um momento de confraternização, fortalecendo os laços de respeito, valorização e reconhecimento às mulheres que fazem a diferença todos os dias.

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Roubos e furtos de motos

Roubos e furtos de motos caem em janeiro na capital e em todo o estado de São Paulo

Por Isabelle Amaral Redução é atribuída a investigações e ações de inteligência das Polícias Civil e Militar contra quadrilhas e redes de receptação Os roubos e furtos de motocicletas caíram 19,7% em todo o estado de São Paulo em janeiro, na comparação com o mesmo mês do ano passado. A redução também foi registrada na capital paulista, segundo levantamento da Secretaria da Segurança Pública (SSP). No estado, os registros totais desse tipo de crime passaram de 3,7 mil ocorrências em janeiro de 2025 para 3 mil no primeiro mês deste ano. Em todo o território paulista, são 5,8 milhões de motocicletas, motonetas e ciclomotores, de acordo com o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo. Se contabilizados somente os roubos, a queda foi de 39%, passando de 1,1 mil para 672 casos. Já os furtos de motos diminuíram 11,5%, de 2,6 mil para 2,3 mil no período. A redução é atribuída ao trabalho integrado das Polícias Civil e Militar, que intensificaram investigações e ações de inteligência para identificar quadrilhas especializadas nesse tipo de crime. O combate à receptação, considerada um dos principais motores desse mercado ilegal, também tem sido prioridade das forças de segurança. Redução também atinge a capital paulista Na capital paulista, roubos e furtos de motocicletas também apresentaram recuo. No ano passado foram registrados 1,4 mil casos, ante 1,2 mil em janeiro de 2026. Os roubos diminuíram 41%, de 404 para 238 ocorrências. Já os furtos passaram de 1.041 para 980 registros. Nos últimos meses, diversas operações foram realizadas para desarticular esquemas de desmanches ilegais, recuperar veículos e prender envolvidos com roubos e receptação de motocicletas. Em uma das últimas ações deflagradas pela Polícia Civil, 22 suspeitos de envolvimento em roubos de motos de alta cilindrada foram presos (https://www.ssp.sp.gov.br/noticia/59972). Em outra ocorrência, um homem que integrava uma quadrilha com o mesmo objetivo foi preso no Campo Belo. Segundo as investigações, ele já chegou a cometer dois assaltos de motos em menos de uma hora (https://www.ssp.sp.gov.br/noticia/60020). Cidade de São Paulo terminou 2025 com queda de 12% nos roubos e furtos de motos A cidade de São Paulo registrou uma queda de 12% nos casos de roubos e furtos de motos em 2025. No último ano, aconteceram cerca de 2 mil ocorrências a menos na comparação com 2024. Conforme o levantamento, foram registrados 16,6 mil boletins de ocorrência no ano passado em toda a capital paulista. A maioria dos casos (11,6 mil) foi de furtos. No mesmo período de 2024, o total de ocorrências foi de 18,8 mil, sendo 12,7 mil furtos. Por Isabelle Amaral

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Policia Civil, Damas de Ferro II

Operação Damas de Ferro II prende oito por crimes sexuais na Capital

A primeira fase foi em janeiro deste ano com outros seis presos A 8ª Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher (DDM) de São Mateus deflagrou, na manhã da última quinta-feira (12), a Operação Damas de Ferro II para cumprir oito mandados de prisões por crimes sexuais na Capital e em Guarulhos. Entre elas, houve uma prisão temporária, uma de condenação definitiva e seis prisões preventivas, todos relacionados a crimes sexuais. A ação contou, que contou com apoio da CERCO da 8ª Delegacia Seccional de Polícia, teve o empenho de 14 policiais civis e cinco viaturas. Os crimes tinham como vítimas crianças, adolescentes e mulheres. Essa foi mais uma iniciativa reforçando o compromisso institucional da Polícia Civil com a proteção das vítimas mais vulneráveis. A 1ª fase da operação, foi em janeiro deste ano, e tiveram mandados cumpridos na Capital, Mauá e São Bernardo do Campo, sendo também coordenada pela 8ª DDM. Na data, seis homens foram presos, além da apreensão de três simulacros de arma de fogo, quatro celulares e dois notebooks. Por Assessoria de Imprensa e Comunicação da Secretaria da Segurança Pública

