Categoria: Colunistas

Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa

Adaptação a Rotina ou mudança de prumo?

Por: Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa Olá, queridos? Todos bem nessa nossa jornada de educar? Já tem criança adaptada e família nos eixos por aí? Ou estamos todos à deriva, seguindo apenas o balanço do mar ? 🛟 🆘️Não há fórmulas mágicas nem receitas de bolo para nos nortear…mas podemos dividir nossas angústias e compartilharmos dicas do que pode dar certo! 😉 Então, seguem algumas delas para que vocês possam fazer com as crianças : Vamos tentar colocar as dicas em prática? 📝 Nos avisem se deu certo ou não ! Se você mamãe, ou papai leitor tiverem dicas💡 de como vocês fazem, escrevam aqui pra redação! Quem sabe suas dicas não saem aqui em nossa coluna?🤩 Lembrando que estamos aqui para ouvir e orientar e que estamos com nossa Agenda Aberta para o grupo on-line de Orientação a pais! 📝 Nosso contato em Atibaia é:📲11 97345-5045🇧🇷✨️🇯🇵 Neuro Kids Atibaia/ Centro. Com carinho,Fernanda e Viviane! Fernanda Gabriela: Mestra em intervenção psicológica do desenvolvimento; neuropsicopedagoga; pós-graduada em gestão escolar, ABA, especialista em educação inclusiva; pós-graduanda em gestão em políticas públicas.   Professora universitária, conteudista e palestrante.  Coautora do livro A arte de educar.  Influencer educacional e consultora educacional. Viviane Moi Kikugawa: é neuropsicopedagoga, psicopedagoga, pedagoga, especialista em neurodesenvolvimento infantil e analista do comportamento em formação. Atua há 25 anos na área da Educação, sendo os últimos 8 anos com atuação no Japão; proprietária da Neuro Kids Japão/Brasil, localizada no Centro de Atibaia. LEIA TAMBÉM: Adaptação escolar é também familiar?

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Dom Mário Antônio da Silva é o novo arcebispo de Aparecida

O Papa Leão XIV nomeou, nesta segunda-feira, Dom Mário Antônio da Silva como novo arcebispo da Arquidiocese de Aparecida, transferindo-o da Arquidiocese de Cuiabá para a sede metropolitana que abriga o Santuário Nacional da Padroeira do Brasil. O Papa Leão XIV aceitou a renúncia apresentada por Dom Orlando Brandes ao governo pastoral da Arquidiocese Metropolitana de Aparecida (SP) e nomeou, nesta segunda-feira, 2 de março, Dom Mário Antônio da Silva como novo arcebispo metropolitano. Até então, ele exercia a função de arcebispo de Cuiabá (MT). Origem e formação Dom Mário Antônio da Silva nasceu em 17 de outubro de 1966, em Itararé (SP), na Diocese de Itapeva. Estudou Filosofia e Teologia no Seminário Diocesano Divino Mestre, em Jacarezinho (PR), e obteve licenciatura em Teologia Moral pela Pontifícia Academia Alfonsiana, em Roma. Foi ordenado sacerdote em 21 de dezembro de 1991, sendo incardinado na Diocese de Jacarezinho. Ao longo do ministério presbiteral, exerceu diversas funções pastorais e formativas, entre elas: diretor espiritual e reitor do Seminário Menor Nossa Senhora da Assunção; coordenador da Pastoral Vocacional; coordenador diocesano de Pastoral; professor de Teologia Moral; diretor espiritual do Seminário Maior Divino Mestre; pároco do Sagrado Coração de Jesus, em Jacarezinho (PR); e chanceler da Cúria Diocesana. No âmbito da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi 2º vice-presidente e presidente da Regional Norte 1. Ministério episcopal Nomeado bispo titular de Arena e auxiliar da Arquidiocese de Manaus em 9 de junho de 2010, recebeu a ordenação episcopal em 20 de agosto do mesmo ano. Em 22 de junho de 2016, foi nomeado bispo de Roraima e, em 23 de fevereiro de 2022, transferido para a Arquidiocese de Cuiabá como arcebispo metropolitano. Atualmente, é membro do Conselho do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida e presidente da Cáritas Brasileira. A Arquidiocese de Aparecida A Arquidiocese Metropolitana de Aparecida foi erigida em 19 de abril de 1958 e tem como igreja-mãe o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil. Seu território abrange municípios do Vale do Paraíba, no Estado de São Paulo, e é um dos principais centros de peregrinação católica do mundo, recebendo anualmente milhões de fiéis. A arquidiocese tem papel relevante na vida pastoral da Igreja no Brasil, especialmente na promoção da devoção mariana e no acolhimento dos romeiros de diversas regiões do país. Por: Thulio Fonseca – Vatican News

