Autor: JORNAL ESTÂNCIA de ATIBAIA

Atibaia Fest no Parque Edmundo Zanoni

Atibaia Fest recebe Pagode Noventão com ex-integrantes de grandes grupos nesta terça no Parque Edmundo Zanoni

DJ Ronaldo Lima abre a noite, seguido pelo grupo Pagode Noventão, com Wagninho (Negritude Junior), Breno Faria (Katinguelê), Du Pacheco (Pixote) e Fabrinho Prado O Atibaia Fest continua nesta terça-feira, dia 23, no Parque Edmundo Zanoni, com mais atrações. Às 17h, o DJ Ronaldo Lima abre a programação, aquecendo o público para o show do grupo Pagode Noventão, às 19h. O grupo é formado por ex-integrantes de bandas de renome nacional, como Wagninho, do Negritude Junior; Breno Faria, do Katinguelê; e Du Pacheco, do Pixote, além do cantor e compositor Fabrinho Prado. É uma ótima oportunidade para curtir um dia especial de pagode ao lado de amigos e familiares. Infraestrutura para a família Além das atrações artísticas, o público encontra uma estrutura voltada ao lazer familiar. O espaço conta com Arena Kids gratuita, brinquedos infláveis, área para troca de figurinhas da Copa, feira de artesanato com produtos locais e uma ampla praça de alimentação coberta, com mesas e cadeiras para maior conforto. Segurança e diretrizes Para garantir uma festa organizada, segura e confortável, a Administração Municipal reforça as normas e a lista de itens proibidos no recinto do Atibaia Fest: É vedada a utilização de máquinas de cartão e transações via PIX por vendedores não autorizados. LEIA TAMBÉM: Atibaia Fest 2026 terá telão para transmissão do jogo do Brasil e atrações para toda a família

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prisão por furto em Atibaia

Homem com mandado de prisão por furto e associação criminosa é detido em Atibaia

Homem foi abordado durante patrulhamento na Avenida Jerônimo de Camargo e possuía mandado de prisão preventiva pelos crimes de associação criminosa e furto Na manhã desta segunda-feira (22), policiais militares do 34º Batalhão de Polícia Militar do Interior prenderam um homem procurado pela Justiça durante patrulhamento realizado na Avenida Jerônimo de Camargo, em Atibaia. De acordo com a Polícia Militar, a equipe possuía informações sobre um indivíduo possivelmente procurado que residia na região. Durante as diligências, os policiais localizaram e abordaram um homem em atitude suspeita, que apresentava um volume na região da cintura e demonstrou nervosismo ao perceber a aproximação da viatura. Durante a busca pessoal, nenhum material ilícito foi encontrado. Os policiais localizaram apenas um canivete preso à cinta do abordado. Após consulta aos sistemas policiais por meio do COPOM (Centro de Operações da Polícia Militar), foi constatada a existência de um mandado de prisão em aberto contra o indivíduo. A ordem judicial refere-se aos artigos 288 (Associação Criminosa) e 155 (Furto) do Código Penal, com prisão preventiva decretada pela Justiça. Diante da confirmação do mandado, os policiais deram voz de prisão ao homem, que foi conduzido ao Distrito Policial para as providências de polícia judiciária. O indivíduo permaneceu preso e ficou à disposição da Justiça.

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Fundo Social de Atibaia, Campanha do Agasalho

Fundo Social de Atibaia convoca população para participar da Campanha do Agasalho 2026

A Prefeitura de Atibaia centraliza a arrecadação de agasalhos para enfrentar as baixas temperaturas; veja a lista completa dos postos de entrega A Prefeitura de Atibaia deu início, oficialmente, à Campanha do Agasalho 2026. Com a chegada das baixas temperaturas, o Poder Público convoca a população, o comércio local e as instituições de ensino para uma grande mobilização de solidariedade. O foco central da campanha é a arrecadação de peças de vestuário de inverno (adulto e infantil), calçados e cobertores em bom estado de conservação, que serão destinados às famílias que mais precisam no município. A campanha acontece em um momento estratégico para garantir que as doações cheguem às famílias antes que o frio atinja seu pico. “A solidariedade é uma marca registrada de Atibaia. Nossa meta é mobilizar toda a cidade para que ninguém passe frio neste inverno. A participação dos comércios e escolas como pontos de coleta é fundamental para facilitar o acesso de quem quer doar”, destaca o Fundo Social de Solidariedade. Como contribuir Para facilitar a logística de entrega, a Prefeitura de Atibaia estruturou diversos pontos de coleta espalhados por pontos estratégicos da cidade. Os cidadãos podem levar suas doações aos locais listados abaixo, além do próprio Fundo Social de Solidariedade, respeitando os horários de funcionamento. A organização reforça a importância de doar itens limpos e em boas condições de uso. Peças rasgadas, manchadas ou inutilizáveis aumentam o custo e o tempo de triagem, dificultando a entrega ágil às famílias necessitadas. Pontos de Arrecadação Mais informações: Fundo Social de Solidariedade de Atibaia, av. São João, 613 – Centro, – Whatsapp/Telefone: (11) 4412-8220