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Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa

Encaminhamentos necessários

Por: Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa Olá queridos! Como estão?Todos adaptados?😊 Esperamos que sim, pois o tempo está voando 📆 e já estamos recebendo os primeiros encaminhamentos 📝 ! Algumas escolas já estão chamando as famílias para conversas, uma vez que já conseguem apontar alguns tópicos que merecem atenção, na grande maioria , escolas particulares que começaram o ano letivo algumas semanas mais cedo. Este fato, tem nos chamado a atenção…🤔 De um lado, observamos escolas mais atentas às especificidades de cada criança, e de outro, pais que nos questionam se há a necessidade real ou se as escolas estão quem sabe, menos tolerantes ( ?) 🤷🏼‍♀️ Gostaríamos hoje de trazermos essa provocação 💭… Recebemos no consultório famílias que de fato compreendem a necessidade de um acompanhamento pedagógico, psicopedagógico , psicológico mas, recebemos também outras que, já nessa época do ano, “pegaram ranço” da escola, dizendo que a criança não se adaptou à escola e por isso a escola é intolerante às atitudes do filho. ( ?) Esse é justamente o ponto que gostaríamos de trazer 🎯 e que vem de encontro também aos outros textos sobre a adaptação das semanas anteriores.Uma boa adaptação também reflete essas ações e recaem diretamente sobre.Quando a criança está efetivamente bem adaptada ( e a família também) , a escola já consegue direcionar o aluno ao apoio necessário 👩‍🏫. É importante que a família confie nesse olhar profissional e auxilie seu filho. A intervenção precoce, ou seja, desde esse início fará total diferença nessa condução do ano letivo.Uma família bem adaptada à escola, e que confia nesse trabalho, certamente será o fator decisivo no bom andamento escolar, enquanto a família que considerar cedo , tardará esse processo.Sabemos que muitos pais não estão preparados para essa conversa, mas podemos dizer que a negação é o pior fator . Acolha o que a escola diz e lembre- se sempre que vocês são aliados. Escute o que a professora traz, pois muitas crianças revelam na escola um comportamento diferente. Essa troca e relação de confiança são fundamentais 🤝. Jamais soneguem informações ou omitam, achando que isso poderá “prejudicar” seu filho na escola.Saibam que esse processo é natural ,e que todo encaminhamento é genuíno! Caso vocês, pais ou escola tenham alguma dificuldade, estamos aqui para auxilá-los nesse processo! Entre em Contato com a Neuro Kids🇧🇷✨️🇯🇵, estamos localizados no Centro/Atibaia ! Com carinho, Fernanda Gabriela: Mestra em intervenção psicológica do desenvolvimento; neuropsicopedagoga; pós-graduada em gestão escolar, ABA, especialista em educação inclusiva; pós-graduanda em gestão em políticas públicas.   Professora universitária, conteudista e palestrante.  Coautora do livro A arte de educar.  Influencer educacional e consultora educacional. Viviane Moi Kikugawa: é neuropsicopedagoga, psicopedagoga, pedagoga, especialista em neurodesenvolvimento infantil e analista do comportamento em formação. Atua há 25 anos na área da Educação, sendo os últimos 8 anos com atuação no Japão; proprietária da Neuro Kids Japão/Brasil, localizada no Centro de Atibaia.