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Ivo Ricardo Lozekam

Reforma Tributária – A centralização do poder em Brasília

“Tributo é o elemento mais importante do poder” Ives Gandra Martins por: Ivo Ricardo Lozekam INTRODUÇÃO A Reforma tributária traz uma mudança profunda na estrutura de poder no brasil, uma reforma vertical que centraliza a arrecadação e a distribuição de recursos em Brasília, esvaziando a autonomia financeira de mais de 5.600 municípios e 27 unidades da federação. A pretexto de simplificar, optou-se por um modelo que concentra poder e enfraquece o pacto federativo. REFORMA HORIZONTALO Brasil tinha dois caminhos para reformar seu sistema tributário. O primeiro era a reforma horizontal, que consistiria em unificar as regras e legislações do ICMS (estadual) e do ISS (municipal), criando um padrão nacional para esses impostos, mas mantendo a arrecadação e a administração nas mãos dos próprios estados e municípios. Essa abordagem traria a simplificação desejada sem alterar drasticamente a distribuição de poder. REFORMA VERTICALContudo, o caminho escolhido foi o da reforma vertical. O IBS, que substitui o ICMS e o ISS, será arrecadado de forma centralizada por uma nova entidade: o Comitê Gestor do IBS.  Este órgão, sediado em Brasília, será responsável por recolher a totalidade da receita do novo imposto para, somente depois, redistribuí-la entre estados e municípios.  Na prática, governadores e prefeitos perdem o controle direto sobre suas principais fontes de receita. O COMITÊ GESTOR DO IMPOSTO – O NOVO EPICENTRO DO PODER Criado pela LC 214/25, o Comitê Gestor do IBS é o pilar da nova estrutura centralizadora. Composto por 54 representantes de estados e municípios, ele terá poderes imensos, incluindo a edição de normas, a fiscalização dos contribuintes e, o mais importante, o controle do fluxo de caixa que financia as políticas públicas em todo o país. Com essa mudança, a relação de poder se inverte. Governadores e prefeitos, eleitos democraticamente para administrar seus territórios, tornam-se dependentes das decisões e dos repasses de um comitê técnico-político em Brasília.  A autonomia para gerir o orçamento e responder às necessidades locais fica comprometida. Os entes federativos correm o risco de se tornarem meros “receptores de decisões, transformando o “federalismo” cooperativo em um “federalismo coercitivo”  Para que um governo possa implementar as políticas para as quais foi eleito (autonomia política) e administrar a máquina pública (autonomia administrativa), ele precisa de recursos e da previsibilidade de seu fluxo de caixa, através de autonomia financeira, que ora lhe é tirada.  Ao transferir essa gestão para o Comitê Gestor, a reforma transforma a autonomia financeira em uma miragem, deixando estados e municípios em uma posição de subordinação. Ao retirar a autonomia financeira de estados e municípios, o novo sistema tributário enfraquece o pacto federativo e cria uma dependência perigosa do poder central. A longo prazo, a perda de capacidade dos governos locais de responderem diretamente aos seus cidadãos pode ter consequências graves para a qualidade da democracia e dos serviços públicos em todo o país. A simplificação, nesse caso, pode custar caro demais. A LC 214/25 define que os critérios para distribuição do imposto serão estabelecidos, através do Regulamento do IBS, a ser criado pelo Comitê Gestor. Em outras palavras, o CGIBS irá distribuir o imposto aos Estados e Municípios com base nos critérios que ele mesmo estabelecer, o que, como sabemos, no Brasil, tende a ocorrer de acordo com a conveniência política.   Olhando por este ângulo, a reforma, cuja alíquota final do imposto ainda não conhecemos, deixa de ser reforma e passa a ser um projeto de poder, centralizado em Brasília, pelo menos até o ano de 2077, conforme estabelece o Art. 371 da LC 214/25, ou até 2096, nos termos do inciso II, art. 110 da LC 227/2026, prazos estabelecidos para o final da transição da cobrança efetiva no destino, período durante o qual o Comitê Gestor terá os poderes aqui mencionados neste artigo. Ivo Ricardo Lozekam: Tributarista, diretor da LZ Fiscal Assessoria e Administração Tributária, especialista em ICMS e créditos tributários. Atua como consultor e articulista em veículos como Migalhas, Thomson Reuters e IOB Editora, abordando temas como reforma tributária e guerra fiscal. É membro do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) e da Associação Paulista de Estudos Tributários (APET), sendo referência nacional em gestão e recuperação de créditos fiscais. LEIA TAMBÉM: A reforma das reformas, o fim da contribuição sobre a folha de pagamento.

