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Maria da Penha, a demora da Justiça e a real necessidade de mudança.

Maria da Penha, a demora da Justiça e a real necessidade de mudança.

Mayra Vieira Dias No último dia 7 de agosto, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Luís Roberto Barroso, em nome do Poder Judiciário, fez um pedido de desculpas à ativista Maria da Penha pela demora e por falhas da justiça brasileira na análise do seu caso de violência doméstica. Não por coincidência, o pedido aconteceu exatamente na data em que a Lei Maria da Penha completa 18 anos em vigor, criada justamente para coibir e dar punição a quem pratica atos de violência contra a mulher. Ainda que o pedido formal de perdão de Barroso à biofarmacêutica Maria da Penha tenha a sua nobreza e relevância, há que se destacar que ele chega com um atraso de 23 anos que não pode ser ignorado. A justiça brasileira, ao reconhecer sua falha histórica, assume a culpa por um erro grave que perdurou por mais de duas décadas. Maria da Penha, uma mulher que teve sua vida marcada por um ciclo de violência brutal e uma busca incansável por justiça, merecia há muito tempo esse reconhecimento público. O caso de Maria da Penha é um símbolo de luta contra a violência doméstica no Brasil e, paradoxalmente, um exemplo emblemático da lentidão e da ineficácia da nossa Justiça em responder à violência de gênero. O pedido de desculpas, portanto, que deveria ter sido feito há muitos anos, é, sem dúvida, um avanço, mas não pode ser visto como suficiente para apagar o sofrimento e a omissão que marcaram a trajetória dessa mulher. Ao mesmo tempo, o gesto simbólico do ministro Barroso representa, ainda que de forma tardia, um marco na história da Justiça brasileira. É um sinal de que, mesmo em um ritmo lento, as instituições começam a reconhecer suas falhas e a se comprometer com um futuro mais justo e equitativo para as mulheres. Trata-se de um caminho que ainda precisa ser muito pavimentado e que certamente pode e deve ser acompanhado de perto por todas as lideranças. Nesse sentido, a presença da ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, na ocasião em que Barroso pediu desculpas à Maria da Penha, bem como suas palavras de apoio reforçam a necessidade de se continuar pressionando por mudanças concretas. As desculpas públicas, embora importantes, precisam ser acompanhadas de ações efetivas que garantam que a justiça não tarde mais para as mulheres que sofrem violência em nosso país. Assim, apesar da crítica ao tempo decorrido, é fundamental enxergar nesse pedido de desculpas um passo, ainda que pequeno, na direção certa. Que esse gesto simbólico acenda uma chama de esperança de que estamos caminhando, ainda que de forma lenta, rumo a um Brasil onde a justiça seja mais rápida, eficiente e justa para todas as mulheres. Os números nacionais assustam e comprovam a urgência e necessidade de campanhas de conscientização que possam de fato provocar a mudança que precisamos. De acordo com o 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, em 2023, 1.467 mulheres morreram vítimas de feminicídio, número recorde desde 2015, quando a lei que tipifica o crime foi sancionada. No período, as agressões decorrentes de violência doméstica tiveram aumento de 9,8%, e totalizaram 258.941 casos. O documento ainda registra alta de 7,2% nas tentativas de feminicídio (2.797 vítimas) e nas tentativas de homicídio contra mulheres, uma alta de 9,2%, com 8.372 casos. Registros de ameaças, perseguição/stalking, violência psicológica e estupro também apresentaram aumento nos índices no ano de 2023. Diante desses números preocupantes, é de se reforçar a importância deste mês caracterizado como Agosto Lilás, e que simboliza a conscientização pelo fim da violência contra as mulheres. A data tem como objetivo dar visibilidade ao tema e ampliar a divulgação sobre os direitos das mulheres em situação de violência, além dos serviços especializados para acolhimento, orientação e denúncia. É preciso unir forças num engajamento coletivo. Trata-se de um problema que envolve a sociedade como um todo. A luta é grande e continua. Por isso, o reconhecimento da falha e o pedido de desculpas por parte do Poder Judiciário deve ser apenas o início de uma mudança necessária e urgente. *Mayra Vieira Dias é advogada, sócia do escritório Calazans & Vieira Dias Advogados e ativista no combate à violência contra a mulher

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Atibaia: O Pulsar de um Futuro Brilhante

