Category: Colunistas

Carla Martins e Jhonny Martins, SERAC

Empresários brasileiros buscam formação internacional para reduzir riscos tributários e acelerar crescimento

Movimento se intensifica com avanço da reforma tributária e leva executivos a imersões nos Estados Unidos, em estratégia que combina qualificação e posicionamento de mercado O início de 2026 evidencia um problema recorrente nas empresas brasileiras: a falta de clareza na liderança. Mesmo com metas estabelecidas e planejamento estruturado, muitos negócios ainda operam sem direção definida, o que compromete a execução e os resultados. A dificuldade não está na ausência de informação, mas na incapacidade de transformar estratégia em decisão prática. Carla Martins, vice-presidente do SERAC, hub de soluções corporativas com atuação nacional, afirma que o problema começa pela falta de leitura real do momento do negócio. “Não existe crescimento consistente sem clareza. Muitos líderes começam o ano com objetivos ambiciosos, mas sem entender exatamente onde estão e o que precisa ser ajustado para chegar lá”, diz. A ausência de direcionamento afeta diretamente a execução. Empresas passam a investir em iniciativas desconectadas, perdem eficiência e comprometem a consistência dos resultados ao longo do tempo. “Quando a liderança não define prioridade, a operação perde consistência e as decisões deixam de seguir uma lógica estratégica”, afirma. Para Jhonny Martins, também vice-presidente do SERAC, a falta de clareza impacta diretamente a qualidade das decisões empresariais. “Quando o empresário não tem direção, ele passa a reagir ao que acontece no dia a dia, e isso compromete planejamento, crescimento e até a sustentabilidade do negócio”, afirma. Estudos de consultorias como McKinsey e Deloitte indicam que empresas com maior clareza estratégica e alinhamento de liderança apresentam melhor desempenho financeiro e operacional, além de maior capacidade de adaptação. Na prática, essa clareza também influencia como decisões são traduzidas dentro das organizações, impactando diretamente a execução e a consistência das entregas. Para a especialista, o início do ano é o momento mais adequado para corrigir esse desalinhamento. “O erro está em tratar o começo do ciclo apenas como definição de metas. Antes disso, é preciso revisar decisões, entender o que deve ser mantido e o que precisa ser interrompido”, explica. Ela destaca que clareza é uma prática de gestão, não um conceito subjetivo. “Clareza é consequência de decisão. É saber priorizar, sustentar escolhas e abrir mão do que não faz sentido naquele momento”, afirma. Ao analisar empresas que conseguem crescer com consistência, a executiva aponta que o diferencial está na capacidade de foco. “Negócios que avançam não são os que fazem mais coisas, são os que fazem as coisas certas com constância”, diz. Ela também destaca que o apoio externo pode acelerar esse processo, desde que bem direcionado. “Muitas vezes, o líder está imerso na operação e perde a capacidade de analisar o negócio com distanciamento. Uma estrutura de apoio ajuda a organizar o raciocínio e evitar decisões impulsivas”, afirma. A escolha desse tipo de suporte, no entanto, exige critério. “Não se trata de terceirizar decisões, mas de ter um direcionamento que ajude a construir visão estratégica. A empresa continua sendo responsável pelo caminho que escolhe seguir”, diz. Para Carla Martins, o principal alerta para 2026 está na forma como os líderes conduzem suas escolhas. “Empresas não deixam de crescer por falta de esforço. Elas travam porque não têm direção. Quem tem clareza constrói. Quem não tem, apenas reage”, afirma. Ela conclui que o avanço sustentável depende de consciência e consistência. “Não existe chegada para quem não sabe onde está. Liderar é transformar intenção em caminho e caminho em resultado”, diz. Sobre Carla Martins Carla Martins é  vice-presidente do SERAC. Atende grandes empresários e personalidades da mídia, direcionando o crescimento sustentável de diversos negócios. Possui qualificação e acredita muito no poder de gestão de negócios e no empreendedorismo feminino. Como Vice-Presidente do SERAC busca direcionar novos empresários a alcançarem o próximo nível com soluções contábeis, jurídicas e de gestão, impactando positivamente vidas de clientes, parceiros, colaboradores, amigos e familiares. Carla é contabilista formada em Marketing pela ESPM e pós graduada em Big Data e Marketing. Instagram: @soucarlamartins Sugestão de fonte: clique aqui Sobre Jhonny Martins Jhonny Martins é contador e advogado pela PUC-SP com especialização em Direito do Trabalho pela Faculdade de Direito Damásio de Jesus, com MBA em Gestão Empresarial pela FGV-SP e MBA em Gestão Tributária pela USP. É vice-presidente do SERAC, um hub de soluções corporativas. Instagram @jhonnymartins Sugestão de fonte: clique aqui Sobre o SERAC & BHub O SERAC é referência nacional em contabilidade, educação e gestão corporativa e BHub, startup especializada em soluções tecnológicas de backoffice. Com mais de 10 mil clientes e presença em todo o território nacional, essa união visa transformar o setor contábil por meio de automação, formação e parcerias estratégicas. Instagram: @sou_serac ou pelo site souserac.com. Fontes de pesquisa Banco Central do Brasilhttps://www.bcb.gov.br/estatisticas/investimentosdiretosexterior Graduate Management Admission Council (GMAC)https://www.gmac.com/market-intelligence-and-research/research-library Receita Federal do Brasilhttps://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas Ministério da Fazenda – Reforma Tributáriahttps://www.gov.br/fazenda/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/reforma-tributaria

