Category: Colunistas

Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa

Encaminhamentos necessários

Por: Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa Olá queridos! Como estão?Todos adaptados?😊 Esperamos que sim, pois o tempo está voando 📆 e já estamos recebendo os primeiros encaminhamentos 📝 ! Algumas escolas já estão chamando as famílias para conversas, uma vez que já conseguem apontar alguns tópicos que merecem atenção, na grande maioria , escolas particulares que começaram o ano letivo algumas semanas mais cedo. Este fato, tem nos chamado a atenção…🤔 De um lado, observamos escolas mais atentas às especificidades de cada criança, e de outro, pais que nos questionam se há a necessidade real ou se as escolas estão quem sabe, menos tolerantes ( ?) 🤷🏼‍♀️ Gostaríamos hoje de trazermos essa provocação 💭… Recebemos no consultório famílias que de fato compreendem a necessidade de um acompanhamento pedagógico, psicopedagógico , psicológico mas, recebemos também outras que, já nessa época do ano, “pegaram ranço” da escola, dizendo que a criança não se adaptou à escola e por isso a escola é intolerante às atitudes do filho. ( ?) Esse é justamente o ponto que gostaríamos de trazer 🎯 e que vem de encontro também aos outros textos sobre a adaptação das semanas anteriores.Uma boa adaptação também reflete essas ações e recaem diretamente sobre.Quando a criança está efetivamente bem adaptada ( e a família também) , a escola já consegue direcionar o aluno ao apoio necessário 👩‍🏫. É importante que a família confie nesse olhar profissional e auxilie seu filho. A intervenção precoce, ou seja, desde esse início fará total diferença nessa condução do ano letivo.Uma família bem adaptada à escola, e que confia nesse trabalho, certamente será o fator decisivo no bom andamento escolar, enquanto a família que considerar cedo , tardará esse processo.Sabemos que muitos pais não estão preparados para essa conversa, mas podemos dizer que a negação é o pior fator . Acolha o que a escola diz e lembre- se sempre que vocês são aliados. Escute o que a professora traz, pois muitas crianças revelam na escola um comportamento diferente. Essa troca e relação de confiança são fundamentais 🤝. Jamais soneguem informações ou omitam, achando que isso poderá “prejudicar” seu filho na escola.Saibam que esse processo é natural ,e que todo encaminhamento é genuíno! Caso vocês, pais ou escola tenham alguma dificuldade, estamos aqui para auxilá-los nesse processo! Entre em Contato com a Neuro Kids🇧🇷✨️🇯🇵, estamos localizados no Centro/Atibaia ! Com carinho, Fernanda Gabriela: Mestra em intervenção psicológica do desenvolvimento; neuropsicopedagoga; pós-graduada em gestão escolar, ABA, especialista em educação inclusiva; pós-graduanda em gestão em políticas públicas.   Professora universitária, conteudista e palestrante.  Coautora do livro A arte de educar.  Influencer educacional e consultora educacional. Viviane Moi Kikugawa: é neuropsicopedagoga, psicopedagoga, pedagoga, especialista em neurodesenvolvimento infantil e analista do comportamento em formação. Atua há 25 anos na área da Educação, sendo os últimos 8 anos com atuação no Japão; proprietária da Neuro Kids Japão/Brasil, localizada no Centro de Atibaia.