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Douglas Galiazzo, Golpistas usam falsas encomendas para instalar vírus

Golpistas usam falsas encomendas para instalar vírus em celulares

Especialista alerta para riscos de escanear códigos desconhecidos e pagar taxas por produtos não solicitados Um novo tipo de fraude tem preocupado consumidores em todo o país: o chamado “golpe da encomenda”. A prática consiste no envio de produtos que não foram solicitados, geralmente acompanhados de um QR Code ou de uma suposta cobrança de taxa de entrega. Ao tentar entender do que se trata, a vítima escaneia o código ou acessa o link indicado e acaba fornecendo dados pessoais aos criminosos. De acordo com o advogado Douglas Galiazzo, professor do curso de Direito da Estácio, esse tipo de golpe não é exatamente novo, mas tem ganhado novas versões. “Golpe de encomenda ou golpe da taxa de entrega é um golpe que já está há um bom tempo sendo aplicado, ele só vai alternando as regiões onde são aplicadas e os produtos que estão sendo ofertados. A estratégia é adaptável e acompanha tendências de consumo para se tornar mais convincente”, explica o advogado. Os criminosos utilizam diferentes meios para abordar as vítimas. “Geralmente praticam este delito usando SMS, contato via WhatsApp, ligação telefônica ou apresentação de um QR Code para ser escaneado. Dessa forma, a vítima interage compartilhando dados, acessando links e fornecendo até mesmo dados sensíveis aos criminosos. Muitas vezes, o pretexto é o recebimento de um produto, promoção ou brinde que nunca foi comprado ou solicitado”, alerta o professor. Segundo o especialista, um dos principais riscos está justamente no uso de QR Codes desconhecidos. “Escanear um QR Code desconhecido pode levar a vítima para algum site ou conta bancária que não corresponda com a sua expectativa”, afirma. Além da captura de informações como RG, CPF, data de nascimento e senhas bancárias, também há o perigo da instalação de vírus ou outros programas maliciosos no celular ou computador, capazes de extrair dados confidenciais e ampliar os prejuízos. Para evitar cair na fraude, é fundamental desconfiar de qualquer cobrança relacionada a produtos não adquiridos. “O sinal mais visível é a cobrança de algum produto que você não comprou, o pagamento de uma taxa de entrega de algo que você não encomendou ou até mesmo de um presente que exigiria pagamento para ser recebido. Caso a pessoa perceba que forneceu dados por engano, a recomendação é agir rapidamente e trocar senhas de aplicativos bancários, redes sociais, e-mail e do próprio aparelho celular, reduzindo os riscos de novos acessos indevidos”, conclui Galiazzo. Sobre a Estácio Com mais de 55 anos de tradição, a Estácio se orgulha de liderar o caminho da inovação educacional no Brasil. Reconhecida por sua excelência acadêmica, pelo compromisso com o desenvolvimento de habilidades e competências e por possibilitar o acesso democratizado ao ensino de qualidade para milhares de alunos em todo o país, a instituição oferece uma ampla gama de serviços educacionais, incluindo formações profissionalizantes, cursos técnicos de nível médio, graduação, pós-graduação lato sensu (especialização e MBA), mestrado e doutorado stricto sensu, além de centenas de opções em cursos livres de aperfeiçoamento profissional. Com forte atuação social, a Estácio mantém um dos mais sólidos programas de Responsabilidade Social do setor educacional. Saiba mais em estacio.br.