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Parque da Grota Funda, em Atibaia.

Parque da Grota Funda oferece visitação gratuita no aniversário de Atibaia.

Atividade integra as ações de parceria entre a Secretaria de Meio Ambiente e a associação Simbiose O Parque Natural Municipal da Grota Funda terá uma programação gratuita de visitas livres e monitoradas no dia 24 de junho (quarta-feira), data do aniversário de Atibaia. A iniciativa dispensa inscrição prévia para a modalidade de visita autoguiada, que ocorrerá das 9h às 16h, com limite de recepção de até 50 pessoas por dia. Para as visitas guiadas, conduzidas por monitores, é necessário agendamento prévio. A programação reflete a consolidação do Termo de Parceria nº 054/2025, firmado em julho de 2025 entre a Prefeitura da Estância de Atibaia, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Defesa Animal (Semada), e a Organização da Sociedade Civil Simbiose. O acordo estabelece um modelo de cogestão do parque focado no fomento ao turismo ecológico, interações socioambientais, educação ambiental e conservação de ecossistemas. Desde o início da vigência do contrato, as entidades promoveram um cronograma regular de abertura pública, incluindo visitas noturnas temáticas, observação de aves e de borboletas, além de atividades de sensibilização ecológica voltadas a munícipes e turistas. O modelo prevê a governança compartilhada: cabe à Simbiose a execução das atividades de campo e monitoria, enquanto a Semada responde pela validação institucional e atualização do calendário operacional. A administração do parque ressalta que, por se tratar de uma Unidade de Conservação de proteção integral, os visitantes devem seguir normas rígidas de conduta para garantir a integridade do ecossistema local. Destaca também que, por segurança, a programação poderá ser cancelada em caso de chuvas fortes. Serviço e regras de visitação

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Escola Pedro de Alcântara, localizada no bairro Chácaras Brasil

Prefeitura de Atibaia entrega reforma completa de quadra na escola Pedro de Alcântara

Espaço ganhou piso moderno e correções estruturais para garantir mais segurança a 188 alunos do Ensino Infantil e Fundamental A Prefeitura de Atibaia entregou nesta semana a nova quadra poliesportiva da Escola Pedro de Alcântara, localizada no bairro Chácaras Brasil. O espaço passou por uma revitalização completa e a estrutura já está totalmente pronta e disponível para uso, transformando a rotina escolar. A obra beneficia diretamente 188 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, oferecendo um local seguro, adequado e moderno para a prática de esportes, lazer e atividades pedagógicas. A intervenção foi planejada para solucionar problemas antigos causados pela ação do tempo e pelo uso contínuo, que comprometiam a conservação do patrimônio e o conforto dos alunos. Antes da reforma, a quadra sofria com infiltrações crônicas nas paredes do fundo, goteiras e acúmulo de água nas entradas devido a calhas danificadas, além de apresentar um piso totalmente desgastado. “Era muito difícil, por exemplo, realizar atividades em dias de chuva”, relata a Secretaria de Educação.   Para resolver o problema de forma definitiva, o telhado recebeu novas calhas que garantem o escoamento correto da água das chuvas. Já o piso antigo foi totalmente substituído por um piso modular esportivo de alta tecnologia. Essa nova superfície absorve melhor o impacto de saltos e corridas, reduz o risco de lesões e oferece muito mais durabilidade e segurança para as crianças durante as atividades diárias.   Outras três escolas municipais, Maria Kazuko Higashioka, no bairro do Tanque, Walter Engracia de Oliveira, no Cerejeiras e Rosiris Maria Andreucci, no Jardim São Felipe, também vão entregar suas quadras reformadas em breve.   Transparência   O projeto recebeu um investimento total de R$ 320.573,82, custeado integralmente com recursos da própria Secretaria de Educação. Desse total, foram destinados R$ 112.121,82 para as obras civis e troca de calhas que corrigiram as infiltrações, em trabalhos realizados entre fevereiro de 2025 e março de 2026. Os R$ 208.452,00 restantes foram aplicados na compra e instalação do novo revestimento esportivo de alto desempenho, com os serviços executados e finalizados neste mês de junho de 2026. Todo o processo contou com fiscalização rígida e vistorias frequentes das equipes técnicas da Secretaria de Educação e da Secretaria de Obras Públicas, o que garante o padrão exigido. “Nossa prioridade não é apenas reformar, é oferecer um ambiente onde a criança se sinta valorizada e segura para aprender e brincar”, reforça a Secretaria de Educação.  

