Category: Colunistas

Por que muitos paulistas estão optando por construir em Atibaia?

Por que muitos paulistas estão optando por construir em Atibaia?

Por que muitos paulistas estão optando por construir em Atibaia? Que a cidade de São Paulo é a maior do Brasil todos já sabem, porém, os municípios localizados no interior do estado estão cada vez mais fortes com as demandas de novos moradores para explorar suas belezas naturais e um ambiente mais seguro. Diferente de quem opta por trocar a cidade pelas cidades do litoral, o interior paulista traz uma sensação diferente de segurança e conforto. Com o verde espalhado por todos os cantos, o paulistano começa a ir muito mais para o interior em busca da tão sonhada qualidade de vida. Entre as mais variadas opções aos paulistas, a cidade de Atibaia tem se tornado um grande chamariz para as construtoras e principalmente aos que ostentam o sonho de construir uma casa de descanso no interior. Atibaia Localizada no interior de São Paulo, Atibaia conta com mais de 150 mil habitantes e abrange em seu território 57% de zona rural e 43% de área urbana. Quando esses dois lados se juntam, o visitante, principalmente da capital, costuma sonhar com uma vida bem diferente da correria na cidade grande e explora o sossego aos feriados e finais de semana. Segurança Aos paulistanos que desejam casas para comprar em Atibaia, um dos pontos que mais chamam a atenção é a segurança. O governo local investe pesado nos cofres públicos para evitar que seus moradores sejam importunados. A ordem nos bastidores de Atibaia é dar ao morador e, principalmente aos visitantes, uma sensação de conforto para tocar a vida sem maiores problemas. Só para exemplificar o que citamos acima, em pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, o município registrou uma taxa de 3,2 homicídios estimados por 100 mil habitantes. Isso significa que é a menor taxa no estado de São Paulo e a segunda no ranking nacional. Por esse fator, construir uma casa no município significa não apenas ter uma melhora no seu dia-a-dia, mas como também é uma sensação de segurança bem diferente do que ocorre na capital do estado. Valor do Metro quadrado Devido a esse investimento do governo local nos últimos anos, a valorização no município é significativa e reflete no mercado imobiliário. O preço do metro quadrado na cidade está em R$9.352, um dos mais valorizados do estado paulista. Sendo assim, essa alta reflete em ótimos negócios para quem vai negociar um terreno na região como também quem possui um imóvel na cidade e aproveita para conseguir um valor maior na hora de vender ou alugar. O que fazer em Atibaia? Devido ao boom dos últimos tempos, Atibaia apresenta uma infinidade de opções de lazer aos moradores e visitantes que aproveitam para explorar seus espaços. Confira algumas opções: Centro Histórico O centro é uma região famosa da cidade. As ruas em paralelepípedos dão a total sensação de interior e diferente de outras cidades, o local é menos agitado, o que faz o passeio ser mais tranquilo. Terra do Morango Conhecida por ser a terra do morango, Atibaia se destaca na área agrícola e investe pesado na plantação da fruta. Além disso, em setembro, o município realiza a festa do morango e atrai muitos visitantes. Pedra Grande O verdadeiro cartão postal da cidade é a Pedra Grande. Com mais de 1.418 metros de altura, o local dá a oportunidade de mais contato com a natureza e a chance de realizar esportes radicais.