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campanha de arrecadação para vítimas de fortes chuvas

Fundo Social de SP inicia campanha de arrecadação para vítimas de fortes chuvas

Mobilização recebe produtos de limpeza, água, roupas e alimentos para famílias afetadas em municípios do estado O Fundo Social de São Paulo iniciou, nesta semana, uma mobilização emergencial para arrecadar itens essenciais destinados às famílias em situação de vulnerabilidade afetadas pelas fortes chuvas que atingem diversos municípios paulistas. A iniciativa busca ampliar o atendimento às vítimas dos alagamentos e minimizar os impactos provocados pelo clima. O que doar A campanha concentra esforços na coleta de produtos considerados prioritários para garantir condições básicas de higiene, alimentação e proteção às famílias que tiveram casas invadidas pela água e perderam bens essenciais. São aceitos produtos de limpeza, água mineral, roupas novas ou usadas em bom estado de conservação e alimentos não perecíveis dentro do prazo de validade, ração para cães e gatos, itens de higiene pessoal e brinquedos. Outra forma de ajudar é por meio de doação via PIX, com qualquer valor, utilizando a chave: 44.111.698-0001/98 (CNPJ). Como doar As doações devem ser entregues no Centro de Distribuição do Fundo Social de São Paulo, localizado na Avenida Marechal Mário Guedes, 280, no Jaguaré, zona oeste da capital. O atendimento para recebimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. O espaço funciona como ponto de coleta, triagem e organização logística antes do encaminhamento aos municípios. Operações emergenciais O Fundo Social de São Paulo tem atuado em articulação com a Defesa Civil do Estado e com as prefeituras para mapear as áreas mais atingidas e direcionar os itens conforme a demanda. A distribuição tem sido realizada de forma coordenada, com o objetivo de garantir agilidade no atendimento às famílias desalojadas ou desabrigadas. Até o momento, 11 municípios já foram atendidos com ajuda humanitária: Mongaguá, Peruíbe, Santos, Ubatuba, Franco da Rocha, Taubaté, Piracaia, Atibaia, Monte Mor, Guarulhos e Itapecerica da Serra.

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Adaptação escolar é também familiar?

Olá, queridos? Como estão? Já tem criança com dificuldades na adaptação escolar por aí? 🆘 Ou a dificuldade maior tem sido da família? Durante todos esses anos trabalhando com a Primeira infância, vivenciamos diversas situações. Adaptação ainda é um tabu , tanto para crianças quanto para as famílias! Essa época pós carnaval , consideramos a fase mais crítica! Principalmente quando o início das aulas coincidem com a semana de carnaval. Com pouco espaço de tempo entre a semana adaptativa e a folga do feriadão!🎉 E sempre no Pós carnaval as “surpresas” acontecem: a criança que ia feliz todos os dias para a escola, começa a chorar, a ter crises desde antes de sair de casa. E os pais, costumam acreditar que algo aconteceu na escola , uma vez que anteriormente a criança não apresentava esse comportamento, ou que estava indo bem na fase de adaptação… Isso já aconteceu por aí? Se sim, acalmem o coração : está tudo bem! Imaginem vocês ,estarem num ambiente que nunca viram pela primeira vez : gente desconhecida, cheiro, temperatura, lugar , tudo diferente . Assim é o primeiro contato na escola . Como experiência, existem aqueles que vão amar conhecer tudo , e outros que vão estranhar. Até que as idas diariamente se tornam rotina . O choro se torna pontual ( somente nas despedidas), mas já se sabe que tem um prazo para voltar para casa. Porém, quando tudo está no eixo; chega o carnaval com um feriadão – férias no combo !!! 🥳🥳🥳 Então, quando a criança percebe que retornar à escola lhe trará aquela rotina de antes; é comum que passe a ter comportamentos diferentes de antes! O que vocês, pais, precisam fazer ???Serem firmes ! Mostrar à criança que a escola é um lugar seguro, onde poderá crescer em todos os departamentos ! Pontuem-lhe o prazer de estar com novos amigos , digam-lhe o quanto confiam na professora! Jamais façam o contrário ! Infelizmente, vivenciamos muitos casos onde as famílias endossam o sofrimento do filho, mostrando-se mais inseguras que os filhos … e se tornam casos “desastrosos” na adaptação!Sabemos como mães, que essa fase também é complexa para nosso “ninho” pois ,de certa forma ,” dói” ficar longe do filho… mas isso é pauta para um outro dia! Nos contem como tem sido essa fase por aí? Essa fase longa de adaptação e readaptação tem sido tranquila?Caso sintam necessidade em serem ouvidos e acolhidos, estamos aqui para ouvir e orientar!Nosso contato em Atibaia. 📲11 97345-5045🇧🇷✨️🇯🇵 Neuro Kids Atibaia/ Centro. Não hesitem em nos procurar, Com carinho. Fernanda Gabriela: Mestra em intervenção psicológica do desenvolvimento; neuropsicopedagoga; pós-graduada em gestão escolar, ABA, especialista em educação inclusiva; pós-graduanda em gestão em políticas públicas.   Professora universitária, conteudista e palestrante.  Coautora do livro A arte de educar.  Influencer educacional e consultora educacional. Viviane Moi Kikugawa: é neuropsicopedagoga, psicopedagoga, pedagoga, especialista em neurodesenvolvimento infantil e analista do comportamento em formação. Atua há 25 anos na área da Educação, sendo os últimos 8 anos com atuação no Japão; proprietária da Neuro Kids Japão/Brasil, localizada no Centro de Atibaia.