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Canetas emagrecedoras

Canetas emagrecedoras ampliam alerta para acompanhamento e apoio da medicina diagnóstica

Popularização reforça a importância de exames de imagem para prevenir e identificar complicações precocemente  O avanço do uso das chamadas canetas emagrecedoras, baseadas em agonistas de GLP-1, tem ampliado o debate sobre segurança, indicação adequada e acompanhamento dos pacientes. Para o Dr. Harley De Nicola, médico radiologista e superintendente da Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI), já é observado um impacto na medicina diagnóstica, sobretudo em situações específicas, como dor abdominal, suspeita de pancreatite e investigação de cálculos na vesícula.   Isso acontece porque esses medicamentos atuam principalmente sobre órgãos do trato gastrointestinal, como fígado, pâncreas e vesícula biliar. Entre seus efeitos, está o retardo do esvaziamento gástrico, o que pode causar sintomas digestivos e, em alguns casos, estar associado a complicações mais relevantes. Além disso, a perda rápida de peso favorece o surgimento de cálculos biliares, o que exige atenção para sinais clínicos que podem demandar investigação complementar.   “Essas medicações podem ser seguras e eficazes quando bem indicadas, mas não devem ser encaradas como uma solução mágica. O acompanhamento médico é indispensável para monitorar efeitos gastrointestinais, alterações metabólicas e sinais de complicações mais graves, como pancreatite. Nesse contexto, a medicina diagnóstica tem papel importante ao apoiar a investigação de sintomas e contribuir para decisões mais rápidas e seguras ao longo do tratamento”, afirma Dr. Harley De Nicola.  Com a popularização dessas medicações, os serviços de saúde já começam a perceber um novo perfil de paciente, mais atento à monitorização metabólica e, eventualmente, à necessidade de exames direcionados para avaliação do fígado, pâncreas e outras estruturas abdominais. Com isso, exames se consolidam como aliados, a medicina diagnóstica se consolida como aliada importante para apoiar decisões clínicas, diferenciar efeitos esperados de sinais de alerta e garantir mais segurança ao cuidado.  Início e acompanhamento  Entre os efeitos adversos mais comuns estão náuseas, vômitos, diarreia e constipação. Em alguns casos, também podem surgir hipoglicemia, desidratação e perda de massa muscular, especialmente quando há redução importante da ingestão alimentar. Já entre as complicações mais graves, a pancreatite aguda se destaca como uma das principais preocupações, reforçando a necessidade de avaliação clínica cuidadosa e monitoramento contínuo.   Antes de iniciar o tratamento, a recomendação é que o paciente passe por avaliação médica completa, incluindo exame físico, histórico clínico e exames laboratoriais básicos, como glicemia, função hepática, função renal e colesterol. Os exames de imagem podem ser indicados em suspeita de cálculos biliares. Ao longo do uso, o acompanhamento costuma ser individualizado, com consultas periódicas e monitoramento clínico e laboratorial conforme a evolução de cada paciente.   Para o Dr. Harley De Nicola, o diagnóstico precoce é essencial para evitar a progressão de complicações. A identificação rápida de sinais de intolerância gastrointestinal pode impedir quadros de desidratação, enquanto o reconhecimento precoce de uma pancreatite, por exemplo, pode reduzir o risco de evolução para formas mais graves e até de internação.   Outro ponto de atenção é que o emagrecimento acelerado pode mascarar ou retardar o diagnóstico de outras doenças. Sintomas como dor abdominal podem ser atribuídos apenas ao uso do medicamento, quando, na verdade, podem indicar condições mais sérias. Até mesmo a perda de peso, frequentemente esperada durante o tratamento, pode coincidir com distúrbios hormonais ou outras doenças, o que reforça a importância do acompanhamento médico contínuo.   “Além disso, nem todos os pacientes são elegíveis para esse tipo de terapia. Histórico de pancreatite, doenças gastrointestinais mais graves, gastroparesia, alterações na tireoide, risco de câncer de tireoide, além de gestação e amamentação, estão entre os fatores que exigem avaliação criteriosa antes da prescrição”, completa Dr. Harley.   Sobre a FIDI  Fundada em 1986 por médicos professores integrantes do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina – atual Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) –, a FIDI é uma Fundação privada sem fins lucrativos que reinveste 100% de seus recursos em assistência médica à população brasileira, por meio do desenvolvimento de soluções de diagnóstico por imagem, realização de atividades de ensino, pesquisa e extensão médico-científica, ações sociais e filantrópicas. Com mais de 2.100 colaboradores e um corpo técnico formado por mais de 500 médicos parceiros, a FIDI está presente em 100 unidades de saúde nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás. É a maior empresa especializada em diagnóstico por imagem do Brasil. Em 2025, foram 4,8 milhões de exames realizados – um crescimento de 11% em relação a 2024, entre ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raios-X e densitometria óssea. Com soluções customizadas em diagnóstico por imagem, a FIDI oferece serviços de Telerradiologia, Gestão Completa, Consultoria, Educação Médica e Inteligência Artificial.   A Fundação também trabalha na proposição de soluções inovadoras para a saúde pública, como sistema de análise de imagens de tomografia computadorizada por inteligência artificial e participou da primeira Parceria Público-Privada de diagnóstico por imagem na Bahia. Por duas vezes, a FIDI recebeu o prêmio Referências da Saúde 2019 e 2020, na categoria Qualidade Assistencial, e por três vezes foi medalhista em desafios internacionais de aplicação de inteligência artificial no diagnóstico por imagem, propostos na conferência anual da Sociedade Norte-Americana de Radiologia, considerado o maior congresso do setor no mundo. Ao final de 2020, a Central de Laudos da FIDI obteve a certificação ISO 9001:2015 de Gestão da Qualidade e em 2023 renovou a certificação, pela International Organization for Standardization e, em 2021, recebeu o selo de “Excelente Empresa Para se Trabalhar” (GPTW).  Desde 2014 a FIDI atua no projeto da carreta-móvel ‘Mulheres de Peito’, parceria com o Estado de São Paulo, que oferece exames gratuitos de mamografia. Já são mais de 300 municípios atingidos, cerca de 300 mil mamografias, 7 mil ultrassons, 700 biópsias, e mais de 3 mil mulheres encaminhadas. 