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Caroline Daitx

Análise pericial reforça que morte da PM Gisele não condiz com suicídio

Por: Caroline Daitx “A trajetória de baixo para cima em tiro encostado é um “alerta pericial” que aponta para possível intervenção de outra pessoa” O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) confirma que o disparo que matou a soldado Gisele Alves Santana foi encostado na região direita da cabeça e percorreu trajetória ascendente, causando extensa fratura craniana e destruição encefálica. Também aponta lesões de dedos e unha no pescoço e na mandíbula, típicas de esganadura, o que levou a investigação a abandonar a hipótese inicial de suicídio e tratá-la como morte suspeita. Perita esclarece pontos fundamentais do laudo que reforçam a inconsistência com o suicídio. A reorientação da apuração também decorre do registro feito por um bombeiro socorrista ao chegar ao local: a cena foi fotografada antes do atendimento por apresentar aspectos “atípicos”, entre eles a arma “bem encaixada” na mão direita da vítima e sangue já coagulado. Segundo o depoimento do profissional, o arranjo observado não correspondia ao que costuma ver em suicídios com arma de fogo, fator que o levou a documentar a disposição dos elementos antes de qualquer intervenção. À luz desses elementos, a médica especialista em Medicina Legal e Perícia Médica Caroline Daitx, avalia que a combinação tiro encostado + trajetória de baixo para cima exige interpretação cautelosa e eleva a suspeita de ação de terceiro. “A combinação trajetória ascendente (de baixo para cima) com um tiro a curta distância (encostado) é um achado que exige análise cuidadosa. Em casos de suicídio por arma de fogo na cabeça, um ângulo acentuadamente ascendente é atípico. Embora possível a depender da posição e da empunhadura, estatisticamente é um padrão mais sugestivo de disparo efetuado por outra pessoa. É um sinal de alerta pericial que aumenta a suspeita de homicídio e exige correlação rigorosa com os demais elementos da cena.” Sobre as marcas cervicais, a perita considera o achado fortemente indicativo de agressão prévia. “Lesões no pescoço com o formato de dedos e escoriações em meia-lua são evidências extremamente significativas de luta e defesa. A presença de infiltrado hemorrágico demonstra que a lesão foi produzida em vida. Esses achados colocam em dúvida a narrativa de um suicídio simples e indicam provável ocorrência de homicídio, em que o disparo pode ter sido o evento final de uma agressão já em curso.” Esses elementos constam das descrições noticiadas do laudo. A especialista também pondera sobre resíduo de disparo (GSR) e inconsistências temporais: “A ausência total de resíduos na mão que supostamente efetuou o disparo é altamente improvável em tiro de contato, embora não impossível. Em conjunto com o sangue completamente coagulado e demora no socorro, esses fatores enfraquecem a hipótese de suicídio e podem sugerir manipulação da cena.” Diretrizes técnicas no Brasil recomendam abandonar testes colorimétricos pouco específicos e adotar MEV-EDS como padrão-ouro para GSR, justamente para reduzir falsos negativos/positivos — contexto que deve ser considerado na reavaliação de resultados residuográficos. Quanto à foto do socorrista, Daitx ressalta o valor indiciário e a limitação processual: “A arma firmemente ‘bem encaixada’ na mão é extremamente atípica após disparo fatal — o recuo e a flacidez costumam fazer a arma cair ou ficar frouxa. Isso é sugestivo de ‘staging’ (encenação). Contudo, sem cadeia de custódia, a fotografia é prova frágil e deve ser corroborada por evidências oficiais”, afirma. Vale ressaltar que o relato do bombeiro sobre a posição da arma e o estado do local foi o gatilho para o redirecionamento da investigação. Fonte: Caroline Daitx: médica especialista em medicina legal e perícia médica. Possui residência em Medicina Legal e Perícia Médica pela Universidade de São Paulo (USP). Atuou como médica concursada na Polícia Científica do Paraná e foi diretora científica da Associação dos Médicos Legistas do Paraná. Pós-graduada em gestão da qualidade e segurança do paciente. Atua como médica perita particular, promove cursos para médicos sobre medicina legal e perícia médica.  CEO do Centro Avançado de Estudos Periciais (CAEPE), Perícia Médica Popular e Medprotec. Autora do livro “Alma da Perícia”. Doutoranda do departamento de patologia forense da USP Ribeirão Preto. Por: Caroline Daitx

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Ivo Ricardo Lozekam

Reforma tributária: Aumento de 100% dos impostos sobre serviços.