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Caroline Daitx

Análise pericial reforça que morte da PM Gisele não condiz com suicídio

Por: Caroline Daitx “A trajetória de baixo para cima em tiro encostado é um “alerta pericial” que aponta para possível intervenção de outra pessoa” O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) confirma que o disparo que matou a soldado Gisele Alves Santana foi encostado na região direita da cabeça e percorreu trajetória ascendente, causando extensa fratura craniana e destruição encefálica. Também aponta lesões de dedos e unha no pescoço e na mandíbula, típicas de esganadura, o que levou a investigação a abandonar a hipótese inicial de suicídio e tratá-la como morte suspeita. Perita esclarece pontos fundamentais do laudo que reforçam a inconsistência com o suicídio. A reorientação da apuração também decorre do registro feito por um bombeiro socorrista ao chegar ao local: a cena foi fotografada antes do atendimento por apresentar aspectos “atípicos”, entre eles a arma “bem encaixada” na mão direita da vítima e sangue já coagulado. Segundo o depoimento do profissional, o arranjo observado não correspondia ao que costuma ver em suicídios com arma de fogo, fator que o levou a documentar a disposição dos elementos antes de qualquer intervenção. À luz desses elementos, a médica especialista em Medicina Legal e Perícia Médica Caroline Daitx, avalia que a combinação tiro encostado + trajetória de baixo para cima exige interpretação cautelosa e eleva a suspeita de ação de terceiro. “A combinação trajetória ascendente (de baixo para cima) com um tiro a curta distância (encostado) é um achado que exige análise cuidadosa. Em casos de suicídio por arma de fogo na cabeça, um ângulo acentuadamente ascendente é atípico. Embora possível a depender da posição e da empunhadura, estatisticamente é um padrão mais sugestivo de disparo efetuado por outra pessoa. É um sinal de alerta pericial que aumenta a suspeita de homicídio e exige correlação rigorosa com os demais elementos da cena.” Sobre as marcas cervicais, a perita considera o achado fortemente indicativo de agressão prévia. “Lesões no pescoço com o formato de dedos e escoriações em meia-lua são evidências extremamente significativas de luta e defesa. A presença de infiltrado hemorrágico demonstra que a lesão foi produzida em vida. Esses achados colocam em dúvida a narrativa de um suicídio simples e indicam provável ocorrência de homicídio, em que o disparo pode ter sido o evento final de uma agressão já em curso.” Esses elementos constam das descrições noticiadas do laudo. A especialista também pondera sobre resíduo de disparo (GSR) e inconsistências temporais: “A ausência total de resíduos na mão que supostamente efetuou o disparo é altamente improvável em tiro de contato, embora não impossível. Em conjunto com o sangue completamente coagulado e demora no socorro, esses fatores enfraquecem a hipótese de suicídio e podem sugerir manipulação da cena.” Diretrizes técnicas no Brasil recomendam abandonar testes colorimétricos pouco específicos e adotar MEV-EDS como padrão-ouro para GSR, justamente para reduzir falsos negativos/positivos — contexto que deve ser considerado na reavaliação de resultados residuográficos. Quanto à foto do socorrista, Daitx ressalta o valor indiciário e a limitação processual: “A arma firmemente ‘bem encaixada’ na mão é extremamente atípica após disparo fatal — o recuo e a flacidez costumam fazer a arma cair ou ficar frouxa. Isso é sugestivo de ‘staging’ (encenação). Contudo, sem cadeia de custódia, a fotografia é prova frágil e deve ser corroborada por evidências oficiais”, afirma. Vale ressaltar que o relato do bombeiro sobre a posição da arma e o estado do local foi o gatilho para o redirecionamento da investigação. Fonte: Caroline Daitx: médica especialista em medicina legal e perícia médica. Possui residência em Medicina Legal e Perícia Médica pela Universidade de São Paulo (USP). Atuou como médica concursada na Polícia Científica do Paraná e foi diretora científica da Associação dos Médicos Legistas do Paraná. Pós-graduada em gestão da qualidade e segurança do paciente. Atua como médica perita particular, promove cursos para médicos sobre medicina legal e perícia médica.  CEO do Centro Avançado de Estudos Periciais (CAEPE), Perícia Médica Popular e Medprotec. Autora do livro “Alma da Perícia”. Doutoranda do departamento de patologia forense da USP Ribeirão Preto. Por: Caroline Daitx

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Ivo Ricardo Lozekam

Reforma tributária: Aumento de 100% dos impostos sobre serviços.