Atibaia: O Pulsar de um Futuro Brilhante

João Pedro Almeida – Diretor Franqueado do Instituto Gourmet Imagine uma cidade onde o progresso se mistura harmoniosamente com a natureza exuberante, criando um cenário vibrante de possibilidades e qualidade de vida. Essa cidade é Atibaia, um verdadeiro polo de desenvolvimento e inovação que está se destacando no estado de São Paulo. Um Futuro Promissor no Setor de Serviços O setor de serviços em Atibaia não está apenas crescendo, ele está explodindo com novas oportunidades! O turismo, sempre um dos pilares da cidade, está se reinventando com investimentos robustos em infraestrutura. Agora, Atibaia não é apenas um destino, é uma experiência imperdível para quem busca hospitalidade, cultura e entretenimento. E não para por aí: O setor de saúde e educação também estão em plena expansão, atraindo talentos e empresas que querem fazer parte desse movimento transformador. Agroindústria: A Revolução Verde A riqueza da terra de Atibaia é lendária, mas o futuro promete ainda mais. Com a agroindústria em ascensão, a cidade está prestes a se tornar um verdadeiro epicentro de inovação agrícola. Novas tecnologias de cultivo e parcerias com empresas de biotecnologia estão transformando os campos em laboratórios a céu aberto, prontos para revolucionar a produção e conquistar o mercado internacional. O morango, a flor e tantos outros produtos locais não são mais apenas ícones são símbolos de uma nova era de crescimento sustentável e inovação. O Ponto Estratégico de Logística que o Mundo Precisa Atibaia é o coração pulsante da logística. Com sua localização privilegiada entre os maiores centros urbanos do Brasil e acesso fácil às principais rodovias e ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, a cidade se transformou no sonho de toda empresa que deseja otimizar suas Operações. Atibaia despertou a atenção de Grandes players e o futuro promete com novos centros logísticos, industriais aquecendo a economia e gerando novas oportunidades de emprego e Desenvolvimento. Inovação e Sustentabilidade: O Novo Norte de Atibaia Atibaia não é apenas um local para fazer negócios é um lugar onde o futuro é escrito com responsabilidade e inovação. Com políticas públicas voltadas para a preservação ambiental e um forte incentivo ao uso de energias renováveis, a cidade está se tornando um laboratório de ideias verdes. Para as empresas de tecnologia limpa e energias renováveis, Atibaia é mais do que um destino, é um parceiro na construção de um futuro mais sustentável e próspero. À medida que o futuro se aproxima, Atibaia se revela como uma terra de oportunidades infinitas. Cada novo investimento, cada novo empreendimento, não é apenas uma conquista para a cidade é uma chance para você se conectar com um movimento maior, que está transformando sonhos em realidade. Agora é o momento de agir. Atibaia está chamando, e com ela, o futuro que você sempre Desejou, bora fazer parte dessa revolução? É hora de transformar sua ambição em sucesso, sua visão em impacto. Vamos juntos construir esse futuro vibrante e cheio de energia

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Comissão de Educação aprova projeto que proíbe celular em escolas.

Comissão de Educação aprova projeto que proíbe celular em escolas.