por: Ivo Ricardo Lozekam A União, estimou 7 anos para a implementação total, aumentando gradativamente a tributação. É estratégia. A dor irá aparecendo aos poucos ao longo do período.  2026 é apenas o ano do treinamento. As atividades econômicas necessárias à sobrevivência e perpetuação dos seres humanos, são divididas pelos economistas em três grandes grupos.   i)     Primário – agropecuária ou agronegócio.  ii)    Secundário – indústria da transformação, das leves as pesadas.   iii)    Terciário – mais diversos serviços, incluindo transportes aéreos, fluviais, terrestres e marítimos, logística, armazenagem, construção civil, hotelaria, saúde, e profissionais liberais, tecnologia da informação, streaming, internet, telefonia, entre outros. O PESO DO SETOR DE SERVIÇOS Segundo o IBGE, o setor terciário é responsável por 60% dos empregos formais no Brasil, e com o peso de 68% de participação no PIB.  Antes da reforma os serviços tinham o ISS nos impostos sobre consumo, cuja alíquota máxima era 5%.  Agora, com o IBS os serviços passam a ter a mesma alíquota de mercadorias, estimada até o momento em 18%, a alíquota do IBS.   Considerando os atuais 5% de ISS e 3,65% de PIS e COFINS a carga com a reforma mais do que dobra.  2026 é o ano do treinamento.  A União, estimou 7 anos para a implementação total, aumentando gradativamente a tributação. É estratégia. A dor irá aparecendo aos poucos ao longo do período.   CONCENTRAÇÃO DA TRIBUTAÇÃO PELA UNIÃO O governo federal, já tributa a renda ganha, e agora com a CBS, vai tributar a renda gasta na aquisição de bens e serviços necessários a sobrevivência humana. Sim pois a cobrança será na fonte, no ato da aquisição através do Split Payment.  Outro aspecto que evidencia esta concentração é a centralização da arrecadação dos hoje ICMS e ISS, pertencentes aos 27 estados e 5.600 municípios em um só cofre, o do Comitê Gestor, para depois ser distribuído, com base em critérios a serem definidos pelo próprio Comitê.    Tudo isto enquanto durar a transição da cobrança para o destino, que tem um período inicial previsto de 70 anos, a partir de 2033.  Período durante o qual o CGIBS terá mais poderes do que prefeitos e governadores, sendo que estes últimos foram eleitos pelo povo e correm o risco de perder sua autonomia.  O Agronegócio, terá um aumento de carga, a indústria terá efeito neutro, pois hoje no consumo já tem uma alíquota média que atinge os 28% estimados no IVA da reforma (atuais PIS, COFINS e ICMS já atingem este percentual.  A estratégia do governo é perfeita sob o ponto de vista de garantir a arrecadação, aumentar gradativamente o imposto ao longo de quase uma década, ou ir depenando o ganso lentamente, sem ele reclamar.  Tanto é verdade que já se propaga que para se preparar para a reforma tributária, as empresas deverão rever a formação de seus contratos e preços de venda, sim pois esta é uma reforma mais econômica do que tributária, em face do aumento de carga que está por vir.  O setor de serviços, será duramente penalizado como vimos acima.  O Sistema tributário precisa proteger a empregabilidade.  Aumentar os custos dos serviços pode impactar em seu consumo, com reflexos na contratação de mão de obra, ainda mais em tempos em que a Inteligência Artificial começa a substituir a presença humana em vários segmentos. Ivo Ricardo Lozekam: Tributarista, diretor da LZ Fiscal Assessoria e Administração Tributária, especialista em ICMS e créditos tributários. Atua como consultor e articulista em veículos como Migalhas, Thomson Reuters e IOB Editora, abordando temas como reforma tributária e guerra fiscal. É membro do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) e da Associação Paulista de Estudos Tributários (APET), sendo referência nacional em gestão e recuperação de créditos fiscais. LEIA TAMBÉM: Reforma Tributária – A centralização do poder em Brasília

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Atibaia Saneamento

Sem coleta de esgoto, milhares de brasileiras têm seus direitos básicos comprometidos