por: Ivo Ricardo Lozekam A União, estimou 7 anos para a implementação total, aumentando gradativamente a tributação. É estratégia. A dor irá aparecendo aos poucos ao longo do período.  2026 é apenas o ano do treinamento. As atividades econômicas necessárias à sobrevivência e perpetuação dos seres humanos, são divididas pelos economistas em três grandes grupos.   i)     Primário – agropecuária ou agronegócio.  ii)    Secundário – indústria da transformação, das leves as pesadas.   iii)    Terciário – mais diversos serviços, incluindo transportes aéreos, fluviais, terrestres e marítimos, logística, armazenagem, construção civil, hotelaria, saúde, e profissionais liberais, tecnologia da informação, streaming, internet, telefonia, entre outros. O PESO DO SETOR DE SERVIÇOS Segundo o IBGE, o setor terciário é responsável por 60% dos empregos formais no Brasil, e com o peso de 68% de participação no PIB.  Antes da reforma os serviços tinham o ISS nos impostos sobre consumo, cuja alíquota máxima era 5%.  Agora, com o IBS os serviços passam a ter a mesma alíquota de mercadorias, estimada até o momento em 18%, a alíquota do IBS.   Considerando os atuais 5% de ISS e 3,65% de PIS e COFINS a carga com a reforma mais do que dobra.  2026 é o ano do treinamento.  A União, estimou 7 anos para a implementação total, aumentando gradativamente a tributação. É estratégia. A dor irá aparecendo aos poucos ao longo do período.   CONCENTRAÇÃO DA TRIBUTAÇÃO PELA UNIÃO O governo federal, já tributa a renda ganha, e agora com a CBS, vai tributar a renda gasta na aquisição de bens e serviços necessários a sobrevivência humana. Sim pois a cobrança será na fonte, no ato da aquisição através do Split Payment.  Outro aspecto que evidencia esta concentração é a centralização da arrecadação dos hoje ICMS e ISS, pertencentes aos 27 estados e 5.600 municípios em um só cofre, o do Comitê Gestor, para depois ser distribuído, com base em critérios a serem definidos pelo próprio Comitê.    Tudo isto enquanto durar a transição da cobrança para o destino, que tem um período inicial previsto de 70 anos, a partir de 2033.  Período durante o qual o CGIBS terá mais poderes do que prefeitos e governadores, sendo que estes últimos foram eleitos pelo povo e correm o risco de perder sua autonomia.  O Agronegócio, terá um aumento de carga, a indústria terá efeito neutro, pois hoje no consumo já tem uma alíquota média que atinge os 28% estimados no IVA da reforma (atuais PIS, COFINS e ICMS já atingem este percentual.  A estratégia do governo é perfeita sob o ponto de vista de garantir a arrecadação, aumentar gradativamente o imposto ao longo de quase uma década, ou ir depenando o ganso lentamente, sem ele reclamar.  Tanto é verdade que já se propaga que para se preparar para a reforma tributária, as empresas deverão rever a formação de seus contratos e preços de venda, sim pois esta é uma reforma mais econômica do que tributária, em face do aumento de carga que está por vir.  O setor de serviços, será duramente penalizado como vimos acima.  O Sistema tributário precisa proteger a empregabilidade.  Aumentar os custos dos serviços pode impactar em seu consumo, com reflexos na contratação de mão de obra, ainda mais em tempos em que a Inteligência Artificial começa a substituir a presença humana em vários segmentos. Ivo Ricardo Lozekam: Tributarista, diretor da LZ Fiscal Assessoria e Administração Tributária, especialista em ICMS e créditos tributários. Atua como consultor e articulista em veículos como Migalhas, Thomson Reuters e IOB Editora, abordando temas como reforma tributária e guerra fiscal. É membro do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) e da Associação Paulista de Estudos Tributários (APET), sendo referência nacional em gestão e recuperação de créditos fiscais. LEIA TAMBÉM: Reforma Tributária – A centralização do poder em Brasília

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Atibaia Saneamento

Sem coleta de esgoto, milhares de brasileiras têm seus direitos básicos comprometidos

