Category: Destaque

Polícia militar prende indivíduo procurado pelo crime de furto em Atibaia.

Polícia militar prende indivíduo procurado pelo crime de furto em Atibaia.

Delegacia de polícia de Atibaia – foto: 34ºBPMi Na manhã de terça-feira (9), policiais militares da 3ª Companhia do 34° BPM/I realizavam uma operação de saturação nos bairros Cerejeiras e Imperial, em Atibaia, quando avistaram um indivíduo na via pública que demonstrou elevado nervosismo com a aproximação da viatura, o que motivou a abordagem. Durante a revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado. No entanto, após consulta aos sistemas COPOM e Muralha Paulista, constatou-se a existência de um mandado de prisão em aberto contra o abordado, com base no artigo 155 (crime de furto) do Código Penal. Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao indivíduo, que foi conduzido ao Plantão Policial de Atibaia, onde permaneceu à disposição da Justiça.

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Escola de Gastronomia abre turma para crianças, em Atibaia.

Escola de Gastronomia abre turma para crianças, em Atibaia.

Escola de Gastronomia abre turma para crianças, em Atibaia. Tem criança na cozinha!!! Curso de gastronomia desperta o chef interior dos pequenos Que tal presentear os pequenos com algo além de brinquedos convencionais? Em um mundo totalmente integrado as tecnologias, os pais buscam alternativas para manter os pequenos longe das telas. Uma excelente opção é o curso “Gourmetzinho” que chega com uma proposta única, oferecendo um presente que une diversão, aprendizado e o sabor delicioso da culinária. Projetado exclusivamente para crianças de 7 a 12 anos, este curso oferece uma jornada cativante e educativa no universo saboroso da gastronomia. Explorando desde a produção completa de refeições até alternativas saudáveis aos produtos industrializados, os participantes do “Gourmetzinho” mergulharão em atividades dinâmicas que não apenas ensinam sobre alimentos, mas também destacam a importância da colaboração social na cozinha. E o mais importante, não é utilizado fogão a gás, e sim, indução! Segurança é tudo! Com base na sólida estrutura da BNCC – Base Nacional Comum Curricular, este curso vai além, incorporando atividades que promovem competências essenciais da educação básica. Adicionalmente, os pequenos chefs serão introduzidos aos pilares de sustentabilidade e à importância de escolhas alimentares saudáveis para o cotidiano. Destacando-se pelo incentivo à autonomia, o “Gourmetzinho” não apenas ensina na sala de aula, mas inspira os alunos a levarem suas habilidades para casa, compartilhando momentos culinários significativos com suas famílias. “Eu aprendi a usar os utensílios e consegui até fazer uma pizza!!! Eu gosto de fazer doces e bolos e gostei bastante da aula de família” relata Luiz Felipe de Oliveira, 10 anos, aluno do Instituto Gourmet. Sobre o Instituto Gourmet O Instituto Gourmet é a maior rede de escolas especializadas em cursos profissionalizantes na área de gastronomia. Criado para quem deseja se familiarizar com a cozinha, ingressar no mercado gastronômico ou obter formação profissional na área, o Instituto oferece opções de cursos com flexibilidade nos horários, aulas práticas, infraestrutura preparada e foco na interação do profissional. Informações: Christian Silva – Diretor do Instituto Gourmet de Atibaia Tel.: (12) 99799-8738 sp.atibaia@institutogourmet.com

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Comissão de Educação aprova projeto que proíbe celular em escolas.

Comissão de Educação aprova projeto que proíbe celular em escolas.