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Paróquia São João Batista, Igreja Matriz de Atibaia – Foto: Bruno Papini

São João Batista: o santo que deu origem a Atibaia e permanece vivo na história da cidade.

Padroeiro do município, São João Batista está diretamente ligado à fundação de Atibaia, que celebra 361 anos no dia 24 de junho Poucas cidades brasileiras possuem uma ligação tão profunda entre sua origem e a fé quanto Atibaia. Fundada em 24 de junho de 1665, a cidade nasceu sob a proteção de São João Batista, santo cuja história se confunde com a própria trajetória do município. Considerado o precursor de Jesus Cristo, São João Batista foi o profeta que anunciou a chegada do Messias e realizou seu batismo nas águas do Rio Jordão. Filho de Zacarias e Santa Isabel, nasceu de forma milagrosa, já que seus pais eram idosos e não podiam ter filhos. Desde jovem, viveu em penitência no deserto da Judeia, pregando a conversão dos pecados e preparando o povo para a vinda de Cristo. Sua mensagem de arrependimento e renovação espiritual ecoou por toda a região. João Batista ficou conhecido como a “voz que clama no deserto”, conclamando as pessoas a prepararem o caminho do Senhor. Foi também ele quem reconheceu Jesus como o Salvador, afirmando não ser digno sequer de carregar suas sandálias. O nascimento de Atibaia A relação entre São João Batista e Atibaia começou há mais de três séculos. Em 24 de junho de 1665, data em que a Igreja Católica celebra a natividade do santo, o bandeirante Jerônimo de Camargo ergueu uma pequena capela em sua homenagem no alto de uma colina banhada pelo Rio Atibaia. No local, o padre Mateus Nunes de Siqueira celebrou a primeira missa, marcando oficialmente a fundação do povoado que recebeu o nome de “São João Batista de Tybaia”. A partir desse núcleo inicial, a região começou a se desenvolver, impulsionada pela passagem de bandeirantes que seguiam rumo ao interior paulista e às minas de ouro de Minas Gerais. Com o crescimento da comunidade, a pequena capela de taipa foi ampliada e deu origem à atual Matriz de São João Batista, considerada o marco zero da cidade. O templo, localizado na Praça Claudino Alves, no Centro, preserva características históricas e abriga importantes obras de arte sacra, como a pintura “Batismo de Jesus”, realizada em 1911 pelo renomado pintor Benedito Calixto. Desenvolvimento da cidade Embora fundada em 1665, Atibaia conquistou o título de município apenas em 1864. Em 1905, o então município de São João de Atibaia passou a ser chamado simplesmente de Atibaia. Ao longo do século XX, a cidade viveu um intenso processo de desenvolvimento, com a implantação de redes de água, esgoto e energia elétrica, além da expansão do comércio, da indústria, da educação e da infraestrutura urbana. Atualmente, Atibaia possui população estimada em mais de 167 mil habitantes e é reconhecida pela qualidade de vida, pelas belezas naturais e pela preservação de suas tradições culturais e religiosas. Festa que mantém viva a tradição Todos os anos, o aniversário da cidade é celebrado juntamente com a tradicional Festa de São João Batista, um dos eventos mais importantes do calendário religioso e cultural de Atibaia. A programação inclui alvoradas festivas, missas solenes, procissões e as tradicionais apresentações das Congadas, manifestação cultural que reúne fé, música, dança e história. As celebrações atraem moradores e visitantes, reforçando a identidade do município e sua ligação com o santo padroeiro. Mais do que uma figura religiosa, São João Batista representa as raízes de Atibaia. Sua história permanece viva na memória da cidade, lembrando que a fé e a cultura caminham juntas desde os primeiros passos do município que hoje celebra seus 361 anos de existência. Por: Bruno Papini / Jornal Estância de Atibaia