Pesquisa nacional evidência que carência estrutural amplia riscos, limita oportunidades e aprofunda vulnerabilidades O 8 de março, Dia Internacional da Mulher, convida à reflexão sobre desafios que ainda fazem parte da rotina feminina em várias regiões do país. Em muitas comunidades, famílias convivem com esgoto exposto, fornecimento irregular e ausência de infraestrutura adequada. Essa condição impõe obstáculos diários que recaem principalmente sobre as mulheres. O estudo “O Saneamento e a Vida da Mulher Brasileira 2022”, elaborado pelo Instituto Trata Brasil com base na PNADC (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) e em dados oficiais, aponta que cerca de 25% da população feminina não conta com abastecimento potável regular. O levantamento revela também que 41,4 milhões vivem em residências sem coleta, número superior aos 26,9 milhões registrados em 2016, com crescimento médio anual de 15,5% no período analisado. “Existe desigualdade porque nem todas as localidades recebem a mesma estrutura. Mesmo onde há rede instalada, quando ocorre interrupção, áreas centrais costumam ter solução mais rápida do que bairros afastados. Essa diferença pesa muito na rotina de quem mora longe”, relata Lara Aparecida Teixeira, 24 anos, moradora da região central de Atibaia. A pesquisa relaciona essa precariedade ao aumento de doenças de veiculação hídrica, à perda de tempo produtivo e à limitação de oportunidades profissionais. A ausência de atendimento básico amplia vulnerabilidades e reduz perspectivas de ascensão econômica. A universalização poderia retirar imediatamente centenas de milhares da situação de pobreza, além de gerar impacto positivo na economia nacional. Outro ponto ligado à ausência estrutural é a chamada pobreza menstrual, termo que descreve a dificuldade de acesso a absorventes, banheiro com privacidade e água corrente durante esse período do mês. Levantamento do UNICEF Brasil, divulgado em 2024, aponta que 37% de adolescentes e jovens enfrentam dificuldade para obter itens de higiene em escolas ou espaços públicos, enquanto 19% não possuem recursos financeiros para comprar absorventes de forma regular. A escassez de água tratada e instalações sanitárias adequadas agrava esse cenário que compromete dignidade e dificulta a continuidade dos estudos. “Garantir acesso universal a serviços primordiais significa criar condições reais para que mulheres tenham mais saúde, permaneçam na escola e elevem a participação no mercado de trabalho. A expansão da cobertura representa avanço social concreto e compromisso com igualdade”, afirma Mateus Banaco, diretor-geral da Atibaia Saneamento. Ao reforçar o significado da data, a concessionária destaca que ampliar a disponibilidade de ofertas essenciais representa uma medida concreta para enfrentar desigualdades históricas e contribuir para realidades mais justas de desenvolvimento social em todas as regiões do município. Sobre a Atibaia Saneamento: A empresa atua, desde 2013, por meio de um contrato de Parceria Público-Privada com duração de 30 anos junto a Saneamento Ambiental de Atibaia (SAAE). A empresa é responsável pelo sistema de esgotamento sanitário da cidade, atendendo cerca de 110 mil pessoas. Com investimentos contínuos, atua com mais de 120 colaboradores para expansão do sistema de esgoto a partir da instalação de novas ligações, implantação de redes de coleta, substituição e remanejamento da rede existente, entre outros serviços, com o objetivo de universalizar o acesso da população à coleta e tratamento do efluente. Desde 2017, faz parte do Grupo Iguá. Sobre a Iguá Saneamento: A Iguá Saneamento é uma das maiores empresas do setor de saneamento no Brasil, com operações em 121 municípios de seis estados: Alagoas, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe. A empresa presta serviços de saneamento básico que beneficiarão aproximadamente 6 milhões de pessoas nas áreas atendidas, por meio de concessões e parcerias público-privadas. A companhia é signatária do Pacto Global da ONU e atua nos Movimentos 2030, com foco na segurança hídrica, redução de emissões de CO₂ e aumento da diversidade na liderança. Saiba mais em www.igua.com.br.

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Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa

Adaptação a Rotina ou mudança de prumo?

Por: Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa Olá, queridos? Todos bem nessa nossa jornada de educar? Já tem criança adaptada e família nos eixos por aí? Ou estamos todos à deriva, seguindo apenas o balanço do mar ? 🛟 🆘️Não há fórmulas mágicas nem receitas de bolo para nos nortear…mas podemos dividir nossas angústias e compartilharmos dicas do que pode dar certo! 😉 Então, seguem algumas delas para que vocês possam fazer com as crianças : Vamos tentar colocar as dicas em prática? 📝 Nos avisem se deu certo ou não ! Se você mamãe, ou papai leitor tiverem dicas💡 de como vocês fazem, escrevam aqui pra redação! Quem sabe suas dicas não saem aqui em nossa coluna?🤩 Lembrando que estamos aqui para ouvir e orientar e que estamos com nossa Agenda Aberta para o grupo on-line de Orientação a pais! 📝 Nosso contato em Atibaia é:📲11 97345-5045🇧🇷✨️🇯🇵 Neuro Kids Atibaia/ Centro. Com carinho,Fernanda e Viviane! Fernanda Gabriela: Mestra em intervenção psicológica do desenvolvimento; neuropsicopedagoga; pós-graduada em gestão escolar, ABA, especialista em educação inclusiva; pós-graduanda em gestão em políticas públicas.   Professora universitária, conteudista e palestrante.  Coautora do livro A arte de educar.  Influencer educacional e consultora educacional. Viviane Moi Kikugawa: é neuropsicopedagoga, psicopedagoga, pedagoga, especialista em neurodesenvolvimento infantil e analista do comportamento em formação. Atua há 25 anos na área da Educação, sendo os últimos 8 anos com atuação no Japão; proprietária da Neuro Kids Japão/Brasil, localizada no Centro de Atibaia. LEIA TAMBÉM: Adaptação escolar é também familiar?

