
Dia Mundial do Meio Ambiente destaca como a expansão do saneamento protege recursos naturais, reduz impactos ambientais e fortalece a qualidade de vida
A maioria das pessoas enxerga rios, praças arborizadas e áreas verdes como símbolos de preservação ambiental. O que poucos percebem é que parte dessa proteção depende de uma estrutura invisível, instalada sob as ruas. Quando a coleta e o tratamento de esgoto não acontecem de forma adequada, os impactos alcançam córregos, contaminam o solo, prejudicam ecossistemas e comprometem recursos essenciais para o futuro das cidades.
Dados divulgados pelo Instituto Trata Brasil em 2025 mostram que cerca de 90 milhões de brasileiros ainda vivem sem acesso à coleta adequada de esgoto. O levantamento também aponta que apenas 51,8% do volume gerado no país recebe tratamento antes de retornar à natureza. Como resultado, uma enorme quantidade de resíduos segue despejada diariamente em córregos, cursos d’água e áreas naturais, reduzindo a qualidade ambiental e pressionando ecossistemas.
Outro estudo do Instituto Trata Brasil reforça a dimensão desse cenário ao revelar que, somente no primeiro mês de 2025, o equivalente a mais de 162 mil piscinas olímpicas de esgoto sem tratamento foi lançado no meio ambiente em todo o Brasil. O impacto atinge mananciais, áreas de preservação, espécies aquáticas e a disponibilidade hídrica para as próximas gerações.
“Percebemos uma cidade mais limpa, com mais cuidado com as áreas verdes e maior preocupação em preservar os recursos naturais. O tratamento adequado da água e do esgoto faz diferença direta na qualidade de vida da população e ajuda a garantir o abastecimento para os próximos anos”, afirma Priscila Coelho Capello, 23 anos, moradora do Centro de Atibaia.
As consequências vão além da saúde pública. A contaminação dos corpos hídricos desequilibra ecossistemas, dificulta a recuperação de nascentes, intensifica a degradação urbana e amplia riscos relacionados à escassez de água. Em períodos de estiagem, a conservação das fontes de abastecimento depende cada vez mais da qualidade desses ambientes.
Nesse contexto, o saneamento básico assume papel essencial na proteção ambiental. A ampliação das redes de coleta e das estruturas de tratamento reduz a carga de poluentes lançados na natureza, favorece a recuperação dos recursos hídricos e fortalece a segurança ambiental dos municípios.
“Quando falamos sobre preservação ambiental, muitas pessoas pensam apenas em áreas verdes e recursos naturais. Mas a proteção do meio ambiente também passa pelo saneamento. Cada avanço na coleta e no tratamento de esgoto representa menos poluição nos rios, mais proteção aos mananciais e mais qualidade de vida para toda a população. Investir em saneamento é investir diretamente no futuro das cidades e na conservação dos recursos que sustentam as próximas gerações”, afirma Mateus Banaco, diretor-geral da Atibaia Saneamento.
Sobre a Atibaia Saneamento: A empresa atua, desde 2013, por meio de um contrato de Parceria Público-Privada com duração de 30 anos junto a Saneamento Ambiental de Atibaia (SAAE). A empresa é responsável pelo sistema de esgotamento sanitário da cidade, atendendo cerca de 110 mil pessoas. Com investimentos contínuos, atua com mais de 120 colaboradores para expansão do sistema de esgoto a partir da instalação de novas ligações, implantação de redes de coleta, substituição e remanejamento da rede existente, entre outros serviços, com o objetivo de universalizar o acesso da população à coleta e tratamento do efluente. Desde 2017, faz parte do Grupo Iguá.
Sobre a Iguá Saneamento: A Iguá Saneamento é uma das maiores empresas do setor de saneamento no Brasil, com operações em 121 municípios de seis estados: Alagoas, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe. A empresa presta serviços de saneamento básico que beneficiarão aproximadamente 6 milhões de pessoas nas áreas atendidas, por meio de concessões e parcerias público-privadas. A companhia é signatária do Pacto Global da ONU e atua nos Movimentos 2030, com foco na segurança hídrica, redução de emissões de CO₂ e aumento da diversidade na liderança.