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Tiradentes e a reforma tributária

Por: Ivo Ricardo Lozekam ORIGEM DA EXPRESSÃO “QUINTO DOS INFERNOS” Herói nacional, militar, símbolo da bravura na luta contra o domínio português, Joaquim José da Silva Xavier é também patrono das policiais militares e civis no Brasil. Por comandar a inconfidência mineira, teve seu corpo esquartejado e cabeça pendurada em um poste, no Rio de Janeiro então capital do império, em 1792 aos 45 anos. O motivo foi a revolta por ele comandada, a inconfidência mineira, que pregava a independência do Brasil Colônia de Portugal, pois era necessário enviar um quinto de toda a riqueza, na época o ouro aqui produzido para a coroa. Este um quinto, foi conhecido também como o “quinto dos infernos” referindo-se também a nau dos quintos, o navio que levava o imposto a Portugal, que consistia, os 20% em outro pertencentes a coroa e objeto da revolta e de Tiradentes.  SISTEMA DE COBRANÇA DE IMPOSTOS NA REFORMA TRIBUTÁRIA Enquanto o navio levava o ouro para Portugal, na reforma tributária a cobrança será automática, mediante o sistema “split payment”, onde a instituição financeira irá reter o imposto correspondente na nota fiscal, repassando a parte devida ao Comite Gestor do IBS, a Receita Federal da CBS e ao contribuinte o líquido descontado estes impostos.   “Mas na época de Tiradentes não havia a não cumulatividade”, dirão alguns, alegando que na reforma tributária o IVA será não cumulativo, norteado pela neutralidade e não cumulatividade ampla.  Esta premissa de não cumulatividade ampla cai por terra ao analisarmos o Art. 39 da LC 214/25, que determina um procedimento de fiscalização de 360 dias para fiscalização em seu § 6º e que somados aos 180 dias para apreciação previstos no seu inciso III, totalizam 1,5 ano para devolução dos créditos.  Importante lembrar que as apurações do IBS e CBS serão separadas, devendo os créditos do IBS serem buscados junto ao Comite Gestor e os Créditos da CBS junto a Receita Federal.  A cobrança será automática, a devolução, (se e quando houver) será lenta e burocrática.  PROMESSAS CONSTITUCIONAIS DE NÃO CUMULATIVIDADE  A não cumulatividade no Brasil já existe desde a Lei Kandir (LC 87/96) e NUNCA foi cumprida.    A prova disso é a LC 171/2019, que prorroga o direito da não cumulatividade do ICMS instituída em 1996 na Lei Kandir, para o ano de 2033, justamente o ano em que o ICMS será extinto pela EC 132/23.  TIRADENTES E A CARGA TRIBUTÁRIA ATUAL A parte do ouro devido a Coroa em Portugal chamado de quinto dos infernos representava 20%,   É importante lembrar que a reforma foi apenas dos impostos sobre consumo, cuja alíquota ainda não conhecida está estimada para ficar entre 26% a 28%.  Temos ainda:  i)               Até 27,5% de Imposto de Renda para as pessoas físicas.  ii)              Até 34% de Imposto de Renda para as pessoas jurídicas.  iii)            Até 4% de Impostos sobre a Propriedade de Veículos. (IPVA) iv)            Até 1,5% de Impostos sobre a Propriedade Residência e Terrenos. (IPTU) v)              Até 3% quando este imóvel for vendido (ITBI – Estadual)  vi)            5% do IS Imposto Seletivo (a ser implementado pela Reforma) vii)           1% sobre bens minerais.  A carga tributária oficial no Brasil é de 32,4% sobre o PIB, ou 60% a mais do que na época de Tiradentes que era de 20% (o quinto).   UMA UTOPIA PARA TIRADENTES – HOJE PODEMOS VOTAR É dinheiro que o povo paga com seu trabalho, representado por dias preciosos da sua vida.  Pois uma carga oficial de 32,4% equivale a 1 em cada 3 dias trabalhados.    Ou ainda, 10 em cada 30 anos.   Pois não temos aqui mais a quinta parte (1/5) na época de Tiradentes, e passamos a ter um terço, (1/3), podendo ser mais como vimos acima.  E é através do simples instrumento voto, que escolhemos quem vai administrar este dinheiro para nós.  Considerando que 1/3 do tempo de nossas vidas dedicados aos trabalho são para pagar impostos, deixar de dar o devido valor e atenção ao ato de votar, pode ser considerado uma espécie de auto sabotagem. Ivo Ricardo Lozekam: Tributarista, diretor da LZ Fiscal Assessoria e Administração Tributária, especialista em ICMS e créditos tributários. Atua como consultor e articulista em veículos como Migalhas, Thomson Reuters e IOB Editora, abordando temas como reforma tributária e guerra fiscal. É membro do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) e da Associação Paulista de Estudos Tributários (APET), sendo referência nacional em gestão e recuperação de créditos fiscais. LEIA TAMBÉM: Reforma tributária: o acúmulo de saldo credor do imposto