Celular em escolas – foto: Rovena Rosa/Agência Brasil Medida vale para instituições públicas e particulares Projeto de lei aprovado pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados proíbe o uso de telefone celular e de outros aparelhos eletrônicos portáteis por alunos da educação básica em escolas públicas e particulares, inclusive no recreio e nos intervalos entre as aulas. Para proteger a criança de até 10 anos de idade de possíveis abusos, o texto proíbe também o porte de celular por alunos da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental. O projeto autoriza o uso de celular em sala de aula para fins estritamente pedagógicos, em todos os anos da educação básica. Permite ainda o uso para fins de acessibilidade, inclusão e condições médicas. Projeto reformulado O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), ao Projeto de Lei 104/15 do deputado Alceu Moreira (MDB-RS), e a outras 13 proposições que tramitam em conjunto e tratam do mesmo assunto. Diego Garcia levou em consideração diversos estudos e contribuições para elaborar parecer. O relator considerou que o uso e o porte de aparelhos eletrônicos na escola para crianças de até 10 anos de idade podem ser adiados e substituídos por atividades físicas e de socialização, que serão essenciais nos anos seguintes. “Preocupam-nos estudos recentes sobre acesso a conteúdo impróprio como pornografia, drogas, violência, linguagem imprópria e apostas eletrônicas”, afirmou Garcia. Para ele, pais que acreditam que o porte de celular, nessa fase, é instrumento de segurança devem olhar também para os desafios e prejuízos que o uso de celulares nas escolas pode trazer. “Crianças nessa faixa etária não têm maturidade para discernir quando e como usar esses dispositivos de forma adequada.” Exceções Para Garcia, a partir dos 11 anos a capacidade de autorregulação dos alunos é maior e a maior demanda por interações digitais para as relações sociais e as atividades escolares torna inevitável o porte dos celulares na escola. “O uso fica autorizado, em sala de aula, para fins pedagógicos e didáticos, conforme orientação do docente e dos sistemas de ensino, para evitar as distrações”, destacou. Sobre a permissão de uso aos alunos com deficiência, mesmo na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, independentemente da atividade pedagógica, a ideia é garantir a acessibilidade cada vez mais frequente na forma de aplicativos. “Incluímos também os casos de condições de saúde, como a medição de glicemia por diabéticos. Esses usos são exceção”, esclareceu o relator. Sofrimento psíquico De acordo com o projeto, as redes de ensino e as escolas deverão abordar o tema do sofrimento psíquico e da saúde mental dos alunos da educação básica, apresentando a eles informações sobre riscos, sinais e prevenção do sofrimento, incluindo o decorrente do uso imoderado de celulares e do acesso a conteúdos impróprios. Também os professores deverão ser treinados para detectar sinais sugestivos de sofrimento psíquico e mental. As escolas, por sua vez, deverão oferecer espaços de escuta e de acolhimento para alunos ou funcionários em sofrimento psíquico e mental, principalmente decorrentes do uso imoderado de telas e nomofobia, que é a angústia provocada pela ausência do celular. Próximos passos O projeto será analisado agora, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Para virar lei, a proibição precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores. Fonte: Agência Brasil

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O alarmante crescimento dos erros médicos.

O alarmante crescimento dos erros médicos.

Natália Soriani A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou recentemente um relatório revelador sobre a ocorrência crescente de erros médicos globalmente, com maior incidência entre indivíduos de camadas sociais mais pobres. Esses dados reforçam uma preocupação mundial em relação à qualidade do atendimento médico, especialmente em países de baixo e médio rendimento. E o Anuário de Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), destacou um dado alarmante: cinco pessoas morrem a cada minuto no Brasil devido a erros médicos. O relatório da OMS também destaca que 40% dos pacientes em tratamento ambulatorial sofrem com erros médicos, enquanto esse índice cai para 10% no ambiente hospitalar. A situação é ainda mais crítica nos países de baixa e média renda, onde cerca de 2,6 milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência de tratamentos inadequados. Um erro médico, quando adequadamente identificado, pode ser caracterizado de três formas: como imprudência, consistindo na tomada de condutas de forma precipitada, sem que haja justificativa nos protocolos científicos existentes; como negligência, na qual o profissional não realiza certas medidas exigíveis para o caso em questão; ou como imperícia, que consiste na prática de determinada atividade médica sem capacitação necessária. No Brasil, o problema reflete-se também no aumento de demandas judiciais. Em 2021, foram registradas 500 mil ações relacionadas à saúde, e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contabilizou aproximadamente 35 mil processos por erro médico, uma média de 95,8 processos diários. A ampliação do acesso à justiça e a conscientização dos direitos dos pacientes impulsionam esses números, destacando a urgência de medidas que assegurem a qualidade no atendimento e na formação médica. Esses dados reforçam a necessidade de iniciativas para melhorar o preparo dos profissionais de saúde, além de investimentos em segurança assistencial para reduzir o número de incidentes e garantir um atendimento digno a toda a população. A judicialização de um erro médico é um processo que visa buscar reparação judicial para danos causados por falhas no atendimento de saúde. Esse procedimento exige uma análise criteriosa e a apresentação de provas que demonstrem a ocorrência de erro, a responsabilidade do profissional de saúde ou da instituição, e o dano causado ao paciente. Em caso de erro médico, o paciente deve solicitar à instituição de saúde uma cópia do prontuário médico, o documento que contém o histórico de atendimentos, procedimentos realizados e medicações administradas. Esse documento é essencial como prova. Além disso, deve reunir exames laboratoriais, relatórios de imagem, laudos médicos e receitas que possam comprovar o tratamento recebido. E podem ser importantes outros documentos, como, anotações, receitas médicas, correspondências e qualquer documento que relate o atendimento e os sintomas. Outro fator essencial para comprovar o erro é a perícia médica. A perícia médica analisa tecnicamente se houve erro, imprudência, negligência ou imperícia por parte do médico ou da instituição. Em geral, a perícia é solicitada pelo juiz durante o processo. No entanto, alguns advogados podem indicar a realização de uma perícia preliminar, realizada por um perito particular, para fortalecer o pedido judicial. A conscientização sobre os direitos dos pacientes e o avanço da judicialização são sinais de que a sociedade está atenta, exigindo um atendimento mais seguro e responsável. Essa pressão, espera-se, deve incentivar a implementação de práticas mais rigorosas e seguras, resguardando não apenas a vida dos pacientes, mas também a integridade do sistema de saúde. Natália Soriani Advogada e sócia do escritório Natália Soriani Advocacia

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As Vantagens do Ensino à Distância: Uma Nova Era na Educação.