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Fundo Social de SP garante ajuda humanitária

Fundo Social de SP garante ajuda humanitária a Atibaia e Monte Mor após chuvas intensas

Em parceria com a Defesa Civil do Estado, ação assegura o envio de itens essenciais a 125 famílias afetadas pelos temporais recentes O Fundo Social de São Paulo disponibilizou, nesta sexta-feira (27), duas remessas de ajuda humanitária aos municípios de Atibaia e Monte Mor, atingidos pelas fortes chuvas dos últimos dias. A ação, realizada em parceria com a Defesa Civil do Estado de São Paulo, tem como objetivo oferecer apoio imediato às famílias em situação de vulnerabilidade e reforçar as medidas emergenciais adotadas pelas administrações municipais. Os itens foram retirados pelas prefeituras no Centro de Distribuição do Fundo Social, localizado no Jaguaré, na capital paulista. Atibaia Em Atibaia, 25 famílias diretamente impactadas pelos temporais receberão suporte com a disponibilização de 25 cestas básicas, 25 jogos de cama, 25 travesseiros e 25 cobertores. Também foram encaminhadas três caixas de roupas para adultos e crianças, uma caixa de calçados, uma de brinquedos e 25 quilos de ração para cães e gatos. A iniciativa incluiu ainda o envio de 150 fardos de água mineral, doados pela Coca-Cola FEMSA Brasil, integrante do Sistema Coca-Cola. A Defesa Civil do Estado complementou a assistência com 40 cestas básicas, 40 colchões, 40 kits de limpeza, 40 kits de higiene pessoal e 15 kits dormitório. Monte Mor Para Monte Mor, foram disponibilizadas 100 cestas básicas, 100 jogos de cama, 100 travesseiros e 100 cobertores. O município também retirou seis caixas de roupas para adultos e crianças, duas caixas de calçados variados, uma caixa de brinquedos e 50 quilos de ração para animais de estimação. Assim como em Atibaia, Monte Mor recebeu 150 fardos de água mineral doados pela Coca-Cola FEMSA Brasil, por meio do Sistema Coca-Cola. A Defesa Civil reforçou o apoio com 100 colchões, 100 kits de limpeza e 100 kits de higiene pessoal. Para a primeira-dama do Estado e presidente do Fundo Social de São Paulo, Cristiane Freitas, a atuação ágil do poder público é fundamental em situações de emergência. “Em momentos como esses, é essencial agir com rapidez para garantir acolhimento, dignidade e suporte às famílias afetadas. Seguimos acompanhando de perto para assegurar o bem-estar da população atingida”, destacou.