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Ivo Ricardo Lozekam

O mercado de transportes e a tabela de fretes     

Por: Ivo Ricardo Lozekam Moramos em um país continental. Basta lembrar que a Europa inteira, incluindo a Rússia europeia cabem dentro do Brasil.  Nosso território comporta 22 vezes o território do Japão. Neste contexto, o transporte rodoviário de carga concentra a maioria do fluxo de cargas no país, sendo o caminhão o único meio para se chegar a localidades onde trens ou navios não conseguem acessar.  Nos anos 1980 nossa frota de caminhões total estava na casa de 900 mil veículos. Curiosamente, muitos veículos caminhões icônicos fabricados nesta época ainda estão em circulação.  Nos anos 2000 a frota passou para 1,5 milhões de veículos, atingindo 2,6 milhões de veículos.   Enquanto a população brasileira duplicou de 1980 para cá, a frota de caminhões existente aumentou três vezes.   De 2009 a 2015, para combater os efeitos da crise econômica mundial, o governo cortou as taxas de juros para a compra de caminhões, chegando a inacreditáveis 2,5% ao ano em 2012, provocando uma corrida para caminhões pesados. Sem juros, houve uma corrida para compra de caminhões pesados, onde autônomos e transportadoras aumentaram significativamente o tamanho das suas frotas.    A frota circulante aumentou de tal forma, que gerou um excesso de caminhões no mercado nos anos seguintes, derrubando o valor dos fretes e culminando na histórica greve dos caminhoneiros em 2018. Diante deste quadro, surge a política de fretes mínimos do transporte rodoviário de cargas, para garantir uma remuneração mínima no setor. Apesar de criada em 2018, somente agora em 2026, com a edição da Medida Provisório 1343/2026, é que ela passa a ser efetivamente cobrada.  Estudos realizados pela Confederação Nacional da Indústria -CNI, demonstram que o tabelamento do frete eleva em média 16,4% dos custos de transportes, gerando impactos nos preços finais e inflação, caso sejam mantidas as mudanças previstas na Medida Provisório 1343/2026.  O gasto com transporte e logística é um dos principais componentes do Custo Brasil, quando intervenções regulatórias limitam a livre negociação entre embarcadores e transportadores, toda a cadeia produtiva é impactada.  O mecanismo interfere na livre negociação entre contratantes e transportadoras, reduzindo a eficiência econômica ao longo da cadeia produtiva.  O aumento do frete, inequivocamente será repassado aos preços dos produtos, pressionando os consumidores e reduzindo mais uma vez a competitividade das empresas brasileiras, impactando inclusive nas exportações e no equilíbrio da nossa balança comercial no mercado externo.  Enquanto isso, liminares judiciais afastam as punições por violação das regras do frete mínimo.   Em liminar concedida pela 1ª vara da DF, para a ANUT, que congrega empresas como a Braskem, Raízen, Usiminas, Votorantim Cimentos, Suzano, Gerdau e Mercado Livre (Processo 1042506-25.2026.4.01.3400), a juíza Pollyana Alves, considerou que as associadas atuam em setores que dependem de logística permanente, com alcance nacional.   “A suspensão do RNTRC ou o bloqueio do CIOT inviabilizaria o escoamento da produção, ocasionando ruptura de contratos, perda de janelas logísticas e impacto direto na continuidade das atividades empresariais” argumentou a juíza.  Em vez de beneficiar o transportador, as medidas do governo podem ter efeito contrário, pois as empresas podem optar por internalizar as operações, adquirindo sua própria frota ao invés de contratar terceiros, como forma de se tornar competitivas, não ficando obrigada assim a praticar os preços de fretes impostos pelo governo.  Esta medida iria restringir ainda mais o mercado e a oferta de fretes.   O mercado vive uma gangorra constante entre a quantidade de caminhões rodando e o volume de cargas que o país produz.  A colheita de soja gera um funil logístico, onde motoristas de todo o Brasil, migram para o Centro-Oeste e portos do Norte/Sudeste.   Durante esta safra, o valor do frete dispara devido à altíssima demanda, onde os valores praticados são superiores aos estabelecidos na tabela de frete.   Esta situação ocorre historicamente de janeiro a abril.  A partir do mês de maio sobram caminhões, pois com o escoamento da safra de soja concluído milhares de caminheiros perdem a sua principal fonte de carga. Historicamente o índice de preço dos fretes cai após este período.  Esta é a famosa economia de livre mercado, baseada pela oferta e demanda.  Nossa Constituição define a livre iniciativa como fundamento da República Federativa do Brasil, (Art. 1º inciso IV), e como base da nossa ordem econômica.  (art.170).  Isso significa que qualquer empresa tem o direito de abrir um negócio, produzir, vender e competir livremente.   Quando o governo quer tabelar preços ele interfere neste fundamento, prejudicando a liberdade econômica e o crescimento do país. Ivo Ricardo Lozekam | Sócio do Escritório Lozekam Assessoria | Advogado e Contabilista | Especialista em ICMS | Crédito Acumulado | Homologação e Transferência | Regime Especial | Impugnações Auto de Infração ICMS | Processo Administrativo Fiscal | e-CredAc | LEIA TAMBÉM: Serviços e reforma tributária – aumento de carga em 2027.  