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Dom Mário Antônio da Silva é o novo arcebispo de Aparecida

O Papa Leão XIV nomeou, nesta segunda-feira, Dom Mário Antônio da Silva como novo arcebispo da Arquidiocese de Aparecida, transferindo-o da Arquidiocese de Cuiabá para a sede metropolitana que abriga o Santuário Nacional da Padroeira do Brasil. O Papa Leão XIV aceitou a renúncia apresentada por Dom Orlando Brandes ao governo pastoral da Arquidiocese Metropolitana de Aparecida (SP) e nomeou, nesta segunda-feira, 2 de março, Dom Mário Antônio da Silva como novo arcebispo metropolitano. Até então, ele exercia a função de arcebispo de Cuiabá (MT). Origem e formação Dom Mário Antônio da Silva nasceu em 17 de outubro de 1966, em Itararé (SP), na Diocese de Itapeva. Estudou Filosofia e Teologia no Seminário Diocesano Divino Mestre, em Jacarezinho (PR), e obteve licenciatura em Teologia Moral pela Pontifícia Academia Alfonsiana, em Roma. Foi ordenado sacerdote em 21 de dezembro de 1991, sendo incardinado na Diocese de Jacarezinho. Ao longo do ministério presbiteral, exerceu diversas funções pastorais e formativas, entre elas: diretor espiritual e reitor do Seminário Menor Nossa Senhora da Assunção; coordenador da Pastoral Vocacional; coordenador diocesano de Pastoral; professor de Teologia Moral; diretor espiritual do Seminário Maior Divino Mestre; pároco do Sagrado Coração de Jesus, em Jacarezinho (PR); e chanceler da Cúria Diocesana. No âmbito da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi 2º vice-presidente e presidente da Regional Norte 1. Ministério episcopal Nomeado bispo titular de Arena e auxiliar da Arquidiocese de Manaus em 9 de junho de 2010, recebeu a ordenação episcopal em 20 de agosto do mesmo ano. Em 22 de junho de 2016, foi nomeado bispo de Roraima e, em 23 de fevereiro de 2022, transferido para a Arquidiocese de Cuiabá como arcebispo metropolitano. Atualmente, é membro do Conselho do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida e presidente da Cáritas Brasileira. A Arquidiocese de Aparecida A Arquidiocese Metropolitana de Aparecida foi erigida em 19 de abril de 1958 e tem como igreja-mãe o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil. Seu território abrange municípios do Vale do Paraíba, no Estado de São Paulo, e é um dos principais centros de peregrinação católica do mundo, recebendo anualmente milhões de fiéis. A arquidiocese tem papel relevante na vida pastoral da Igreja no Brasil, especialmente na promoção da devoção mariana e no acolhimento dos romeiros de diversas regiões do país. Por: Thulio Fonseca – Vatican News