Pesquisa nacional evidência que carência estrutural amplia riscos, limita oportunidades e aprofunda vulnerabilidades O 8 de março, Dia Internacional da Mulher, convida à reflexão sobre desafios que ainda fazem parte da rotina feminina em várias regiões do país. Em muitas comunidades, famílias convivem com esgoto exposto, fornecimento irregular e ausência de infraestrutura adequada. Essa condição impõe obstáculos diários que recaem principalmente sobre as mulheres. O estudo “O Saneamento e a Vida da Mulher Brasileira 2022”, elaborado pelo Instituto Trata Brasil com base na PNADC (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) e em dados oficiais, aponta que cerca de 25% da população feminina não conta com abastecimento potável regular. O levantamento revela também que 41,4 milhões vivem em residências sem coleta, número superior aos 26,9 milhões registrados em 2016, com crescimento médio anual de 15,5% no período analisado. “Existe desigualdade porque nem todas as localidades recebem a mesma estrutura. Mesmo onde há rede instalada, quando ocorre interrupção, áreas centrais costumam ter solução mais rápida do que bairros afastados. Essa diferença pesa muito na rotina de quem mora longe”, relata Lara Aparecida Teixeira, 24 anos, moradora da região central de Atibaia. A pesquisa relaciona essa precariedade ao aumento de doenças de veiculação hídrica, à perda de tempo produtivo e à limitação de oportunidades profissionais. A ausência de atendimento básico amplia vulnerabilidades e reduz perspectivas de ascensão econômica. A universalização poderia retirar imediatamente centenas de milhares da situação de pobreza, além de gerar impacto positivo na economia nacional. Outro ponto ligado à ausência estrutural é a chamada pobreza menstrual, termo que descreve a dificuldade de acesso a absorventes, banheiro com privacidade e água corrente durante esse período do mês. Levantamento do UNICEF Brasil, divulgado em 2024, aponta que 37% de adolescentes e jovens enfrentam dificuldade para obter itens de higiene em escolas ou espaços públicos, enquanto 19% não possuem recursos financeiros para comprar absorventes de forma regular. A escassez de água tratada e instalações sanitárias adequadas agrava esse cenário que compromete dignidade e dificulta a continuidade dos estudos. “Garantir acesso universal a serviços primordiais significa criar condições reais para que mulheres tenham mais saúde, permaneçam na escola e elevem a participação no mercado de trabalho. A expansão da cobertura representa avanço social concreto e compromisso com igualdade”, afirma Mateus Banaco, diretor-geral da Atibaia Saneamento. Ao reforçar o significado da data, a concessionária destaca que ampliar a disponibilidade de ofertas essenciais representa uma medida concreta para enfrentar desigualdades históricas e contribuir para realidades mais justas de desenvolvimento social em todas as regiões do município. Sobre a Atibaia Saneamento: A empresa atua, desde 2013, por meio de um contrato de Parceria Público-Privada com duração de 30 anos junto a Saneamento Ambiental de Atibaia (SAAE). A empresa é responsável pelo sistema de esgotamento sanitário da cidade, atendendo cerca de 110 mil pessoas. Com investimentos contínuos, atua com mais de 120 colaboradores para expansão do sistema de esgoto a partir da instalação de novas ligações, implantação de redes de coleta, substituição e remanejamento da rede existente, entre outros serviços, com o objetivo de universalizar o acesso da população à coleta e tratamento do efluente. Desde 2017, faz parte do Grupo Iguá. Sobre a Iguá Saneamento: A Iguá Saneamento é uma das maiores empresas do setor de saneamento no Brasil, com operações em 121 municípios de seis estados: Alagoas, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe. A empresa presta serviços de saneamento básico que beneficiarão aproximadamente 6 milhões de pessoas nas áreas atendidas, por meio de concessões e parcerias público-privadas. A companhia é signatária do Pacto Global da ONU e atua nos Movimentos 2030, com foco na segurança hídrica, redução de emissões de CO₂ e aumento da diversidade na liderança. Saiba mais em www.igua.com.br.

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Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa

Adaptação a Rotina ou mudança de prumo?