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Santo Expedito

Dia de Santo Expedito é celebrado em 19 de abril com devoção e pedidos urgentes

O dia 19 de abril é dedicado a Santo Expedito, conhecido entre os fiéis como o santo das causas urgentes e impossíveis. A data mobiliza devotos em diversas regiões do Brasil, que recorrem à sua intercessão em busca de soluções rápidas para dificuldades financeiras, problemas de saúde, questões familiares e decisões importantes. De acordo com a tradição cristã, Santo Expedito teria sido um comandante romano que se converteu ao cristianismo e decidiu dedicar sua vida à fé. Sua história é marcada pela firmeza diante das adversidades, o que fez com que fosse reconhecido como símbolo de prontidão e determinação. Em imagens, o santo costuma ser representado segurando uma cruz com a palavra “hodie” (hoje), reforçando a ideia de agir sem demora. No Brasil, a devoção ao santo cresceu especialmente ao longo do século XX, com missas, novenas e procissões realizadas no dia 19 de abril. Igrejas e capelas dedicadas a Santo Expedito costumam receber grande número de fiéis, que também fazem promessas e agradecimentos por graças alcançadas. Além das celebrações religiosas, muitos devotos mantêm a tradição de acender velas e realizar orações em casa, pedindo proteção e auxílio imediato em momentos de necessidade. A fé em Santo Expedito se destaca justamente pela confiança na resolução rápida das situações consideradas urgentes. Neste 19 de abril, comunidades católicas em todo o país devem promover programações especiais, reforçando a devoção a um dos santos mais populares entre aqueles que buscam respostas rápidas e esperança diante dos desafios do cotidiano Oração a Santo Expedito Meu Santo Expedito das causas justas e urgentes, socorre-me nesta hora de aflição e desespero, intercede por mim junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo. Tu que és um santo guerreiro, tu que és o santo dos aflitos, tu que és o santo dos desesperados, tu que és o santo das causas urgentes, protege-me, ajuda-me, dá-me força, coragem e serenidade. Atende o meu pedido (fazer o pedido). Ajuda-me a superar essas horas difíceis, protege-me de todos os que possam me prejudicar, protege a minha família, atende ao meu pedido com urgência. Devolve-me a paz e a tranquilidade. Serei grato pelo resto de minha vida e levarei teu nome a todos os que têm fé. Obrigado. (Rezar Pai-Nosso, Ave-Maria e fazer o sinal da Cruz) Por: Bruno Papini / Jornal Estância de Atibaia  

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Interesse por saneamento na infância

Interesse por saneamento na infância pode definir como o Brasil cuida da água no futuro