Leia mais »
Atibaia: O Pulsar de um Futuro Brilhante

Atibaia: O Pulsar de um Futuro Brilhante

João Pedro Almeida – Diretor Franqueado do Instituto Gourmet Imagine uma cidade onde o progresso se mistura harmoniosamente com a natureza exuberante, criando um cenário vibrante de possibilidades e qualidade de vida. Essa cidade é Atibaia, um verdadeiro polo de desenvolvimento e inovação que está se destacando no estado de São Paulo. Um Futuro Promissor no Setor de Serviços O setor de serviços em Atibaia não está apenas crescendo, ele está explodindo com novas oportunidades! O turismo, sempre um dos pilares da cidade, está se reinventando com investimentos robustos em infraestrutura. Agora, Atibaia não é apenas um destino, é uma experiência imperdível para quem busca hospitalidade, cultura e entretenimento. E não para por aí: O setor de saúde e educação também estão em plena expansão, atraindo talentos e empresas que querem fazer parte desse movimento transformador. Agroindústria: A Revolução Verde A riqueza da terra de Atibaia é lendária, mas o futuro promete ainda mais. Com a agroindústria em ascensão, a cidade está prestes a se tornar um verdadeiro epicentro de inovação agrícola. Novas tecnologias de cultivo e parcerias com empresas de biotecnologia estão transformando os campos em laboratórios a céu aberto, prontos para revolucionar a produção e conquistar o mercado internacional. O morango, a flor e tantos outros produtos locais não são mais apenas ícones são símbolos de uma nova era de crescimento sustentável e inovação. O Ponto Estratégico de Logística que o Mundo Precisa Atibaia é o coração pulsante da logística. Com sua localização privilegiada entre os maiores centros urbanos do Brasil e acesso fácil às principais rodovias e ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, a cidade se transformou no sonho de toda empresa que deseja otimizar suas Operações. Atibaia despertou a atenção de Grandes players e o futuro promete com novos centros logísticos, industriais aquecendo a economia e gerando novas oportunidades de emprego e Desenvolvimento. Inovação e Sustentabilidade: O Novo Norte de Atibaia Atibaia não é apenas um local para fazer negócios é um lugar onde o futuro é escrito com responsabilidade e inovação. Com políticas públicas voltadas para a preservação ambiental e um forte incentivo ao uso de energias renováveis, a cidade está se tornando um laboratório de ideias verdes. Para as empresas de tecnologia limpa e energias renováveis, Atibaia é mais do que um destino, é um parceiro na construção de um futuro mais sustentável e próspero. À medida que o futuro se aproxima, Atibaia se revela como uma terra de oportunidades infinitas. Cada novo investimento, cada novo empreendimento, não é apenas uma conquista para a cidade é uma chance para você se conectar com um movimento maior, que está transformando sonhos em realidade. Agora é o momento de agir. Atibaia está chamando, e com ela, o futuro que você sempre Desejou, bora fazer parte dessa revolução? É hora de transformar sua ambição em sucesso, sua visão em impacto. Vamos juntos construir esse futuro vibrante e cheio de energia

Leia mais »
Comissão de Educação aprova projeto que proíbe celular em escolas.

Comissão de Educação aprova projeto que proíbe celular em escolas.

Celular em escolas – foto: Rovena Rosa/Agência Brasil Medida vale para instituições públicas e particulares Projeto de lei aprovado pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados proíbe o uso de telefone celular e de outros aparelhos eletrônicos portáteis por alunos da educação básica em escolas públicas e particulares, inclusive no recreio e nos intervalos entre as aulas. Para proteger a criança de até 10 anos de idade de possíveis abusos, o texto proíbe também o porte de celular por alunos da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental. O projeto autoriza o uso de celular em sala de aula para fins estritamente pedagógicos, em todos os anos da educação básica. Permite ainda o uso para fins de acessibilidade, inclusão e condições médicas. Projeto reformulado O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), ao Projeto de Lei 104/15 do deputado Alceu Moreira (MDB-RS), e a outras 13 proposições que tramitam em conjunto e tratam do mesmo assunto. Diego Garcia levou em consideração diversos estudos e contribuições para elaborar parecer. O relator considerou que o uso e o porte de aparelhos eletrônicos na escola para crianças de até 10 anos de idade podem ser adiados e substituídos por atividades físicas e de socialização, que serão essenciais nos anos seguintes. “Preocupam-nos estudos recentes sobre acesso a conteúdo impróprio como pornografia, drogas, violência, linguagem imprópria e apostas eletrônicas”, afirmou Garcia. Para ele, pais que acreditam que o porte de celular, nessa fase, é instrumento de segurança devem olhar também para os desafios e prejuízos que o uso de celulares nas escolas pode trazer. “Crianças nessa faixa etária não têm maturidade para discernir quando e como usar esses dispositivos de forma adequada.” Exceções Para Garcia, a partir dos 11 anos a capacidade de autorregulação dos alunos é maior e a maior demanda por interações digitais para as relações sociais e as atividades escolares torna inevitável o porte dos celulares na escola. “O uso fica autorizado, em sala de aula, para fins pedagógicos e didáticos, conforme orientação do docente e dos sistemas de ensino, para evitar as distrações”, destacou. Sobre a permissão de uso aos alunos com deficiência, mesmo na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, independentemente da atividade pedagógica, a ideia é garantir a acessibilidade cada vez mais frequente na forma de aplicativos. “Incluímos também os casos de condições de saúde, como a medição de glicemia por diabéticos. Esses usos são exceção”, esclareceu o relator. Sofrimento psíquico De acordo com o projeto, as redes de ensino e as escolas deverão abordar o tema do sofrimento psíquico e da saúde mental dos alunos da educação básica, apresentando a eles informações sobre riscos, sinais e prevenção do sofrimento, incluindo o decorrente do uso imoderado de celulares e do acesso a conteúdos impróprios. Também os professores deverão ser treinados para detectar sinais sugestivos de sofrimento psíquico e mental. As escolas, por sua vez, deverão oferecer espaços de escuta e de acolhimento para alunos ou funcionários em sofrimento psíquico e mental, principalmente decorrentes do uso imoderado de telas e nomofobia, que é a angústia provocada pela ausência do celular. Próximos passos O projeto será analisado agora, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Para virar lei, a proibição precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores. Fonte: Agência Brasil