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Ivo Ricardo Lozekam

Reforma Tributária – A centralização do poder em Brasília

“Tributo é o elemento mais importante do poder” Ives Gandra Martins por: Ivo Ricardo Lozekam INTRODUÇÃO A Reforma tributária traz uma mudança profunda na estrutura de poder no brasil, uma reforma vertical que centraliza a arrecadação e a distribuição de recursos em Brasília, esvaziando a autonomia financeira de mais de 5.600 municípios e 27 unidades da federação. A pretexto de simplificar, optou-se por um modelo que concentra poder e enfraquece o pacto federativo. REFORMA HORIZONTALO Brasil tinha dois caminhos para reformar seu sistema tributário. O primeiro era a reforma horizontal, que consistiria em unificar as regras e legislações do ICMS (estadual) e do ISS (municipal), criando um padrão nacional para esses impostos, mas mantendo a arrecadação e a administração nas mãos dos próprios estados e municípios. Essa abordagem traria a simplificação desejada sem alterar drasticamente a distribuição de poder. REFORMA VERTICALContudo, o caminho escolhido foi o da reforma vertical. O IBS, que substitui o ICMS e o ISS, será arrecadado de forma centralizada por uma nova entidade: o Comitê Gestor do IBS.  Este órgão, sediado em Brasília, será responsável por recolher a totalidade da receita do novo imposto para, somente depois, redistribuí-la entre estados e municípios.  Na prática, governadores e prefeitos perdem o controle direto sobre suas principais fontes de receita. O COMITÊ GESTOR DO IMPOSTO – O NOVO EPICENTRO DO PODER Criado pela LC 214/25, o Comitê Gestor do IBS é o pilar da nova estrutura centralizadora. Composto por 54 representantes de estados e municípios, ele terá poderes imensos, incluindo a edição de normas, a fiscalização dos contribuintes e, o mais importante, o controle do fluxo de caixa que financia as políticas públicas em todo o país. Com essa mudança, a relação de poder se inverte. Governadores e prefeitos, eleitos democraticamente para administrar seus territórios, tornam-se dependentes das decisões e dos repasses de um comitê técnico-político em Brasília.  A autonomia para gerir o orçamento e responder às necessidades locais fica comprometida. Os entes federativos correm o risco de se tornarem meros “receptores de decisões, transformando o “federalismo” cooperativo em um “federalismo coercitivo”  Para que um governo possa implementar as políticas para as quais foi eleito (autonomia política) e administrar a máquina pública (autonomia administrativa), ele precisa de recursos e da previsibilidade de seu fluxo de caixa, através de autonomia financeira, que ora lhe é tirada.  Ao transferir essa gestão para o Comitê Gestor, a reforma transforma a autonomia financeira em uma miragem, deixando estados e municípios em uma posição de subordinação. Ao retirar a autonomia financeira de estados e municípios, o novo sistema tributário enfraquece o pacto federativo e cria uma dependência perigosa do poder central. A longo prazo, a perda de capacidade dos governos locais de responderem diretamente aos seus cidadãos pode ter consequências graves para a qualidade da democracia e dos serviços públicos em todo o país. A simplificação, nesse caso, pode custar caro demais. A LC 214/25 define que os critérios para distribuição do imposto serão estabelecidos, através do Regulamento do IBS, a ser criado pelo Comitê Gestor. Em outras palavras, o CGIBS irá distribuir o imposto aos Estados e Municípios com base nos critérios que ele mesmo estabelecer, o que, como sabemos, no Brasil, tende a ocorrer de acordo com a conveniência política.   Olhando por este ângulo, a reforma, cuja alíquota final do imposto ainda não conhecemos, deixa de ser reforma e passa a ser um projeto de poder, centralizado em Brasília, pelo menos até o ano de 2077, conforme estabelece o Art. 371 da LC 214/25, ou até 2096, nos termos do inciso II, art. 110 da LC 227/2026, prazos estabelecidos para o final da transição da cobrança efetiva no destino, período durante o qual o Comitê Gestor terá os poderes aqui mencionados neste artigo. Ivo Ricardo Lozekam: Tributarista, diretor da LZ Fiscal Assessoria e Administração Tributária, especialista em ICMS e créditos tributários. Atua como consultor e articulista em veículos como Migalhas, Thomson Reuters e IOB Editora, abordando temas como reforma tributária e guerra fiscal. É membro do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) e da Associação Paulista de Estudos Tributários (APET), sendo referência nacional em gestão e recuperação de créditos fiscais. LEIA TAMBÉM: A reforma das reformas, o fim da contribuição sobre a folha de pagamento.