Celular em escolas – foto: Rovena Rosa/Agência Brasil Medida vale para instituições públicas e particulares Projeto de lei aprovado pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados proíbe o uso de telefone celular e de outros aparelhos eletrônicos portáteis por alunos da educação básica em escolas públicas e particulares, inclusive no recreio e nos intervalos entre as aulas. Para proteger a criança de até 10 anos de idade de possíveis abusos, o texto proíbe também o porte de celular por alunos da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental. O projeto autoriza o uso de celular em sala de aula para fins estritamente pedagógicos, em todos os anos da educação básica. Permite ainda o uso para fins de acessibilidade, inclusão e condições médicas. Projeto reformulado O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), ao Projeto de Lei 104/15 do deputado Alceu Moreira (MDB-RS), e a outras 13 proposições que tramitam em conjunto e tratam do mesmo assunto. Diego Garcia levou em consideração diversos estudos e contribuições para elaborar parecer. O relator considerou que o uso e o porte de aparelhos eletrônicos na escola para crianças de até 10 anos de idade podem ser adiados e substituídos por atividades físicas e de socialização, que serão essenciais nos anos seguintes. “Preocupam-nos estudos recentes sobre acesso a conteúdo impróprio como pornografia, drogas, violência, linguagem imprópria e apostas eletrônicas”, afirmou Garcia. Para ele, pais que acreditam que o porte de celular, nessa fase, é instrumento de segurança devem olhar também para os desafios e prejuízos que o uso de celulares nas escolas pode trazer. “Crianças nessa faixa etária não têm maturidade para discernir quando e como usar esses dispositivos de forma adequada.” Exceções Para Garcia, a partir dos 11 anos a capacidade de autorregulação dos alunos é maior e a maior demanda por interações digitais para as relações sociais e as atividades escolares torna inevitável o porte dos celulares na escola. “O uso fica autorizado, em sala de aula, para fins pedagógicos e didáticos, conforme orientação do docente e dos sistemas de ensino, para evitar as distrações”, destacou. Sobre a permissão de uso aos alunos com deficiência, mesmo na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, independentemente da atividade pedagógica, a ideia é garantir a acessibilidade cada vez mais frequente na forma de aplicativos. “Incluímos também os casos de condições de saúde, como a medição de glicemia por diabéticos. Esses usos são exceção”, esclareceu o relator. Sofrimento psíquico De acordo com o projeto, as redes de ensino e as escolas deverão abordar o tema do sofrimento psíquico e da saúde mental dos alunos da educação básica, apresentando a eles informações sobre riscos, sinais e prevenção do sofrimento, incluindo o decorrente do uso imoderado de celulares e do acesso a conteúdos impróprios. Também os professores deverão ser treinados para detectar sinais sugestivos de sofrimento psíquico e mental. As escolas, por sua vez, deverão oferecer espaços de escuta e de acolhimento para alunos ou funcionários em sofrimento psíquico e mental, principalmente decorrentes do uso imoderado de telas e nomofobia, que é a angústia provocada pela ausência do celular. Próximos passos O projeto será analisado agora, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Para virar lei, a proibição precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores. Fonte: Agência Brasil

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Tarcísio de Freitas sanciona lei que proíbe uso de celulares em escolas públicas e particulares de SP.

Tarcísio de Freitas sanciona lei que proíbe uso de celulares em escolas públicas e particulares de SP.

Tarcísio de Freitas sanciona lei que proíbe uso de celulares Projeto foi aprovado por unanimidade, em novembro, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e entra em vigor a partir do ano letivo de 2025 O governador Tarcísio de Freitas sancionou nesta quinta-feira (5) o projeto de lei (PL) que proíbe a utilização de aparelhos de celular por estudantes em escolas públicas e particulares do estado de São Paulo. O PL 293/2024 foi aprovado por unanimidade, por 42 deputados, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) durante sessão em novembro. As novas regras para o uso de dispositivos eletrônicos com acesso à internet em unidades escolares passam a valer a partir do ano letivo de 2025. Com a sanção, São Paulo é o primeiro estado brasileiro a adotar medidas de uso mais consciente de dispositivos eletrônicos no ambiente escolar com objetivo de melhorar o aprendizado e a convivência entre estudantes, professores e instituições. Para o secretário da Educação Renato Feder, o momento exige escuta e diálogo com a comunidade escolar e com a sociedade civil. “Vamos desenvolver um amplo trabalho de conscientização com objetivo de preparar nossos alunos para essa nova realidade, muito bem-vinda mas que exige adaptação”, afirma. O texto de autoria da deputada Marina Helou é substitutivo ao de 2007 e amplia os tipos de aparelhos vetados nas escolas. Além de celular, não será permitido o uso de tablets, relógios inteligentes e outros dispositivos similares. Outra novidade do PL é a determinação das escolas e secretarias de educação (estadual e municipais) de estabelecer protocolos para o armazenamento durante o período escolar. A utilização dos dispositivos será permitida para fins pedagógicos, no acesso a conteúdos digitais ou a ferramentas educacionais, e quando houver necessidade de auxílio tecnológico para alunos com deficiência. Os eletrônicos serão suspensos no intervalo entre as aulas, recreios e atividades extracurriculares. Para a comunicação dos estudantes durante esse período, a orientação é de que as escolas estabeleçam canais acessíveis entre pais e/ou responsáveis e a instituição de ensino. “A lei não significa a extinção da tecnologia da educação, sabemos que aliada a bons materiais didáticos e um corpo docente bem formado e informado, ela pode potencializar a aprendizagem, a partir do desenvolvimento de novas habilidades e ampliação do conhecimento”, conclui o secretário. Rede estadual de São Paulo Desde 2023, a Secretaria da Educação de São Paulo (Seduc-SP) mantém regras para o uso de celular em salas de aulas da rede estadual de ensino. Os aparelhos são permitidos exclusivamente para fins pedagógicos. Estão restritos ainda o acesso a aplicativos e plataformas sem fins educativos em salas de aula por meio da rede de internet cabeada e Wi-Fi nas escolas.

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