Leia mais »
O alarmante crescimento dos erros médicos.

O alarmante crescimento dos erros médicos.

Natália Soriani A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou recentemente um relatório revelador sobre a ocorrência crescente de erros médicos globalmente, com maior incidência entre indivíduos de camadas sociais mais pobres. Esses dados reforçam uma preocupação mundial em relação à qualidade do atendimento médico, especialmente em países de baixo e médio rendimento. E o Anuário de Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), destacou um dado alarmante: cinco pessoas morrem a cada minuto no Brasil devido a erros médicos. O relatório da OMS também destaca que 40% dos pacientes em tratamento ambulatorial sofrem com erros médicos, enquanto esse índice cai para 10% no ambiente hospitalar. A situação é ainda mais crítica nos países de baixa e média renda, onde cerca de 2,6 milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência de tratamentos inadequados. Um erro médico, quando adequadamente identificado, pode ser caracterizado de três formas: como imprudência, consistindo na tomada de condutas de forma precipitada, sem que haja justificativa nos protocolos científicos existentes; como negligência, na qual o profissional não realiza certas medidas exigíveis para o caso em questão; ou como imperícia, que consiste na prática de determinada atividade médica sem capacitação necessária. No Brasil, o problema reflete-se também no aumento de demandas judiciais. Em 2021, foram registradas 500 mil ações relacionadas à saúde, e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contabilizou aproximadamente 35 mil processos por erro médico, uma média de 95,8 processos diários. A ampliação do acesso à justiça e a conscientização dos direitos dos pacientes impulsionam esses números, destacando a urgência de medidas que assegurem a qualidade no atendimento e na formação médica. Esses dados reforçam a necessidade de iniciativas para melhorar o preparo dos profissionais de saúde, além de investimentos em segurança assistencial para reduzir o número de incidentes e garantir um atendimento digno a toda a população. A judicialização de um erro médico é um processo que visa buscar reparação judicial para danos causados por falhas no atendimento de saúde. Esse procedimento exige uma análise criteriosa e a apresentação de provas que demonstrem a ocorrência de erro, a responsabilidade do profissional de saúde ou da instituição, e o dano causado ao paciente. Em caso de erro médico, o paciente deve solicitar à instituição de saúde uma cópia do prontuário médico, o documento que contém o histórico de atendimentos, procedimentos realizados e medicações administradas. Esse documento é essencial como prova. Além disso, deve reunir exames laboratoriais, relatórios de imagem, laudos médicos e receitas que possam comprovar o tratamento recebido. E podem ser importantes outros documentos, como, anotações, receitas médicas, correspondências e qualquer documento que relate o atendimento e os sintomas. Outro fator essencial para comprovar o erro é a perícia médica. A perícia médica analisa tecnicamente se houve erro, imprudência, negligência ou imperícia por parte do médico ou da instituição. Em geral, a perícia é solicitada pelo juiz durante o processo. No entanto, alguns advogados podem indicar a realização de uma perícia preliminar, realizada por um perito particular, para fortalecer o pedido judicial. A conscientização sobre os direitos dos pacientes e o avanço da judicialização são sinais de que a sociedade está atenta, exigindo um atendimento mais seguro e responsável. Essa pressão, espera-se, deve incentivar a implementação de práticas mais rigorosas e seguras, resguardando não apenas a vida dos pacientes, mas também a integridade do sistema de saúde. Natália Soriani Advogada e sócia do escritório Natália Soriani Advocacia