As Vantagens do Ensino à Distância: Uma Nova Era na Educação.

Universidade Anhembi Morumbi, polo Atibaia. O ensino à distância, ou e-learning, tem se consolidado como uma das modalidades de ensino mais promissoras do século XXI. Com o avanço da tecnologia e a necessidade de adaptação às mudanças globais, essa forma de educação oferece inúmeras vantagens que merecem ser exploradas. Vamos analisar algumas dessas vantagens: 1. Flexibilidade Temporal e Espacial Uma das principais vantagens do ensino à distância é a flexibilidade. Estudantes podem acessar materiais de estudo e participar de aulas a qualquer hora e de qualquer lugar, desde que tenham uma conexão à internet. Isso é particularmente benéfico para aqueles que trabalham, têm família ou outras responsabilidades que não permitem uma presença física regular em uma instituição de ensino. 2. Acessibilidade O ensino à distância democratiza o acesso à educação. Pessoas em áreas remotas, com deficiências físicas ou financeiras limitadas, podem se beneficiar de cursos e programas de estudo que antes seriam inacessíveis. Além disso, a oferta de cursos online gratuitos (MOOCs) aumenta ainda mais essa acessibilidade. 3. Personalização do Ensino Plataformas de e-learning podem ser personalizadas para atender às necessidades individuais dos alunos. Com sistemas de aprendizado adaptativo, o conteúdo pode ser ajustado ao ritmo de aprendizado do estudante, oferecendo mais ou menos desafios conforme necessários, o que pode resultar em uma aprendizagem mais eficiente. 4. Diversidade de Recursos Educacionais A internet oferece uma vasta gama de recursos que vão além dos livros didáticos tradicionais. Vídeos, simulações, fóruns de discussão, e até mesmo realidade virtual e aumentada são ferramentas que enriquecem o ambiente de aprendizado, tornando-o mais dinâmico e interativo. 5. Economia de Recursos Para muitos alunos, o ensino à distância reduz custos com deslocamento, hospedagem, e materiais educacionais físicos. Para as instituições, a manutenção de infraestruturas físicas pode ser menor, possibilitando a redução de custos e, potencialmente, dos preços dos cursos. 6. Desenvolvimento de Habilidades Técnicas A utilização de tecnologias educacionais obrigatoriamente envolve o uso de computadores, software de gestão de aprendizado, e outras plataformas digitais. Isso ajuda os estudantes a se tornarem mais proficientes em tecnologia, uma habilidade essencial no mercado de trabalho moderno.   7. Comunidades Globais de Aprendizagem O ensino à distância permite a interação com colegas e professores de diferentes partes do mundo, promovendo uma troca cultural e acadêmica enriquecedora. Isso ajuda a desenvolver uma mentalidade global e um entendimento mais profundo de diferentes perspectivas culturais. 8. Redução do Impacto Ambiental Com menos necessidade de deslocamento e uso de materiais impressos, o ensino à distância também pode ser visto como uma alternativa mais sustentável, contribuindo para a redução da pegada de carbono.   O ensino à distância, com todas as suas vantagens, não apenas complementa, mas também pode transformar o sistema educacional tradicional. Ao oferecer flexibilidade, acessibilidade, personalização, e uma rica variedade de recursos, ele tem o potencial de educar uma geração mais adaptável, tecnologicamente versada e globalmente consciente. No entanto, é importante reconhecer que a eficácia dessa modalidade também depende da qualidade da implementação, da infraestrutura tecnológica disponível e do engajamento dos educadores e alunos. Com isso em mente, o futuro do ensino à distância parece promissor, prometendo moldar o futuro da educação de maneiras inovadoras e inclusivas.   A Universidade Anhembi Morumbi se destaca não apenas pelo seu ensino à distância, mas também por sua sólida reputação no ensino presencial. A universidade, fundada em 1970, é reconhecida como uma das mais prestigiosas no Brasil, especialmente em áreas como medicina, engenharia, negócios, comunicação, gastronomia, e design de moda. A universidade também se destaca por seu engajamento com a comunidade, através de iniciativas de extensão e pesquisa que abordam questões sociais e promovem a inovação.   O Polo Atibaia da Universidade Anhembi Morumbi representa um importante ponto de acesso ao ensino superior na cidade de Atibaia, São Paulo, Brasil, focado em Educação a Distância (EAD). Este polo destaca-se pela sua missão de promover a inclusão educacional através da modalidade digital.   Localizado na Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 610, no bairro Atibaia Jardim, o Polo Atibaia atende aos alunos com uma variedade de experiências de aprendizagem, dependendo da área de conhecimento. Essa abordagem flexibiliza a jornada dos estudantes, permitindo-lhes conciliar estudo com outras atividades, como trabalho ou cuidados familiares, refletindo a tendência global de adaptação ao ensino para um mercado de trabalho em constante evolução. Além de sua função educativa, o Polo Atibaia contribui para a democratização do acesso ao conhecimento, um compromisso que a Universidade Anhembi Morumbi, parte do ecossistema Ânima Educação, tem demonstrado através de suas diversas iniciativas. Este polo não apenas oferece uma porta de entrada para a educação superior, mas também prepara seus alunos para ingressarem no mercado de trabalho com uma base sólida em suas respectivas áreas de estudo.   Para aqueles interessados em saber mais sobre os cursos de graduação e pós-graduação oferecidos ou em realizar a matrícula, o contato direto com o polo pode ser feito pelo telefone (11) 4418-1262 ou WhatsApp (11) 9-4514-3470, demonstrando um claro empenho em facilitar o acesso à informação e ao ensino de qualidade. Este esforço reflete o compromisso da Anhembi Morumbi com a inovação no ensino, acessibilidade, e a preparação dos alunos para os desafios do mundo contemporâneo, onde a flexibilidade e a adaptação são chaves para o sucesso profissional.