Livros infantis ajudam a formar hábitos conscientes e ampliam a compreensão sobre essa infraestrutura básica Abrir a torneira, escovar os dentes, tomar banho faz parte da rotina, mas raramente existe reflexão sobre a origem da água e seu valor. Como as fezes saem do vaso sanitário? E a água utilizada na escovação dos dentes, como chegou aqui? No Dia Nacional do Livro Infantil, celebrado em 18 de abril, a Atibaia Saneamento chama atenção para como o contato com histórias cheias de informações sobre o saneamento básico na infância pode transformar atitudes simples em consciência ambiental. Obras voltadas ao público infantil traduzem temas complexos de forma acessível. Ao abordar higiene, consumo responsável e preservação ambiental, os conteúdos fortalecem valores que influenciam escolhas ao longo da vida e ampliam a compreensão sobre a relevância dos serviços de abastecimento e esgoto. Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada pelo Instituto Pró-Livro em 2024, crianças e pré-adolescentes entre 5 e 13 anos formam a faixa etária com maior frequência de leitura no país e maior abertura para assimilação de novos comportamentos. O levantamento aponta esse período como estratégico para consolidar práticas que tendem a permanecer ao longo da vida. Entre os títulos que abordam preservação ambiental e temas relacionados à infraestrutura sanitária, destacam-se “Turma da Mônica: Uso Racional da Água e Saneamento Básico”, de Maurício de Sousa, “Azul e Lindo: Planeta Terra, Nossa Casa”, de Ruth Rocha, “Um dia, um rio”, de Léo Cunha e André Neves, “Era uma vez um rio”, de Martha Azevedo e “Meu planeta rima com água”, de César Obeid. “A leitura ajuda na formação de hábitos ao apresentar temas de forma simples e lúdica, o que desperta o interesse das crianças. Quando esse aprendizado acontece cedo,, esses comportamentos passam a fazer parte da rotina e se mantêm ao longo do tempo. Com o avanço da idade, também é possível aprofundar a compreensão sobre a importância do saneamento”, afirma Cainã Moreira da Silva, 22 anos, morador do bairro Jardim Alvinópolis. O cenário nacional evidencia a urgência desse processo educativo. Em 2024, mais de 100 mil crianças de até 9 anos foram internadas no Brasil por doenças associadas à falta de infraestrutura adequada, como rede de esgoto. Entre os casos, cerca de 70 mil envolveram menores de até 4 anos, grupo mais vulnerável a infecções. Além disso, milhões de meninos e meninas ainda vivem sem acesso adequado ao esgotamento sanitário, o que compromete saúde, aprendizado e desenvolvimento social. O incentivo ao acesso a conteúdos educativos desde os primeiros anos contribui para a construção de uma relação mais responsável com os recursos naturais. A compreensão sobre o valor da água tratada e do esgotamento sanitário fortalece decisões mais conscientes e amplia o cuidado com o meio ambiente. “Promover o acesso à informação desde a infância é essencial para fortalecer a consciência coletiva sobre o saneamento. Esse entendimento contribui para a valorização dos serviços, amplia o cuidado com a água e gera impactos positivos na saúde e no meio ambiente”, afirma Mateus Banaco, diretor-geral da Atibaia Saneamento. Sobre a Atibaia Saneamento: A empresa atua, desde 2013, por meio de um contrato de Parceria Público-Privada com duração de 30 anos junto a Saneamento Ambiental de Atibaia (SAAE). A empresa é responsável pelo sistema de esgotamento sanitário da cidade, atendendo cerca de 110 mil pessoas. Com investimentos contínuos, atua com mais de 120 colaboradores para expansão do sistema de esgoto a partir da instalação de novas ligações, implantação de redes de coleta, substituição e remanejamento da rede existente, entre outros serviços, com o objetivo de universalizar o acesso da população à coleta e tratamento do efluente. Desde 2017, faz parte do Grupo Iguá. Sobre a Iguá Saneamento: A Iguá Saneamento é uma das maiores empresas do setor de saneamento no Brasil, com operações em 121 municípios de seis estados: Alagoas, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe. A empresa presta serviços de saneamento básico que beneficiarão aproximadamente 6 milhões de pessoas nas áreas atendidas, por meio de concessões e parcerias público-privadas. A companhia é signatária do Pacto Global da ONU e atua nos Movimentos 2030, com foco na segurança hídrica, redução de emissões de CO₂ e aumento da diversidade na liderança. Saiba mais em www.igua.com.br.

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Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa

Inclusão em debate e a necessidade do olhar crítico

Por: Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa Olá queridos! Seguimos para mais uma semana de assuntos polêmicos ! 👀👀👀 E dessa vez, queremos falar um pouco sobre a matéria que repercurtiu grande impacto na mídia :🧩🧩 a entrevista do Dr. Salomão Schwartzman, médico e perquisador há várias décadas. Vocês assistiram?A polêmica se instalou devido a recortes que foram expostos na mídia. O fato é o que ele trouxe de verdade , e que, de certa forma incomodou a muitos : a verdade sobre a falta de preparo da sociedade de uma forma geral no conhecimento efetivo sobre a inclusão. A sociedade não está mesmo preparada; existem muitas dúvidas , descrenças e inverdades acerca do tema. Infelizmente, (ainda que uma minoria), existem profissionais em pleno 2026 que prestam um ” desserviço ” à sociedade e devido à eles, todo trabalho dos bons se exclui 🥹🥲. Existe sim laudo errado; existe sim ” profissional” que nemOlham no olho do atendido. Mas de outro lado; existem também aqueles que se dedicam e muito para que cada criança seja compreendida em sua essência! Há aqui em nossa fala a provocação da criticidade de fatos e avaliação do profissional. Em nossos anos de experiência; nos deparamos com muitas famílias desesperadas que chegam com laudos errados e descrentes de melhoras e talvez tenha sido essa a maior provocação do dr. que muitos não tenham entendido! Quando falamos sobre isso; é esse levantamento que queremos fazer também! Avaliem o profissional; procurem referências. Entendam que nesse processo está o seu maior tesouro : seu filho ! 🥰Caso tenham dificuldade; estamos aqui para ajudá-los! 🫶🤜🏼🤛🏼 Fernanda Gabriela: Mestra em intervenção psicológica do desenvolvimento; neuropsicopedagoga; pós-graduada em gestão escolar, ABA, especialista em educação inclusiva; pós-graduanda em gestão em políticas públicas.   Professora universitária, conteudista e palestrante.  Coautora do livro A arte de educar.  Influencer educacional e consultora educacional. Viviane Moi Kikugawa: é neuropsicopedagoga, psicopedagoga, pedagoga, especialista em neurodesenvolvimento infantil e analista do comportamento em formação. Atua há 25 anos na área da Educação, sendo os últimos 8 anos com atuação no Japão; proprietária da Neuro Kids Japão/Brasil, localizada no Centro de Atibaia. LEIA TAMBÉM: Infância censurada ou bem cuidada?