Leia mais »
Dia da Consciência Negra: Personagens negros que marcaram a História do Brasil.

Dia da Consciência Negra: Personagens negros que marcaram a História do Brasil.

Dia da Consciência Negra: Personagens negros que marcaram a História do Brasil Para o professor Pedro Rennó, da Plataforma Professor Ferretto, a importância do Dia da Consciência Negra vai além da celebração e do reconhecimento dos ícones históricos, passando pela reflexão social No dia 20 de novembro, o Brasil celebra o Dia da Consciência Negra, uma data importante para reconhecer a luta e a resistência da população negra ao longo de sua história. O dia foi escolhido em homenagem a Zumbi dos Palmares, figura emblemática da resistência negra no país e um dos líderes do Quilombo dos Palmares, símbolo da luta contra a escravidão no Brasil colonial. A data foi instituída oficialmente em 2003, mas só em 2011 passou a ser feriado em alguns estados e municípios brasileiros. Ela não só marca uma homenagem a Zumbi, mas também é um momento de reflexão sobre as contribuições, desafios e a história dos negros no Brasil. “O Dia da Consciência Negra é essencial para reconhecer as injustiças históricas que a população negra enfrenta e para valorizar a sua cultura e luta”, comenta o professor de História Pedro Rennó, da plataforma Professor Ferretto. Além de Zumbi, outras figuras negras marcaram a história do país com suas lutas e legados. Saiba quem foram alguns deles: Dandara dos Palmares Dandara dos Palmares foi uma guerreira e líder dentro do próprio Quilombo dos Palmares, ao lado de Zumbi. Ela foi uma mulher que desafiou as normas de sua época, atuando na linha de frente das batalhas contra os soldados coloniais e defendendo o quilombo com habilidades de combate. “Dandara também se dedicou a criar estratégias para o desenvolvimento da comunidade quilombola, promovendo a autonomia e a preservação das tradições africanas. Sua história representa a força e a coragem das mulheres negras na luta pela liberdade e pela preservação da identidade cultural afro-brasileira”, diz Rennó. Luiza Mahin Luiza Mahin foi uma importante figura no movimento de resistência negra do século XIX. Nascida livre na África e trazida ao Brasil, Mahin foi uma das organizadoras da Revolta dos Malês, uma insurreição de escravizados muçulmanos que aconteceu na Bahia em 1835. “A figura de Luiza Mahin representa a resistência cultural e religiosa da população negra contra a imposição de valores coloniais e a luta ativa por liberdade e justiça”, conta Rennó. Dragão do Mar Francisco José do Nascimento, conhecido como Dragão do Mar, foi um líder abolicionista cearense que lutou pelo fim do tráfico de escravos. Marinheiro e prático de navio, ele se destacou em 1881 ao se recusar a transportar escravizados nos portos do Ceará, ato que paralisou o comércio de escravos na região.” Essa resistência teve grande impacto, tornando o Ceará o primeiro estado brasileiro a abolir a escravidão em 1884. Dragão do Mar é lembrado como símbolo da luta abolicionista e da resistência aos sistemas opressivos que sustentavam a escravidão no Brasil”, explica oprofessor. Luiz Gama Luiz Gama foi um advogado, jornalista, poeta e ativista abolicionista que usou suas habilidades legais e intelectuais para lutar pela liberdade de milhares de escravizados no Brasil. Filho de uma africana livre, foi vendido como escravo pelo próprio pai ainda criança, mas conseguiu sua liberdade na juventude. “Luiz Gama foi um dos primeiros e mais influentes advogados negros do país, defendendo judicialmente a liberdade de mais de 500 escravizados com base em argumentos legais que contestavam a legitimidade da escravidão”, conta Rennó. Maria Felipa Maria Felipa de Oliveira foi uma heroína da luta pela independência do Brasil na Bahia. Nascida em uma comunidade quilombola em Itaparica, no século XIX, ela era marisqueira e se destacou durante a Guerra da Independência contra as tropas portuguesas. “Maria Felipa liderou um grupo de mulheres negras, indígenas e pescadores que incendiaram embarcações portuguesas para enfraquecer o inimigo e impedir a chegada de reforços. Ela também é lembrada por sua habilidade em mobilizar e liderar uma comunidade para lutar pela liberdade”, diz Rennó. Para o professor, a importância do Dia da Consciência Negra vai além da celebração e do reconhecimento dos ícones históricos: “É um momento para refletirmos sobre o presente. É fundamental que a sociedade entenda o peso do racismo estrutural e promova a inclusão e a justiça social, diz.” Hoje, a data é lembrada em escolas, universidades e instituições culturais em todo o Brasil, onde são realizadas palestras, debates, apresentações culturais e homenagens. O objetivo é promover o debate sobre o impacto da escravidão e do racismo, além de inspirar as novas gerações a darem continuidade à luta por igualdade e respeito.