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Negócios no mundo digital: TikTok

Negócios no mundo digital: TikTok e a mudança na jornada de compra do brasileiro

Por: Gustavo Alonge Furtado Em meados de maio de 2025, a rede social TikTok lançou o botão TikTok Shop, um recurso que viabilizava compras dentro do próprio aplicativo, numa integração única de entretenimento com comércio eletrônico. Menos de um ano após o lançamento, já não há dúvidas de que vivemos uma nova jornada de compra online. O recurso do “carrinho laranja” integrado a vídeos e lives caiu no gosto do brasileiro, exigindo que empresas se atentem ao movimento, para não ficarem para trás. E por que o TikTok Shop virou um fenômeno comercial? A ferramenta reduz etapas do processo de compra, com a capacidade de gerar conversões de forma direta, acelerada e impulsiva, o consolidando como a nova fronteira do comércio eletrônico no Brasil. Em poucos meses, as vendas cresceram 26 vezes, movimentando cerca de US$ 1 milhão por dia, criando forte concorrência com grandes players do marketplace, como o Mercado Livre. E este é só o começo. Estudos indicam que a ferramenta pode movimentar até R$ 39 bilhões no Brasil até 2028, representando uma parcela significativa do e-commerce nacional. As empresas que querem estar dentro desse enorme potencial de faturamento precisam entender e mergulhar nessa tendência. A nova jornada de consumo deixa de ser baseada na busca ativa e passa a ser no consumo de conteúdo. O usuário assiste a um vídeo divertido ou informativo de um criador, engaja-se e compra imediatamente por impulso. Todo o processo, desde a visualização, passando pela escolha, pagamento e checkout acontece dentro do TikTok. Para impulsionar ainda mais as vendas em tempo real, uma tendência que vem sendo bastante utilizada é o TikTok Live, com a divulgação de vídeos no TikTok feitos por influenciadores ou criadores de conteúdo, que podem ser o próprio empresário e servem para criar o senso de urgência, sugerindo ao consumidor a aquisição imediata do que é oferecido. A grande vantagem dela é que, conforme a live acontece, as pessoas vão se interessando e entrando, sem haver necessidade de uma audiência pré-determinada ou pré-construída para então ser realizada. Trata-se de uma estratégia que as empresas não podem mais ficar alheias. Há, ainda, outro ponto de destaque. Para além da venda direta, o TikTok Shop também permite a realização de leilão, com o oferecimento de vários produtos. Isso já é uma febre na China e rapidamente avança por outros países. Trata-se de outra oportunidade que toda empresa deveria começar a observar. Vale destacar que algumas empresas estão alugando galpões, fazendo mini estúdios e produzindo 24 horas de conteúdo por dia e têm conseguido ampliar de forma relevante suas vendas. O comportamento do consumidor muda, as tecnologias avançam e as empresas, independentemente do porte e do ramo de atuação, devem acompanhar tais mudanças. Faz parte das obrigações de quem empreende e está presente no mundo digital entender as alterações, fazer as devidas adaptações, investir no que tem mostrado dar certo para, então, colher os frutos tão esperados nos negócios. Gustavo Alonge Furtado – especialista em Marketing Digital e diretor da Engajatech

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Filhote de seriema

Filhote de seriema é acolhido após ser encontrado ferido

Ave típica do Cerrado recebeu cuidados iniciais e acompanhamento técnico O cuidado com a fauna silvestre marcou mais uma ação de preservação ambiental realizada no município. Na última quarta-feira, 18, um filhote de seriema (Cariama cristata) foi acolhido após ser recebido pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente com ferimentos em uma das patas. O animal foi prontamente atendido pela equipe técnica, que realizou os primeiros cuidados para estabilização do quadro clínico. Após os procedimentos iniciais, o filhote foi encaminhado para continuidade do tratamento especializado, garantindo acompanhamento adequado até sua plena recuperação, sempre priorizando o bem-estar e a preservação da espécie. Você sabia? A Cariama cristata, popularmente conhecida como seriema, é uma ave terrestre típica do Cerrado brasileiro e de áreas abertas. É facilmente reconhecida por seu canto estridente, que pode ser ouvido a mais de um quilômetro de distância. De hábitos essencialmente carnívoros, alimenta-se de insetos, roedores e até serpentes, o que faz com que seja vista de forma positiva por produtores rurais. Com cerca de 90 centímetros de comprimento, a seriema prefere correr a voar, podendo atingir velocidades próximas a 50 km/h. A espécie se destaca não apenas pela aparência elegante, mas também por sua importância ecológica e pelo som inconfundível que ecoa pelas paisagens do Brasil.