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Douglas Galiazzo, Golpistas usam falsas encomendas para instalar vírus

Golpistas usam falsas encomendas para instalar vírus em celulares

Especialista alerta para riscos de escanear códigos desconhecidos e pagar taxas por produtos não solicitados Um novo tipo de fraude tem preocupado consumidores em todo o país: o chamado “golpe da encomenda”. A prática consiste no envio de produtos que não foram solicitados, geralmente acompanhados de um QR Code ou de uma suposta cobrança de taxa de entrega. Ao tentar entender do que se trata, a vítima escaneia o código ou acessa o link indicado e acaba fornecendo dados pessoais aos criminosos. De acordo com o advogado Douglas Galiazzo, professor do curso de Direito da Estácio, esse tipo de golpe não é exatamente novo, mas tem ganhado novas versões. “Golpe de encomenda ou golpe da taxa de entrega é um golpe que já está há um bom tempo sendo aplicado, ele só vai alternando as regiões onde são aplicadas e os produtos que estão sendo ofertados. A estratégia é adaptável e acompanha tendências de consumo para se tornar mais convincente”, explica o advogado. Os criminosos utilizam diferentes meios para abordar as vítimas. “Geralmente praticam este delito usando SMS, contato via WhatsApp, ligação telefônica ou apresentação de um QR Code para ser escaneado. Dessa forma, a vítima interage compartilhando dados, acessando links e fornecendo até mesmo dados sensíveis aos criminosos. Muitas vezes, o pretexto é o recebimento de um produto, promoção ou brinde que nunca foi comprado ou solicitado”, alerta o professor. Segundo o especialista, um dos principais riscos está justamente no uso de QR Codes desconhecidos. “Escanear um QR Code desconhecido pode levar a vítima para algum site ou conta bancária que não corresponda com a sua expectativa”, afirma. Além da captura de informações como RG, CPF, data de nascimento e senhas bancárias, também há o perigo da instalação de vírus ou outros programas maliciosos no celular ou computador, capazes de extrair dados confidenciais e ampliar os prejuízos. Para evitar cair na fraude, é fundamental desconfiar de qualquer cobrança relacionada a produtos não adquiridos. “O sinal mais visível é a cobrança de algum produto que você não comprou, o pagamento de uma taxa de entrega de algo que você não encomendou ou até mesmo de um presente que exigiria pagamento para ser recebido. Caso a pessoa perceba que forneceu dados por engano, a recomendação é agir rapidamente e trocar senhas de aplicativos bancários, redes sociais, e-mail e do próprio aparelho celular, reduzindo os riscos de novos acessos indevidos”, conclui Galiazzo. Sobre a Estácio Com mais de 55 anos de tradição, a Estácio se orgulha de liderar o caminho da inovação educacional no Brasil. Reconhecida por sua excelência acadêmica, pelo compromisso com o desenvolvimento de habilidades e competências e por possibilitar o acesso democratizado ao ensino de qualidade para milhares de alunos em todo o país, a instituição oferece uma ampla gama de serviços educacionais, incluindo formações profissionalizantes, cursos técnicos de nível médio, graduação, pós-graduação lato sensu (especialização e MBA), mestrado e doutorado stricto sensu, além de centenas de opções em cursos livres de aperfeiçoamento profissional. Com forte atuação social, a Estácio mantém um dos mais sólidos programas de Responsabilidade Social do setor educacional. Saiba mais em estacio.br.

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campanha de arrecadação para vítimas de fortes chuvas

Fundo Social de SP inicia campanha de arrecadação para vítimas de fortes chuvas

Mobilização recebe produtos de limpeza, água, roupas e alimentos para famílias afetadas em municípios do estado O Fundo Social de São Paulo iniciou, nesta semana, uma mobilização emergencial para arrecadar itens essenciais destinados às famílias em situação de vulnerabilidade afetadas pelas fortes chuvas que atingem diversos municípios paulistas. A iniciativa busca ampliar o atendimento às vítimas dos alagamentos e minimizar os impactos provocados pelo clima. O que doar A campanha concentra esforços na coleta de produtos considerados prioritários para garantir condições básicas de higiene, alimentação e proteção às famílias que tiveram casas invadidas pela água e perderam bens essenciais. São aceitos produtos de limpeza, água mineral, roupas novas ou usadas em bom estado de conservação e alimentos não perecíveis dentro do prazo de validade, ração para cães e gatos, itens de higiene pessoal e brinquedos. Outra forma de ajudar é por meio de doação via PIX, com qualquer valor, utilizando a chave: 44.111.698-0001/98 (CNPJ). Como doar As doações devem ser entregues no Centro de Distribuição do Fundo Social de São Paulo, localizado na Avenida Marechal Mário Guedes, 280, no Jaguaré, zona oeste da capital. O atendimento para recebimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. O espaço funciona como ponto de coleta, triagem e organização logística antes do encaminhamento aos municípios. Operações emergenciais O Fundo Social de São Paulo tem atuado em articulação com a Defesa Civil do Estado e com as prefeituras para mapear as áreas mais atingidas e direcionar os itens conforme a demanda. A distribuição tem sido realizada de forma coordenada, com o objetivo de garantir agilidade no atendimento às famílias desalojadas ou desabrigadas. Até o momento, 11 municípios já foram atendidos com ajuda humanitária: Mongaguá, Peruíbe, Santos, Ubatuba, Franco da Rocha, Taubaté, Piracaia, Atibaia, Monte Mor, Guarulhos e Itapecerica da Serra.