Leia mais »
Tarcísio de Freitas sanciona lei que proíbe uso de celulares em escolas públicas e particulares de SP.

Tarcísio de Freitas sanciona lei que proíbe uso de celulares em escolas públicas e particulares de SP.

Tarcísio de Freitas sanciona lei que proíbe uso de celulares Projeto foi aprovado por unanimidade, em novembro, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e entra em vigor a partir do ano letivo de 2025 O governador Tarcísio de Freitas sancionou nesta quinta-feira (5) o projeto de lei (PL) que proíbe a utilização de aparelhos de celular por estudantes em escolas públicas e particulares do estado de São Paulo. O PL 293/2024 foi aprovado por unanimidade, por 42 deputados, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) durante sessão em novembro. As novas regras para o uso de dispositivos eletrônicos com acesso à internet em unidades escolares passam a valer a partir do ano letivo de 2025. Com a sanção, São Paulo é o primeiro estado brasileiro a adotar medidas de uso mais consciente de dispositivos eletrônicos no ambiente escolar com objetivo de melhorar o aprendizado e a convivência entre estudantes, professores e instituições. Para o secretário da Educação Renato Feder, o momento exige escuta e diálogo com a comunidade escolar e com a sociedade civil. “Vamos desenvolver um amplo trabalho de conscientização com objetivo de preparar nossos alunos para essa nova realidade, muito bem-vinda mas que exige adaptação”, afirma. O texto de autoria da deputada Marina Helou é substitutivo ao de 2007 e amplia os tipos de aparelhos vetados nas escolas. Além de celular, não será permitido o uso de tablets, relógios inteligentes e outros dispositivos similares. Outra novidade do PL é a determinação das escolas e secretarias de educação (estadual e municipais) de estabelecer protocolos para o armazenamento durante o período escolar. A utilização dos dispositivos será permitida para fins pedagógicos, no acesso a conteúdos digitais ou a ferramentas educacionais, e quando houver necessidade de auxílio tecnológico para alunos com deficiência. Os eletrônicos serão suspensos no intervalo entre as aulas, recreios e atividades extracurriculares. Para a comunicação dos estudantes durante esse período, a orientação é de que as escolas estabeleçam canais acessíveis entre pais e/ou responsáveis e a instituição de ensino. “A lei não significa a extinção da tecnologia da educação, sabemos que aliada a bons materiais didáticos e um corpo docente bem formado e informado, ela pode potencializar a aprendizagem, a partir do desenvolvimento de novas habilidades e ampliação do conhecimento”, conclui o secretário. Rede estadual de São Paulo Desde 2023, a Secretaria da Educação de São Paulo (Seduc-SP) mantém regras para o uso de celular em salas de aulas da rede estadual de ensino. Os aparelhos são permitidos exclusivamente para fins pedagógicos. Estão restritos ainda o acesso a aplicativos e plataformas sem fins educativos em salas de aula por meio da rede de internet cabeada e Wi-Fi nas escolas.