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Tarcísio de Freitas sanciona lei que proíbe uso de celulares em escolas públicas e particulares de SP.

Tarcísio de Freitas sanciona lei que proíbe uso de celulares em escolas públicas e particulares de SP.

Tarcísio de Freitas sanciona lei que proíbe uso de celulares Projeto foi aprovado por unanimidade, em novembro, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e entra em vigor a partir do ano letivo de 2025 O governador Tarcísio de Freitas sancionou nesta quinta-feira (5) o projeto de lei (PL) que proíbe a utilização de aparelhos de celular por estudantes em escolas públicas e particulares do estado de São Paulo. O PL 293/2024 foi aprovado por unanimidade, por 42 deputados, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) durante sessão em novembro. As novas regras para o uso de dispositivos eletrônicos com acesso à internet em unidades escolares passam a valer a partir do ano letivo de 2025. Com a sanção, São Paulo é o primeiro estado brasileiro a adotar medidas de uso mais consciente de dispositivos eletrônicos no ambiente escolar com objetivo de melhorar o aprendizado e a convivência entre estudantes, professores e instituições. Para o secretário da Educação Renato Feder, o momento exige escuta e diálogo com a comunidade escolar e com a sociedade civil. “Vamos desenvolver um amplo trabalho de conscientização com objetivo de preparar nossos alunos para essa nova realidade, muito bem-vinda mas que exige adaptação”, afirma. O texto de autoria da deputada Marina Helou é substitutivo ao de 2007 e amplia os tipos de aparelhos vetados nas escolas. Além de celular, não será permitido o uso de tablets, relógios inteligentes e outros dispositivos similares. Outra novidade do PL é a determinação das escolas e secretarias de educação (estadual e municipais) de estabelecer protocolos para o armazenamento durante o período escolar. A utilização dos dispositivos será permitida para fins pedagógicos, no acesso a conteúdos digitais ou a ferramentas educacionais, e quando houver necessidade de auxílio tecnológico para alunos com deficiência. Os eletrônicos serão suspensos no intervalo entre as aulas, recreios e atividades extracurriculares. Para a comunicação dos estudantes durante esse período, a orientação é de que as escolas estabeleçam canais acessíveis entre pais e/ou responsáveis e a instituição de ensino. “A lei não significa a extinção da tecnologia da educação, sabemos que aliada a bons materiais didáticos e um corpo docente bem formado e informado, ela pode potencializar a aprendizagem, a partir do desenvolvimento de novas habilidades e ampliação do conhecimento”, conclui o secretário. Rede estadual de São Paulo Desde 2023, a Secretaria da Educação de São Paulo (Seduc-SP) mantém regras para o uso de celular em salas de aulas da rede estadual de ensino. Os aparelhos são permitidos exclusivamente para fins pedagógicos. Estão restritos ainda o acesso a aplicativos e plataformas sem fins educativos em salas de aula por meio da rede de internet cabeada e Wi-Fi nas escolas.