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Canetas emagrecedoras

Canetas emagrecedoras: Quem protege o paciente da tirzepatida clandestina?

Por: Claudia de Lucca Mano A discussão sobre a tirzepatida no Brasil vem sendo tratada, muitas vezes, como uma disputa entre proibição e liberação, entre indústria farmacêutica e farmácias de manipulação, entre mercado formal e mercado informal. No entanto, a pergunta central talvez esteja sendo deixada em segundo plano: afinal, quem está protegendo o paciente? A tirzepatida transformou-se em um dos medicamentos mais desejados dos últimos anos. Os resultados clínicos associados ao controle do diabetes tipo 2 e à perda de peso despertaram enorme interesse médico, econômico e social. Como ocorre em praticamente todos os mercados marcados por alta demanda, preço elevado e restrição de acesso, surgiram caminhos alternativos para obtenção do produto. Alguns encontram respaldo em hipóteses excepcionais previstas pela legislação sanitária. Outros operam completamente à margem da lei. Todos, porém, deveriam ser avaliados a partir de um critério simples: qual deles oferece maior capacidade efetiva de controle sanitário e proteção ao paciente? A RDC nº 81/2008 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária disciplina a importação de produtos sujeitos à vigilância sanitária e prevê hipóteses de importação excepcional por pessoa física para uso próprio, mediante prescrição médica e observância dos requisitos aplicáveis. Trata-se de uma solução destinada a situações específicas, nas quais o paciente necessita acessar determinado produto ainda não disponível regularmente no mercado nacional ou sem registro sanitário no país. Essa autorização excepcional, contudo, não se confunde com o registro sanitário. O produto importado individualmente não percorre o mesmo processo ordinário de avaliação conduzido pelas autoridades brasileiras quanto à qualidade, segurança e eficácia. Tampouco integra necessariamente uma cadeia produtiva submetida à fiscalização contínua do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. A experiência brasileira com a cannabis medicinal ajuda a compreender esse fenômeno. Durante anos, milhares de pacientes recorreram a mecanismos excepcionais de importação individual para obter acesso a produtos derivados da planta. A excepcionalidade, concebida inicialmente como medida pontual, revelou uma demanda social muito superior à imaginada pelo regulador. O resultado foi a necessidade de construção de um marco regulatório específico para lidar com uma realidade que já existia de fato. Cannabis e tirzepatida são produtos distintos, com riscos, finalidades terapêuticas e regimes jurídicos próprios. A analogia não está na substância, mas na dinâmica regulatória. Quando a demanda cresce e os canais regulares não conseguem absorvê-la integralmente, soluções excepcionais tendem a ocupar o espaço que deveria ser preenchido por políticas públicas estruturadas. O problema é que a excepcionalidade raramente oferece o mesmo grau de controle, fiscalização e previsibilidade de um sistema regulado de forma abrangente. No caso da tirzepatida, a situação torna-se ainda mais complexa porque a importação excepcional convive com um fenômeno muito mais preocupante: a expansão do mercado clandestino. Nos últimos meses, aumentaram as notícias sobre apreensões em aeroportos e fronteiras, produtos escondidos em bagagens, pneus, encomendas postais e até embalagens destinadas a mascarar sua verdadeira natureza. Paralelamente, multiplicaram-se anúncios em redes sociais, grupos de mensagens e plataformas digitais oferecendo versões supostamente equivalentes do medicamento. Nesse contexto, o debate público frequentemente mistura realidades distintas que deveriam ser analisadas separadamente. A primeira delas é a importação individual excepcional realizada pelo próprio paciente, mediante prescrição médica e observância das exigências sanitárias cabíveis. Trata-se de um mecanismo legal, mas concebido para situações específicas, não para funcionar como política pública permanente de abastecimento. A segunda realidade é o contrabando. Nesse caso não existe controle regulatório efetivo, rastreabilidade, garantia de origem, monitoramento da cadeia de frio, responsabilidade técnica identificável ou qualquer elemento que permita assegurar a integridade do produto. O paciente simplesmente desconhece o que está adquirindo. Trata-se, sem dúvida, do cenário mais arriscado