Leia mais »
Premiada nutricionista de Atibaia escreve capítulo no primeiro livro do Hospital do Coração (HCor).

Premiada nutricionista de Atibaia escreve capítulo no primeiro livro do Hospital do Coração (HCor).

Nutricionista de Atibaia Mariana Leite Hospital do Coração (HCor) Na última quinta-feira, 30 de janeiro, foi realizado o lançamento do primeiro livro multidisciplinar do Hospital do Coração (HCor), hospital referência em cardiologia da cidade de São Paulo. A obra, focada no cuidado integrado e nas abordagens terapêuticas realizadas dentro do ambiente hospitalar, contou com a contribuição de renomados profissionais da saúde, entre eles, a nutricionista Mariana Leite, que foi convidada a escrever um capítulo sobre Protocolo em Terapia Nutricional. Formada em Nutrição desde 2011, com especialização em terapia nutricional enteral e parenteral, além de pós-graduada em Nutrição Clínica, Mariana Leite é uma das principais referências na área. Ela atuou por mais de 12 anos na área de Terapia Nutricional Enteral e Parenteral (EMTN), recebendo, em 2019, o prêmio de “Melhor EMTN do País“, concedido pela Sociedade Brasileira de Terapia Nutricional Enteral e Parenteral. O capítulo escrito por Mariana aborda a importância dos protocolos dentro do ambiente hospitalar. Protocolos esses que são ferramentas essenciais para a coordenação e dinamização de uma equipe multiprofissional, garantindo as melhores condutas no tratamento de diversas situações clínicas que surgem no cotidiano das instituições de saúde. “Escrever um capítulo como coautora para o HCor, explicando sobre a profissão que tanto amo e na qual tenho o privilégio de atuar diariamente, foi uma oportunidade única e extremamente gratificante“, comenta Mariana Leite. O convite para integrar o time de autores veio de Ricardo Prete, enfermeiro exclusivo da EMTN do HCor e um dos idealizadores do livro que, lançado com grande sucesso, representa um marco na promoção do cuidado integrado e da troca de conhecimento entre diferentes especialidades, visando o aprimoramento contínuo das práticas no ambiente hospitalar. Em Atibaia, Mariana atende no hospital Albert Sabin e na Clínica Estética e SPA – Debs Med & Spa. Mariana expressa sua gratidão pela oportunidade, afirmando que foi uma honra contribuir para a realização desse importante projeto. Assessoria ML

Leia mais »
Dra. Michelle Gomide, nutricionista de Atibaia, explica como a alimentação na gravidez impacta no futuro do bebê.

Dra. Michelle Gomide, nutricionista de Atibaia, explica como a alimentação na gravidez impacta no futuro do bebê.

Nutricionista Dra. Michelle Gomide A gestação é um período transformador na vida de uma mulher, repleto de expectativas, descobertas e também de desafios. Entre os principais cuidados durante essa fase, a alimentação desempenha um papel essencial para garantir o desenvolvimento saudável do bebê e o bem-estar da mãe. A nutricionista Dra. Michelle Gomide, especialista em nutrição materno-infantil e fertilidade do casal em Atibaia, explica que uma nutrição adequada na gestação não apenas previne complicações como diabetes gestacional, hipertensão e anemia, mas também impacta diretamente a saúde do bebê por toda a vida. Como a Alimentação na Gestação Impacta o Futuro do Bebê? A ciência já comprovou: os hábitos alimentares da mãe durante a gravidez influenciam a saúde da criança até a vida adulta. Esse conceito faz parte da teoria dos 1.000 primeiros dias, que inclui os nove meses de gestação e os dois primeiros anos do bebê. Durante esse período, a nutrição afeta o desenvolvimento cerebral, metabolismo, imunidade e até a formação do paladar da criança. Uma dieta equilibrada pode prevenir doenças como obesidade infantil, diabetes tipo 2 e alergias, enquanto deficiências nutricionais podem comprometer o crescimento e a saúde do bebê. Os Principais Medos das Gestantes e Como a Nutrição Pode Ajudar O Que Comer e O Que Evitar Durante a Gravidez Alimentos recomendados: Alimentos que devem ser evitados: Curiosidades Sobre a Alimentação na Gestação A Importância do Acompanhamento Nutricional na Gestação Cada gestante tem necessidades nutricionais únicas. Contar com um acompanhamento especializado faz toda a diferença para garantir uma gestação segura e saudável. A Dra. Michelle Gomide elabora planos alimentares personalizados, ajustando a alimentação conforme cada trimestre da gestação e oferecendo suporte contínuo às pacientes. Atendimento em Atibaia: Cuidar da alimentação durante a gestação não é apenas uma escolha saudável, é um verdadeiro investimento no futuro do bebê.