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Adaptação escolar é também familiar?

Olá, queridos? Como estão? Já tem criança com dificuldades na adaptação escolar por aí? 🆘 Ou a dificuldade maior tem sido da família? Durante todos esses anos trabalhando com a Primeira infância, vivenciamos diversas situações. Adaptação ainda é um tabu , tanto para crianças quanto para as famílias! Essa época pós carnaval , consideramos a fase mais crítica! Principalmente quando o início das aulas coincidem com a semana de carnaval. Com pouco espaço de tempo entre a semana adaptativa e a folga do feriadão!🎉 E sempre no Pós carnaval as “surpresas” acontecem: a criança que ia feliz todos os dias para a escola, começa a chorar, a ter crises desde antes de sair de casa. E os pais, costumam acreditar que algo aconteceu na escola , uma vez que anteriormente a criança não apresentava esse comportamento, ou que estava indo bem na fase de adaptação… Isso já aconteceu por aí? Se sim, acalmem o coração : está tudo bem! Imaginem vocês ,estarem num ambiente que nunca viram pela primeira vez : gente desconhecida, cheiro, temperatura, lugar , tudo diferente . Assim é o primeiro contato na escola . Como experiência, existem aqueles que vão amar conhecer tudo , e outros que vão estranhar. Até que as idas diariamente se tornam rotina . O choro se torna pontual ( somente nas despedidas), mas já se sabe que tem um prazo para voltar para casa. Porém, quando tudo está no eixo; chega o carnaval com um feriadão – férias no combo !!! 🥳🥳🥳 Então, quando a criança percebe que retornar à escola lhe trará aquela rotina de antes; é comum que passe a ter comportamentos diferentes de antes! O que vocês, pais, precisam fazer ???Serem firmes ! Mostrar à criança que a escola é um lugar seguro, onde poderá crescer em todos os departamentos ! Pontuem-lhe o prazer de estar com novos amigos , digam-lhe o quanto confiam na professora! Jamais façam o contrário ! Infelizmente, vivenciamos muitos casos onde as famílias endossam o sofrimento do filho, mostrando-se mais inseguras que os filhos … e se tornam casos “desastrosos” na adaptação!Sabemos como mães, que essa fase também é complexa para nosso “ninho” pois ,de certa forma ,” dói” ficar longe do filho… mas isso é pauta para um outro dia! Nos contem como tem sido essa fase por aí? Essa fase longa de adaptação e readaptação tem sido tranquila?Caso sintam necessidade em serem ouvidos e acolhidos, estamos aqui para ouvir e orientar!Nosso contato em Atibaia. 📲11 97345-5045🇧🇷✨️🇯🇵 Neuro Kids Atibaia/ Centro. Não hesitem em nos procurar, Com carinho. Fernanda Gabriela: Mestra em intervenção psicológica do desenvolvimento; neuropsicopedagoga; pós-graduada em gestão escolar, ABA, especialista em educação inclusiva; pós-graduanda em gestão em políticas públicas.   Professora universitária, conteudista e palestrante.  Coautora do livro A arte de educar.  Influencer educacional e consultora educacional. Viviane Moi Kikugawa: é neuropsicopedagoga, psicopedagoga, pedagoga, especialista em neurodesenvolvimento infantil e analista do comportamento em formação. Atua há 25 anos na área da Educação, sendo os últimos 8 anos com atuação no Japão; proprietária da Neuro Kids Japão/Brasil, localizada no Centro de Atibaia.

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Jornal Estância de Atibaia
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