Por: Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa Olá, queridos? Todos bem nessa nossa jornada de educar? Já tem criança adaptada e família nos eixos por aí? Ou estamos todos à deriva, seguindo apenas o balanço do mar ? 🛟 🆘️Não há fórmulas mágicas nem receitas de bolo para nos nortear…mas podemos dividir nossas angústias e compartilharmos dicas do que pode dar certo! 😉 Então, seguem algumas delas para que vocês possam fazer com as crianças : Vamos tentar colocar as dicas em prática? 📝 Nos avisem se deu certo ou não ! Se você mamãe, ou papai leitor tiverem dicas💡 de como vocês fazem, escrevam aqui pra redação! Quem sabe suas dicas não saem aqui em nossa coluna?🤩 Lembrando que estamos aqui para ouvir e orientar e que estamos com nossa Agenda Aberta para o grupo on-line de Orientação a pais! 📝 Nosso contato em Atibaia é:📲11 97345-5045🇧🇷✨️🇯🇵 Neuro Kids Atibaia/ Centro. Com carinho,Fernanda e Viviane! Fernanda Gabriela: Mestra em intervenção psicológica do desenvolvimento; neuropsicopedagoga; pós-graduada em gestão escolar, ABA, especialista em educação inclusiva; pós-graduanda em gestão em políticas públicas.   Professora universitária, conteudista e palestrante.  Coautora do livro A arte de educar.  Influencer educacional e consultora educacional. Viviane Moi Kikugawa: é neuropsicopedagoga, psicopedagoga, pedagoga, especialista em neurodesenvolvimento infantil e analista do comportamento em formação. Atua há 25 anos na área da Educação, sendo os últimos 8 anos com atuação no Japão; proprietária da Neuro Kids Japão/Brasil, localizada no Centro de Atibaia. LEIA TAMBÉM: Adaptação escolar é também familiar?

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Dom Mário Antônio da Silva é o novo arcebispo de Aparecida

O Papa Leão XIV nomeou, nesta segunda-feira, Dom Mário Antônio da Silva como novo arcebispo da Arquidiocese de Aparecida, transferindo-o da Arquidiocese de Cuiabá para a sede metropolitana que abriga o Santuário Nacional da Padroeira do Brasil. O Papa Leão XIV aceitou a renúncia apresentada por Dom Orlando Brandes ao governo pastoral da Arquidiocese Metropolitana de Aparecida (SP) e nomeou, nesta segunda-feira, 2 de março, Dom Mário Antônio da Silva como novo arcebispo metropolitano. Até então, ele exercia a função de arcebispo de Cuiabá (MT). Origem e formação Dom Mário Antônio da Silva nasceu em 17 de outubro de 1966, em Itararé (SP), na Diocese de Itapeva. Estudou Filosofia e Teologia no Seminário Diocesano Divino Mestre, em Jacarezinho (PR), e obteve licenciatura em Teologia Moral pela Pontifícia Academia Alfonsiana, em Roma. Foi ordenado sacerdote em 21 de dezembro de 1991, sendo incardinado na Diocese de Jacarezinho. Ao longo do ministério presbiteral, exerceu diversas funções pastorais e formativas, entre elas: diretor espiritual e reitor do Seminário Menor Nossa Senhora da Assunção; coordenador da Pastoral Vocacional; coordenador diocesano de Pastoral; professor de Teologia Moral; diretor espiritual do Seminário Maior Divino Mestre; pároco do Sagrado Coração de Jesus, em Jacarezinho (PR); e chanceler da Cúria Diocesana. No âmbito da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi 2º vice-presidente e presidente da Regional Norte 1. Ministério episcopal Nomeado bispo titular de Arena e auxiliar da Arquidiocese de Manaus em 9 de junho de 2010, recebeu a ordenação episcopal em 20 de agosto do mesmo ano. Em 22 de junho de 2016, foi nomeado bispo de Roraima e, em 23 de fevereiro de 2022, transferido para a Arquidiocese de Cuiabá como arcebispo metropolitano. Atualmente, é membro do Conselho do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida e presidente da Cáritas Brasileira. A Arquidiocese de Aparecida A Arquidiocese Metropolitana de Aparecida foi erigida em 19 de abril de 1958 e tem como igreja-mãe o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil. Seu território abrange municípios do Vale do Paraíba, no Estado de São Paulo, e é um dos principais centros de peregrinação católica do mundo, recebendo anualmente milhões de fiéis. A arquidiocese tem papel relevante na vida pastoral da Igreja no Brasil, especialmente na promoção da devoção mariana e no acolhimento dos romeiros de diversas regiões do país. Por: Thulio Fonseca – Vatican News