do ponto de vista sanitário. A terceira realidade envolve empresas estabelecidas no Brasil, regularmente constituídas, tributadas, identificáveis e submetidas à fiscalização nacional, incluindo farmácias magistrais que operam sob responsabilidade técnica, inspeções periódicas, documentação obrigatória e possibilidade concreta de responsabilização administrativa, civil e penal. É justamente nesse ponto que a discussão precisa amadurecer. A própria Anvisa vem reconhecendo a existência de um problema crescente ao editar sucessivas medidas restritivas envolvendo produtos anunciados como tirzepatida ou agonistas de GLP-1 sem registro sanitário nacional. Diversas marcas e apresentações já foram alvo de proibições que alcançam fabricação, distribuição, comercialização, importação, divulgação e utilização. Essas medidas são compreensíveis e necessárias. Nenhuma autoridade sanitária séria pode admitir a livre circulação de produtos cuja qualidade, segurança e eficácia não tenham sido adequadamente avaliadas. A apreensão de mercadorias clandestinas, a repressão ao contrabando e o bloqueio de canais irregulares constituem obrigações elementares do Estado. Mas essas ações enfrentam apenas parte do problema. A questão que permanece sem resposta é o acesso. Quando a demanda continua existindo, a repressão isolada raramente elimina o consumo. O que costuma ocorrer é uma mudança nas rotas utilizadas pelo consumidor. Se uma marca é proibida, outra rapidamente surge para ocupar seu lugar. Se uma remessa é apreendida, novas tentativas de ingresso aparecem por caminhos diferentes. Se um canal de venda é bloqueado, intermediários informais assumem a distribuição. O mercado se adapta com velocidade superior à capacidade de reação do regulador. Por isso, a pergunta relevante não é apenas quais produtos devem ser proibidos, mas quais mecanismos de acesso oferecem maior capacidade de supervisão sanitária. Em outras palavras, qual modelo permite ao Estado saber quem produz, quem distribui, quem prescreve, quem comercializa e quem responde em caso de falha? Uma farmácia estabelecida no Brasil possui endereço conhecido, CNPJ, responsável técnico, instalações físicas, funcionários, fornecedores identificáveis, registros documentais e sujeição permanente às autoridades sanitárias. Caso surja qualquer dúvida sobre insumos, processos, armazenamento, rotulagem ou rastreabilidade, a vigilância sanitária pode fiscalizar, exigir documentos, coletar amostras, instaurar processos administrativos, interditar atividades e responsabilizar pessoas físicas e jurídicas. Já uma empresa estrangeira acessada por meio de importação individual não está submetida à mesma rotina de fiscalização das autoridades brasileiras. Pode ser regular em seu país de origem. Pode possuir licenças locais e cumprir exigências estrangeiras. Nada disso altera o fato de que sua cadeia produtiva não se encontra sob supervisão direta do sistema nacional de vigilância sanitária. A pergunta sobre quem recolhe impostos no Brasil,

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Polícia Militar prende homem por furto de veículo após acidente em Piracaia.

Polícia Militar prende homem por furto de veículo após acidente em Piracaia.

Um homem foi preso na madrugada deste domingo (21) por furto de veículo no município de Piracaia. A ação foi realizada por policiais militares do 34º Batalhão de Polícia Militar do Interior após o atendimento de uma ocorrência de acidente de trânsito sem vítimas. De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi acionada via telefone 190 para averiguar um acidente ocorrido na Rua Benedito Teófilo Otoni. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram um veículo Fiat Uno caído em uma valeta e um indivíduo sentado ao lado do automóvel, que informou não ter sofrido ferimentos. Durante a averiguação, populares que estavam em uma adega próxima relataram aos policiais que havia um homem afirmando ter sido vítima de furto de seu veículo, também um Fiat Uno. Diante das informações, a equipe se deslocou até o estabelecimento, onde localizou a vítima. Após contato e a confirmação dos fatos, os policiais constataram que o veículo envolvido no acidente era o mesmo que havia sido furtado. O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido, juntamente com a vítima e o veículo, ao Distrito Policial de Atibaia. Após o registro da ocorrência, o indiciado permaneceu preso e ficou à disposição da Justiça para as providências cabíveis.