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Gustavo Alonge Furtado

As lições do poder de engajamento de Virginia neste Carnaval.

Por: Gustavo Alonge Furtado Ela já era figura consolidada no universo do entretenimento, passou a ocupar espaço também no noticiário esportivo e, nos últimos dias, tornou-se um dos nomes mais comentados do Carnaval. Elogiada ao estrear na Sapucaí como rainha de bateria ou vaiada por admiradores de sua antecessora, pouco importa. O fato é que não há como ignorar que Virginia Fonseca, aos olhos das redes sociais, tornou-se hoje uma das mulheres mais relevantes do país em termos de atenção digital. Sua trajetória nas plataformas a levou a esse patamar e a pergunta que fica é inevitável: é possível construir um engajamento igualmente potente para si ou para o próprio negócio? A resposta passa, necessariamente, por estratégia, consistência e gestão de imagem. No caso de Virginia, especialmente neste Carnaval, duas lições se destacam. A primeira é compreender que, nas redes, a indiferença é mais prejudicial do que a crítica. Comentários negativos, quando administrados com inteligência, também geram alcance. Os chamados “haters” alimentam o algoritmo e ampliam a visibilidade. Ao ocupar o centro do debate, seja sob aplausos ou vaias, ela consolidou ainda mais sua notoriedade, inclusive em um território novo como o do samba. A segunda lição é talvez ainda mais relevante: o poder está nas mãos de quem detém a atenção e, nas mídias digitais, a atenção pertence a quem produz conteúdo de forma constante e estratégica. Conteúdo deixou de ser acessório; tornou-se ativo central de qualquer marca. No caso de Virginia, cujo público é amplo e heterogêneo, o alcance ganha proporções gigantescas. Mas o princípio vale também para nichos específicos: públicos menores, quando bem trabalhados, podem gerar resultados expressivos e autoridade consistente dentro de um mercado. Aqui, vale uma ressalva. Dizer que Virgínia é uma referência digital tem a ver muito com o que as pessoas em geral avaliam como fator para tal condição. E hoje o que as pessoas mais consideram são os números de alcance, não necessariamente atos ou vendas, itens que também precisam ser ponderados por quem busca engajamento nesse tipo de mídia. É fundamental demonstrar essas virtudes. Atente-se. A combinação entre conteúdo de fato relevante, frequência e conexão é determinante. Não se trata apenas de publicar, mas de criar vínculo. A rotina disciplinada de geração de conteúdo, aliada à linguagem direta e próxima, fortalece a percepção de autenticidade. Quando há constância e identificação, o público acompanha, interage e, sobretudo, confia. E confiança, no ambiente digital, converte-se em engajamento, influência e, consequentemente, resultado econômico. Há ainda uma terceira dimensão implícita nesse movimento: a desintermediação. Ao construir sua própria audiência, a marca, pessoal ou empresarial, reduz a dependência de terceiros para amplificar sua mensagem. Em vez de investir exclusivamente na contratação de influenciadores, torna-se possível assumir o papel de protagonista da própria narrativa. Guardadas as proporções, é essa a lógica que explica a ascensão e a permanência de Virginia no centro das conversas nacionais. Ainda que seu conteúdo não seja algo de interesse geral e social. O Carnaval apenas evidenciou  algo que o mercado já deveria ter aprendido: relevância não nasce do acaso. É fruto de presença contínua, leitura inteligente do ambientedigital e capacidade de transformar atenção em ativo estratégico. Em um cenário no qual visibilidade é moeda, quem domina o conteúdo domina o jogo. Gustavo Alonge Furtado especialista em Marketing Digital e diretor da Engajatech

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Jornal Estância de Atibaia
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