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Ivo Ricardo Lozekam, Reforma tributária

Reforma tributária: o acúmulo de saldo credor do imposto

Por: Ivo Ricardo Lozekam O princípio Constitucional da Essencialidade determina que produtos e serviços essenciais para a vida diga (saúde, alimentação, educação) tenham uma carga tributária menor, enquanto itens supérfluos, como perfumes, cigarros, bebidas, tenham a carga tributária majorada.  O imposto, portanto, é seletivo em função da sua essencialidade, conforme preconiza o Art. 153, § 3º, I e o Art. 155, § 2º, II da Constituição Federal de 1988.   Portanto, não se trata de exceções, concessões ou benefícios as alíquotas reduzidas concedidas na reforma tributária através da LC 214/25, a itens como alimentos, educação, saúde, medicamentos, cesta básica, higiene pessoal, e mobilidade para pessoas com deficiência, entre outros.   Trata-se uma regra constitucional da seletividade em função de sua essencialidade as reduções de alíquotas para os itens previstos nos anexos I a XV da LC 214/25.   Note-se ser uma redução de alíquota ainda não conhecida, porém enquanto escrevemos estas linhas está estimada entre 26,5% a 28%, podendo ser maior.   Mesmo com redução de 60%, sobre uma alíquota estimada de  28%  o que resultaria em uma alíquota efetiva de 11,2%, os setores de serviços de saúde e educação,  por exemplo passarão com a reforma tributária a ter uma alíquota maior do que atualmente possuem, no que se refere a impostos sobre consumo, onde recolhem atualmente uma alíquota de ISS para as prefeituras de 5% e uma alíquota de Pis e Cofins de 3,65%, totalizando atualmente uma alíquota 8,65%,  sinalizando-se um aumento de carga, dentro deste raciocínio da ordem  de 30% em relação a atual.  O fato é que todos estes segmentos com alíquota reduzida, inclusive o setor agropecuário produtor de alimentos, continuarão a acumular saldo credor do imposto com a reforma tributária.    Pois a alíquota zero aplicada na sexta básica por exemplo, será aplicada apenas quando da venda dos alimentos produzidos.   Todas as compras da indústria destes setores geradores de crédito, inclusive energia elétrica, máquinas, ativo imobilizado, continuam sendo tributadas normalmente. Sendo as compras realizadas por alíquota cheia e as vendas por alíquota reduzida, é inequívoco que estes segmentos, irão acumular saldo credor do imposto, sendo crucial para estes setores a aplicação plena não cumulatividade plena prevista no texto constitucional da reforma tributária.    O RESSARCIMENTO DOS CRÉDITOS NA REFORMA TRIBUTÁRIA Para fazer uso do crédito a ser abatido do seu imposto a pagar, será necessário a comprovação do pagamento, ou a comprovação da extinção da obrigação tributária anterior, estabelecida no artigo 47 da LC 214/25.   Para tanto, legislador inclusive cria a modalidade de pagamento denominada Split Payment, que trata do recolhimento antecipado na liquidação financeira da transação de pagamento.  (art. 31 da LC 214/25)  Se a tecnologia permite o cálculo e retenção antecipado do imposto, a mesma lógica em nome do princípio da não cumulatividade deveria ser aplicada para a devolução do imposto.    Não é o que estabelece a LC 214/25, ao estabelecer processos distintos para ressarcimento do crédito acumulado do IBS e da CBS:  Pois o contribuinte que apurar saldo credor do imposto deverá, segundo o § 2º, art. 39 da LC 214/25 realizar dois processos administrativos separados, o primeiro para solicitar os créditos do IBS junto ao Comitê Gestor e o segundo para solicitar os Créditos da CBS junto a Receita Federal.   O artigo 39 da LC 214/25, estabelece em seu artigo 6º um prazo de 360 (trezentos e sessenta dias) no caso de fiscalização nos pedidos de ressarcimento de crédito acumulado, os quais somados aos 180 dias estabelecidos no inciso III do mesmo artigo, perfazem um total de 18 meses.  O legislador passa a colocar condições e requisitos, para que o pedido de ressarcimento do crédito acumulado seja apreciado.  Note-se que apreciar não em o mesmo significado de aprovar ou deferir.  Em um sistema de não cumulatividade ampla, não haveríamos nem tratar da possibilidade pedidos de apropriação do crédito acumulado.  Se a cobrança será automática na modalidade split payment, a devolução em tese deveria obedecer ao mesmo princípio, ou seja, ser também automática.  A eficácia de um imposto sobre valor agregado (IVA), reside na aplicação da sua não cumulatividade, do contrário, continua sendo um imposto em cascata e não sobre o valor adicionado.  Qualquer ruptura na cadeira de créditos leva a distorções econômicas, afetando a produção e não o consumo como deveria, resultado em efetiva perda de competitividade na produção nacional. Ivo Ricardo Lozekam: Tributarista, diretor da LZ Fiscal Assessoria e Administração Tributária, especialista em ICMS e créditos tributários. Atua como consultor e articulista em veículos como Migalhas, Thomson Reuters e IOB Editora, abordando temas como reforma tributária e guerra fiscal. É membro do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) e da Associação Paulista de Estudos Tributários (APET), sendo referência nacional em gestão e recuperação de créditos fiscais. LEIA TAMBÉM: Reforma tributária – novo imposto sobre alugueis a partir de 2027