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Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa

Junho: Festas Juninas ou Festa da Colheita?🌽🔥✨️

Por: Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa Como as escolas abordam esses temas atualmente?🤔👀 Olá queridos leitores, todos bem e aquecidos nesse início de inverno? 🥶❄️ O frio chegou e vem com eles as festas de junho e muito assunto para escrever! Com a chegada do mês , muitas escolas iniciam os preparativos para uma das celebrações mais tradicionais da cultura brasileira: as festas juninas 🔥✨️🌽🎣✨️ Marcadas por danças, comidas típicas, brincadeiras e elementos da cultura popular, essas festividades fazem parte da memória afetiva de muitas gerações e representam uma importante oportunidade pedagógica para trabalhar aspectos históricos, culturais e sociais com as crianças.🥰✨️🥰 Nos últimos anos, entretanto, tem surgido um debate sobre a forma como essas comemorações são apresentadas no ambiente escolar. Algumas instituições mantêm o modelo tradicional das festas juninas, valorizando suas origens ligadas às celebrações populares do interior do Brasil e às tradições trazidas por diferentes influências culturais. Outras optam por adaptações, utilizando nomenclaturas como “Festa da Colheita”, buscando destacar aspectos relacionados à agricultura, à produção de alimentos e ao trabalho no campo. ⚠️Essa mudança de enfoque pode ocorrer por diferentes razões.⚠️ Algumas escolas procuram tornar a celebração mais inclusiva, enfatizando elementos culturais e educativos em vez de aspectos religiosos. Outras aproveitam a oportunidade para desenvolver projetos interdisciplinares envolvendo sustentabilidade, alimentação saudável, meio ambiente e valorização do agricultor. No entanto, é importante refletir sobre os possíveis impactos dessa substituição.🤔💭🤔As festas juninas fazem parte do patrimônio cultural brasileiro e carregam significados históricos que ajudam as crianças a compreenderem a formação da identidade nacional. Ao mesmo tempo, abordar a temática da colheita pode ampliar o repertório dos estudantes sobre a origem dos alimentos e a importância do campo para a sociedade. Talvez o desafio atual não esteja em escolher 🫤entre “Festa Junina” ou “Festa da Colheita”, mas em construir propostas😉 que respeitem a diversidade cultural e promovam aprendizagens significativas. 💯✔️ Quando a escola contextualiza as tradições, explica suas origens, valoriza diferentes perspectivas e estimula o pensamento crítico, transforma a comemoração em uma rica experiência educativa.🧑‍🧑‍🧒‍🧒🏫🔎 🔥✨️🎣Mais do que uma simples festa, o mês de junho pode ser uma oportunidade para celebrar a cultura, fortalecer vínculos comunitários e ampliar o conhecimento das crianças sobre a história, as tradições e a diversidade que compõem a sociedade brasileira🇧🇷💛💚. E com isso a valorização da nossa cultura para os pequenos desde cedo! Se você caro leitor, é dono de escola, entre em contato conosco e agende uma Orientação Neuropsicopedagógica Institucional! 🗒️✍️💡🧠✨️ Estaremos prontas e aptas a lhe atender!11 97345-5045 Fernanda Gabriela: Mestra em intervenção psicológica do desenvolvimento; neuropsicopedagoga; pós-graduada em gestão escolar, ABA, especialista em educação inclusiva; pós-graduanda em gestão em políticas públicas.   Professora universitária, conteudista e palestrante.  Coautora do livro A arte de educar.  Influencer educacional e consultora educacional. Viviane Moi Kikugawa: é neuropsicopedagoga, psicopedagoga, pedagoga, especialista em neurodesenvolvimento infantil e analista do comportamento em formação. Atua há 25 anos na área da Educação, sendo os últimos 8 anos com atuação no Japão; proprietária da Neuro Kids Japão/Brasil, localizada no Centro de Atibaia.

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