Leia mais »
Carência do plano de saúde e o diagnóstico de câncer

Carência do plano de saúde e o diagnóstico de câncer

O diagnóstico de câncer é uma notícia devastadora para qualquer pessoa, e a preocupação com o tratamento e seus custos pode ser avassaladora. Quando o diagnóstico é feito durante o período de carência do plano de saúde, muitos pacientes se perguntam se têm direito ao tratamento e quais são suas opções. A carência é um período determinado em que o plano de saúde não cobre determinados procedimentos. Isso é feito para proteger as seguradoras de riscos financeiros e é comum em muitos tipos de planos de saúde, incluindo os que são oferecidos por empresas privadas ou pelo governo. Prevista por lei, a carência existe em todos os tipos de planos de saúde: coletivos, individuais e empresariais. No entanto, a carência tem prazos e funciona de forma diferente para cada uma dessas modalidades. As carências têm prazos de 24 horas até 24 meses. Importante ressalta que, de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os planos de saúde devem garantir cobertura para os procedimentos urgentes e emergenciais desde o primeiro dia de vigência do contrato, mesmo que a pessoa esteja em período de carência. O câncer é uma doença que pode exigir tratamento imediato, especialmente em casos graves. Portanto, se o médico responsável pelo tratamento considerar que o procedimento é urgente ou emergencial, o plano de saúde é obrigado a cobrir as despesas, mesmo que a pessoa esteja dentro do período de carência. No entanto, é importante lembrar que cada plano de saúde pode ter regras diferentes em relação ao período de carência e cobertura de tratamentos. E, muitas vezes, os planos se negam a cobrir os procedimentos de urgência a emergência, pois alegam estar em vigor os períodos de carência. Nesses casos, o paciente pode buscar seu direito na Justiça, com a orientação de um advogado especializado em Direito à Saúde, para tentar reverter a situação. Vale destacar também que o paciente que já possui o diagnóstico do câncer antes da contratação do plano de saúde terá que cumprir a carência por doença ou lesão preexistente> De cordo com a definição da ANS, essa é o tipo de carência na qual o beneficiário já era portador e sabia no momento da contratação do plano. Nesses casos, a carência é de 2 anos e deve ser cumprida, mesmo se houver urgência ou emergência neste período. Durante esses 24 meses, o paciente pode realizar procedimentos de menor complexidade, como consultas e exames laboratoriais, segundo a cobertura parcial temporária. No entanto, procedimentos mais elaborados, como quimioterapia, ressonância, tomografia, internação e cirurgias só terão autorização após o período de 2 anos. Para o plano de saúde alegar que o câncer de determinado paciente é preexistente, deve ser realizado um exame admissional antes da contratação. Se não houve essa perícia por parte da seguradora, não se pode alegar que certa doença é preexistente, o que determina que a cobertura seja obrigatória. Portanto, é fundamental verificar as condições contratuais antes de contratar um plano de saúde e entender os seus direitos como beneficiário. Em caso de dúvidas ou problemas, é possível recorrer à ANS para buscar orientação e solução ou em caso de negativa, buscar um especialista na área do direito para orientações de como proceder. José Santana dos Santos Junior é advogado especialista em Direito Médico e sócio do escritório Mariano Santana Advogados