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SAÚDE: Prefeitura de Atibaia Gripário Central

Frente fria chegando: cuidados com a saúde para evitar gripes e alergias

Queda brusca de temperatura em São Paulo exige atenção com a imunidade e reforça a importância da vacinação contra a gripe A chegada de uma frente fria nesta sexta-feira (10) deve provocar uma queda acentuada nas temperaturas em São Paulo. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), os termômetros podem registrar mínimas de até 15°C, o que representa uma redução de cerca de 10 graus em comparação aos últimos dias. Essa mudança repentina no clima acende um alerta para a saúde, já que o organismo tende a sentir os impactos da variação térmica, principalmente quando o sistema imunológico não está fortalecido. O cenário favorece o aumento de casos de gripes, resfriados e crises alérgicas, comuns nesta época do ano. Segundo o Dr. Evaldo Stanislau, médico infectologista e professor na Universidade São Judas / Inspirali, ecossistema que atua na gestão de 15 escolas médicas em diversas regiões do Brasil, o corpo precisa de atenção redobrada durante períodos de queda brusca de temperatura. “A mudança repentina no clima pode reduzir a capacidade de defesa do organismo, sobretudo os mecanismos locais na entrada das vias aéreas, o que aumenta a vulnerabilidade a infecções respiratórias. Além do maior confinamento e menor renovação do ar. Por isso, é fundamental adotar medidas simples de prevenção no dia a dia”, explica. Entre os principais cuidados, o especialista destaca a importância de manter o corpo aquecido, sobretudo nas primeiras horas da manhã e à noite, quando as temperaturas tendem a ser mais baixas. A hidratação também deve ser mantida, mesmo com a sensação reduzida de sede nos dias frios. “Beber água continua sendo essencial para o bom funcionamento do organismo e para a proteção das vias respiratórias. Além disso, ambientes fechados e pouco ventilados favorecem a circulação de vírus, então é importante manter os espaços arejados sempre que possível”, orienta. Outro ponto de atenção está na higiene das mãos, uma das formas mais eficazes de evitar a transmissão de vírus e bactérias. O infectologista também recomenda evitar mudanças bruscas de temperatura, como sair de ambientes muito quentes diretamente para o frio sem proteção adequada. Além disso, manter uma alimentação equilibrada, rica em vitaminas e nutrientes, contribui para o fortalecimento do sistema imunológico. A prática regular de atividades físicas e boas noites de sono também ajudam o organismo a responder melhor às variações climáticas. “O cuidado com a saúde deve ser contínuo, mas em períodos de queda de temperatura ele precisa ser intensificado. Pequenas atitudes fazem diferença na prevenção de doenças e na manutenção do bem-estar”, destaca o especialista. Vacinação contra a influenza Com a chegada do outono e a aproximação do inverno, a vacinação contra a gripe ganha ainda mais relevância. A campanha já começou no Brasil e, neste momento, contempla públicos prioritários, como idosos com 60 anos ou mais, profissionais da saúde e pessoas com comorbidades. Dados da Fiocruz indicam que os casos de influenza seguem em crescimento no país em 2026. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a influenza A respondeu por 27,4% dos casos positivos de vírus respiratórios no país. “A vacina contra a gripe é uma das principais formas de prevenção contra complicações causadas pelo vírus influenza. Mesmo para quem já teve contato com o vírus em anos anteriores, a imunização é importante, pois as cepas circulantes podem mudar”, finaliza Stanislau. Diante desse cenário, a combinação entre hábitos preventivos e a adesão à vacinação se torna essencial para reduzir impactos na saúde pública durante os períodos de queda de temperatura. A orientação é que a população fique atenta aos sinais do corpo, mantenha os cuidados no dia a dia e busque a imunização dentro dos grupos elegíveis, como forma de proteção individual e coletiva.

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Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa

Infância censurada ou bem cuidada?