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Premiada nutricionista de Atibaia escreve capítulo no primeiro livro do Hospital do Coração (HCor).

Premiada nutricionista de Atibaia escreve capítulo no primeiro livro do Hospital do Coração (HCor).

Nutricionista de Atibaia Mariana Leite Hospital do Coração (HCor) Na última quinta-feira, 30 de janeiro, foi realizado o lançamento do primeiro livro multidisciplinar do Hospital do Coração (HCor), hospital referência em cardiologia da cidade de São Paulo. A obra, focada no cuidado integrado e nas abordagens terapêuticas realizadas dentro do ambiente hospitalar, contou com a contribuição de renomados profissionais da saúde, entre eles, a nutricionista Mariana Leite, que foi convidada a escrever um capítulo sobre Protocolo em Terapia Nutricional. Formada em Nutrição desde 2011, com especialização em terapia nutricional enteral e parenteral, além de pós-graduada em Nutrição Clínica, Mariana Leite é uma das principais referências na área. Ela atuou por mais de 12 anos na área de Terapia Nutricional Enteral e Parenteral (EMTN), recebendo, em 2019, o prêmio de “Melhor EMTN do País“, concedido pela Sociedade Brasileira de Terapia Nutricional Enteral e Parenteral. O capítulo escrito por Mariana aborda a importância dos protocolos dentro do ambiente hospitalar. Protocolos esses que são ferramentas essenciais para a coordenação e dinamização de uma equipe multiprofissional, garantindo as melhores condutas no tratamento de diversas situações clínicas que surgem no cotidiano das instituições de saúde. “Escrever um capítulo como coautora para o HCor, explicando sobre a profissão que tanto amo e na qual tenho o privilégio de atuar diariamente, foi uma oportunidade única e extremamente gratificante“, comenta Mariana Leite. O convite para integrar o time de autores veio de Ricardo Prete, enfermeiro exclusivo da EMTN do HCor e um dos idealizadores do livro que, lançado com grande sucesso, representa um marco na promoção do cuidado integrado e da troca de conhecimento entre diferentes especialidades, visando o aprimoramento contínuo das práticas no ambiente hospitalar. Em Atibaia, Mariana atende no hospital Albert Sabin e na Clínica Estética e SPA – Debs Med & Spa. Mariana expressa sua gratidão pela oportunidade, afirmando que foi uma honra contribuir para a realização desse importante projeto. Assessoria ML

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A jovem Júlia Oliveira está desaparecida desde o último domingo (01), em Atibaia.

A jovem Júlia Oliveira está desaparecida desde o último domingo (01), em Atibaia.

Amigos e familiares solicitam ajuda para localizar a jovem Júlia Oliveira, que está desaparecida desde o último domingo (01). O local onde ela foi vista pela última vez foi no Ponto da Esfiha, que fica na Avenida Dona Gertrudes, no bairro Alvinópolis. Júlia pegou um Uber e não voltou para casa. Para quem tiver qualquer informação sobre seu paradeiro, entre em contato pelo telefone (11) 9-6909-6489.

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DESAPARECIDO: Francisco Alexandre de 36 anos, trabalha em Atibaia, no Jardim Maracanã.

DESAPARECIDO: Francisco Alexandre de 36 anos, trabalha em Atibaia, no Jardim Maracanã.

DESAPARECIDO: Francisco Alexandre, ele tem 36 anos, estava a trabalho em Atibaia, no Jardim Maracanã, ele saiu na quinta-feira às quatro horas da tarde, ele foi visto na rodoviária de Atibaia pedindo informações para ir a Viracopos, em Campinas. Porém, está sem dinheiro e sem documento. Quem o ver e puder entrar em contato com Liliane, sobrinha dele (19) 9-ENCONTRADO Rua Dr Mathias José de Barros Ponikawar, 959, Jd. Campo Belo 1, próx. ao campo de futebol de Campinas, SP, próx. a Viracopos. ATUALIZAÇÃO: Encontrado neste domingo (24) no centro de Atibaia.

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