Leia mais »
O AUMENTO DE IMPOSTOS CONTIDO NA PROPOSTA DE REFORMA TRIBUTÁRIA

O AUMENTO DE IMPOSTOS CONTIDO NA PROPOSTA DE REFORMA TRIBUTÁRIA

JORNAL ESTÂNCIA DE ATIBAIA por: Ivo Ricardo Lozekam As propostas de Reforma Tributária, que começam a ser discutidas não partem da premissa de redução de impostos, aliás fala-se da possibilidade da criação de um novo imposto de transição, paralelo aos já existentes, durante um período de transição. O eixo das propostas existentes, é a simplificação da apuração de impostos, o que é muito bem-vindo e todos desejamos. Mais do que simplificar precisamos ter a garantia de que a carga tributária atual não aumente. Aliás a verdadeira e ideal reforma seria aquela que venha a nos apontar para um cenário de redução de carga tributária, propiciando o crescimento da economia. No entanto, a redução de impostos não está no centro da reforma tributária. Deveria estar. Sabemos que não é possível reduzir impostos sem reduzir o tamanho da máquina pública e a despesa estatal. Este aspecto não é sequer cogitado atualmente pelos defensores da reforma. Pelo contrário, os indicadores até aqui são de que a reforma tributária da forma que está proposta, possa trazer aumento da carga. O primeiro indicador de aumento da carga é a unificação de alíquotas. Hoje tanto o ISS de competência dos municípios quanto o ICMS de competência dos Estados têm alíquotas diferenciadas, de acordo com o tipo de serviço ou mercadoria. Estas alíquotas diferenciadas ocorrem em função do caráter da essencialidade e seletividade, características fundamentais do ICMS e do ISS. Hoje temos uma alíquota maior para determinados produtos como bebidas alcoólicas e cigarros e uma alíquota menor para outros, como os alimentos da cesta básica, por exemplo. Ao se falar em unificação de alíquotas teremos invariavelmente como resultado o aumento de carga tributária para determinados setores, o que não é bem-vindo em qualquer economia do mundo. Fala-se inclusive em cobrar tributo sobre a cesta básica de alimentos para repassar o resultado desta cobrança ao Bolsa Família, ao invés de desonerar a cesta básica como é feito atualmente. Outro aspecto que nos chama a atenção é a proposta de unificação do ISS de mais de 5 mil municípios com o ICMS dos 27 Estados. Sendo que estes impostos são a maior fonte de renda dos Estados (ICMS), e municípios (ISS). Nos parece temerário unificar estes impostos com os impostos Federais, centralizando a arrecadação com a União, para que depois esta venha a ressarcir a parte que cabe os Estados e Municípios. Em se falando de ressarcimento posterior aos Estados pela União, temos um antigo exemplo das reposições das perdas com a Lei Kandir, Lei que desonerou o ICMS das exportações, onde desde 1996 a União não ressarciu de forma satisfatória os Estados, sendo que o último acordo prevê o pagamento desta dívida pela União aos Estados até o ano de 2034. Em nossa opinião, a União deveria partilhar de imediato com os Estados e municípios o que arrecada com impostos federais e não querer trazer para si a arrecadação dos impostos municipais e Estaduais. A proposta de reforma tributária traz o contrário, ao prever que todos os municípios e Estados brasileiros deixem de ter o controle do que arrecadam abrindo a mão para a centralização deste controle para a União Federal. Trata-se, portanto de uma disputa sobre quem irá ficar com a maior fatia da arrecadação, sob o pretexto de simplificar a apuração de impostos. Pois não temos aceno de redução de carga tributária, pelo contrário, há quem defenda um período de transição com a criação de um imposto paralelo, através da unificação de alíquotas. A verdadeira reforma tributária é aquela que acene com a redução da carga tributária, ainda que no longo prazo. Esta será sempre bem-vinda e aceita por todos. Ivo Ricardo Lozekam – Expert em ICMS | Crédito Acumulado – Ressarcimento e Monetização | Fundador e CEO da LZ Fiscal – 1996 | Articulista da Thomson Reuters | Membro do IBPT | Publicações Repertórios Doutrina STJ e STF

Leia mais »
Jornal Estância de Atibaia
Visão geral da privacidade

Este site utiliza cookies para que possamos oferecer a melhor experiência de usuário possível. As informações dos cookies são armazenadas no seu navegador e desempenham funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.