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Ivo Ricardo Lozekam

Reforma Tributária – A centralização do poder em Brasília

“Tributo é o elemento mais importante do poder” Ives Gandra Martins por: Ivo Ricardo Lozekam INTRODUÇÃO A Reforma tributária traz uma mudança profunda na estrutura de poder no brasil, uma reforma vertical que centraliza a arrecadação e a distribuição de recursos em Brasília, esvaziando a autonomia financeira de mais de 5.600 municípios e 27 unidades da federação. A pretexto de simplificar, optou-se por um modelo que concentra poder e enfraquece o pacto federativo. REFORMA HORIZONTALO Brasil tinha dois caminhos para reformar seu sistema tributário. O primeiro era a reforma horizontal, que consistiria em unificar as regras e legislações do ICMS (estadual) e do ISS (municipal), criando um padrão nacional para esses impostos, mas mantendo a arrecadação e a administração nas mãos dos próprios estados e municípios. Essa abordagem traria a simplificação desejada sem alterar drasticamente a distribuição de poder. REFORMA VERTICALContudo, o caminho escolhido foi o da reforma vertical. O IBS, que substitui o ICMS e o ISS, será arrecadado de forma centralizada por uma nova entidade: o Comitê Gestor do IBS.  Este órgão, sediado em Brasília, será responsável por recolher a totalidade da receita do novo imposto para, somente depois, redistribuí-la entre estados e municípios.  Na prática, governadores e prefeitos perdem o controle direto sobre suas principais fontes de receita. O COMITÊ GESTOR DO IMPOSTO – O NOVO EPICENTRO DO PODER Criado pela LC 214/25, o Comitê Gestor do IBS é o pilar da nova estrutura centralizadora. Composto por 54 representantes de estados e municípios, ele terá poderes imensos, incluindo a edição de normas, a fiscalização dos contribuintes e, o mais importante, o controle do fluxo de caixa que financia as políticas públicas em todo o país. Com essa mudança, a relação de poder se inverte. Governadores e prefeitos, eleitos democraticamente para administrar seus territórios, tornam-se dependentes das decisões e dos repasses de um comitê técnico-político em Brasília.  A autonomia para gerir o orçamento e responder às necessidades locais fica comprometida. Os entes federativos correm o risco de se tornarem meros “receptores de decisões, transformando o “federalismo” cooperativo em um “federalismo coercitivo”  Para que um governo possa implementar as políticas para as quais foi eleito (autonomia política) e administrar a máquina pública (autonomia administrativa), ele precisa de recursos e da previsibilidade de seu fluxo de caixa, através de autonomia financeira, que ora lhe é tirada.  Ao transferir essa gestão para o Comitê Gestor, a reforma transforma a autonomia financeira em uma miragem, deixando estados e municípios em uma posição de subordinação. Ao retirar a autonomia financeira de estados e municípios, o novo sistema tributário enfraquece o pacto federativo e cria uma dependência perigosa do poder central. A longo prazo, a perda de capacidade dos governos locais de responderem diretamente aos seus cidadãos pode ter consequências graves para a qualidade da democracia e dos serviços públicos em todo o país. A simplificação, nesse caso, pode custar caro demais. A LC 214/25 define que os critérios para distribuição do imposto serão estabelecidos, através do Regulamento do IBS, a ser criado pelo Comitê Gestor. Em outras palavras, o CGIBS irá distribuir o imposto aos Estados e Municípios com base nos critérios que ele mesmo estabelecer, o que, como sabemos, no Brasil, tende a ocorrer de acordo com a conveniência política.   Olhando por este ângulo, a reforma, cuja alíquota final do imposto ainda não conhecemos, deixa de ser reforma e passa a ser um projeto de poder, centralizado em Brasília, pelo menos até o ano de 2077, conforme estabelece o Art. 371 da LC 214/25, ou até 2096, nos termos do inciso II, art. 110 da LC 227/2026, prazos estabelecidos para o final da transição da cobrança efetiva no destino, período durante o qual o Comitê Gestor terá os poderes aqui mencionados neste artigo. Ivo Ricardo Lozekam: Tributarista, diretor da LZ Fiscal Assessoria e Administração Tributária, especialista em ICMS e créditos tributários. Atua como consultor e articulista em veículos como Migalhas, Thomson Reuters e IOB Editora, abordando temas como reforma tributária e guerra fiscal. É membro do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) e da Associação Paulista de Estudos Tributários (APET), sendo referência nacional em gestão e recuperação de créditos fiscais. LEIA TAMBÉM: A reforma das reformas, o fim da contribuição sobre a folha de pagamento.

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