Por: Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa Olá queridos! Como vão? Hoje o que nos traz é um assunto polêmico que tem circulado nesses últimos tempos:🚨🚨🚨 o ECA digital .Nele; está definido:” O ECA Digital (Lei nº 15.211/2025), em vigor desde 17 de março de 2026, atualiza o Estatuto da Criança e do Adolescente para proteger menores de 18 anos no ambiente online. A lei responsabiliza plataformas digitais (redes sociais, jogos, apps) pela segurança, exigindo verificação de idade, controle parental e proibindo o uso de dados para perfilar menores. ” 👼🏼 Sobre isso, vem a reflexão sobre a quantidade de influencers que cresceram nas redes sociais só por mostrarem diariamente a rotina de seus filhos. Tivemos também, notícias circulando que a moça considerada amaior influencer digital do país recebeu uma denúncia do conselho tutelar por não levar as filhas à escola e, ao contrário disso, expor sempre viagens e passeios. 🤷🏻‍♀️ Fato é que , nosso papel aqui hoje não é julgar e sim, provocar uma reflexão : o quanto nós , enquanto pais podemos expor nossos filhos em rede? Será que de fato é isso que a criança precisa e quer? Será que lá na frente essa criança sentirá orgulho dessa exposição ou se sentirá marionete de entretenimento dos pais? 🎭A infância de uma forma geral tem sido violada de todas as maneiras e muitas vezes pelos próprios pais; pessoas que deveriam zelar pela segurança e integridade. Porém, se há sucesso, é porque toda a sociedade é conivente e dá o “ibope” necessário para tal! Então, mais do que trazer a notícia e fazer a provocação, há o convite à uma reflexão mais profunda sobre o que se tem consumido . Sobre o que afomentamos e consideramos normal . Sobretudo, o que absorvemos como ideal coletivamente ( maria vai com as outras) sem pensarmos efetivamente na questão do indivíduo : será que ele gosta disso? O que vai pensar quando se entender como pessoa? A verdade é que se espera também que a lei seja para todos, e não somente para uns e outros! O que vocês pensam; com criticidade sobre isso? Gostaríamos de saber! ☺️😉 Vocês acham necessária essa proibição? Contem para nós!Até semana que vem! Fernanda Gabriela: Mestra em intervenção psicológica do desenvolvimento; neuropsicopedagoga; pós-graduada em gestão escolar, ABA, especialista em educação inclusiva; pós-graduanda em gestão em políticas públicas.   Professora universitária, conteudista e palestrante.  Coautora do livro A arte de educar.  Influencer educacional e consultora educacional. Viviane Moi Kikugawa: é neuropsicopedagoga, psicopedagoga, pedagoga, especialista em neurodesenvolvimento infantil e analista do comportamento em formação. Atua há 25 anos na área da Educação, sendo os últimos 8 anos com atuação no Japão; proprietária da Neuro Kids Japão/Brasil, localizada no Centro de Atibaia. LEIA TAMBÉM: Páscoa é tempo de criar lembranças.

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Reforma tributária – novo imposto sobre alugueis a partir de 2027

Por: Ivo Ricardo Lozekam A partir de 2027 entra em vigor a CBS – Contribuição Sobre Bens e Serviços, criada pela Reforma Tributária através da LC 214/25, e passam a ser extintos os atuais PIS e COFINS. Até o final de 2026, pessoas físicas, que praticarem a venda ou aluguel de imóveis, recolherão apenas o Imposto de Renda, sobre o ganho na venda ou a receita de aluguel, que aliás fica sujeita ao famoso carnê leão, com recolhimento mensal. A pessoa física que possuir até 3 imóveis alugados, e que a receita com operações imobiliárias (inclusive a venda), for inferior a 240 mi durante todo o ano anterior, continuará pagando apenas o IRPF na tabela progressiva. Acima desses limites ou quantidade de valor, passa a ser contribuinte da CBS, sendo considerado um locador profissional, passando a pagar os mesmos impostos que uma empresa normal do setor. A locação residencial terá um redutor social de R$ 600,00 (seiscentos reais), por exemplo ser o aluguel for de R$ 2.600,00 (dois mil e seiscentos reais), o imposto irá incidir sobre R$ 2.000,00 (dois mil reais).  Qual será a alíquota?  Apesar da CBS entrar em vigor em 2027 ainda não conhecemos a alíquota, cuja definição será fruto de testes e experiencias, com o intuito de calibrá-la e com a promessa de manter a carga tributária atual.   Até o momento temos uma alíquota estimada de 9% para a CBS e 19% para o IBS, totalizando uma alíquota estimada de 28%.  O Artigo 253 da LC 214/25, estabelece que a alíquota para a locação será determinada a partir de 30% da alíquota oficial.  Logo, podemos estimar uma alíquota da CBS de 3%.  E uma futura alíquota do IBS 6% de 5,7%.  Em resumo a partir de 2027, com a entrada em vigor apenas da CBS, estima-se uma alíquota de 3% a incidir sobre a locação de imóveis, aumentando gradativamente até o final da reforma tributária com a implementação da IBS que também irá incidir sobre as locações, até atingir em 2033 a alíquota de 8,7% (estimada), de CBS e IBS sobre os aluguéis.  A alíquota, portanto, irá aumentar a aos poucos, amenizando os impactos do aumento. Por outro lado, o imposto será não cumulativo podendo a pessoa física ou jurídica que locar os imóveis, abater os créditos da atividade, os quais devem incluir as despesas de manutenção do imóvel dentre outras que não conhecemos, pois é preciso que seja editado o Regulamento da CBS, regulando esta e outras dúvidas,  pois a cobrança do novo imposto   entra em vigor em 01/01/2027, data em que o PIS e COFINS serão extintos. Ivo Ricardo Lozekam: Tributarista, diretor da LZ Fiscal Assessoria e Administração Tributária, especialista em ICMS e créditos tributários. Atua como consultor e articulista em veículos como Migalhas, Thomson Reuters e IOB Editora, abordando temas como reforma tributária e guerra fiscal. É membro do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) e da Associação Paulista de Estudos Tributários (APET), sendo referência nacional em gestão e recuperação de créditos fiscais. LEIA TAMBÉM: A falência da educação no Brasil.

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