Maio Laranja: Combate ao abuso sexuainfantojuvenilil. O que as escolas devem abordar?

JORNAL ESTÂNCIA de ATIBAIA

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Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa
Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa

Por: Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa

Olá, leitores amigos Esperamos encontrá-los bem!

O mês de maio representa uma importante mobilização social em defesa da infância e da adolescência. A campanha Maio Laranja reforça a necessidade de combater ❌️e prevenir 🚫 o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes, promovendo informação, proteção e responsabilidade coletiva. 🗣️🧑‍🧒‍🧒

Mais do que lembrar uma data 🗓️️, este é um momento de reflexão sobre o papel da família, da sociedade e, principalmente, das escolas na construção de ambientes seguros⚠️🏫✔️

A escola ocupa um lugar fundamental na prevenção, pois é um dos espaços em que crianças e adolescentes passam grande parte do tempo, desenvolvem vínculos e expressam comportamentos, emoções e dificuldades.

Muitas vezes, sinais de sofrimento aparecem primeiro no ambiente escolar, tornando essencial que profissionais da educação estejam preparados para acolher, observar e agir de maneira ética e responsável.

Buscar orientação neuropsicopedagógica e psicológica também é o caminho!

Mas, afinal, 🤔💡 o que as escolas devem abordar durante o Maio Laranja?

1. Educação sobre o corpo e limites

As crianças precisam aprender, desde cedo, que seu corpo merece respeito. Ensinar sobre partes íntimas, consentimento, privacidade e limites corporais não estimula sexualização precoce; pelo contrário, fortalece a autoproteção. É importante que a linguagem seja adequada à faixa etária, clara e acolhedora.

2. Diferença entre carinho e violência

Muitas vítimas não reconhecem situações abusivas porque o abuso frequentemente acontece de forma manipuladora. A escola pode trabalhar, por meio de histórias, rodas de conversa e atividades lúdicas, a diferença entre demonstrações saudáveis de afeto e comportamentos invasivos, ameaçadores ou secretos.

3. Rede de confiança e pedido de ajuda.

As crianças precisam saber que podem falar e serão ouvidas. A escola deve incentivar a construção de uma rede de proteção, mostrando quem são os adultos de confiança e como pedir ajuda quando algo causar medo, desconforto ou tristeza.

4. Segurança no ambiente digital

O abuso também acontece no ambiente virtual. Conversar sobre exposição nas redes sociais, envio de fotos, conversas com desconhecidos e riscos online tornou-se indispensável. A prevenção precisa acompanhar a realidade digital das crianças e adolescentes.

5. Formação dos profissionais

Não basta apenas desenvolver atividades com os alunos. Professores e equipes escolares precisam de formação contínua para identificar sinais de violência, compreender protocolos de proteção e agir de forma responsável diante de suspeitas ou relatos.

6. Parceria com as famílias.

A prevenção é mais eficaz quando escola e família caminham juntas. Reuniões, palestras e materiais informativos ajudam a ampliar o diálogo e fortalecer a proteção da criança também dentro de casa.

Falar sobre 🔞❌️ abuso sexual infantil pode causar desconforto em muitos adultos, mas o silêncio nuncaprotege.e 🤐😔🤐

Informação, escuta e acolhimento são ferramentas fundamentais para prevenir violências e garantir que crianças e adolescentes cresçam em ambientes seguros e respeitosos. 🗣️❣️👂

O Maio Laranja🧡 nos lembra que proteger a infância não é uma responsabilidade de apenas um setor da sociedade. ⚠️ É um compromisso coletivo, diário e urgente. ⚠️

Se sua escola se preocupa e quer levar uma palestra sobre Educação Autoprotetiva, entre em contato conosco e agende seu horário: ✍️🗒️(11) 9-7345-5045

Levaremos aos alunos e professores uma palestra gratuita, interativa e significativa sobre o tema! ❌️🔞🚫

Esperamos por vocês na próxima semana! Boa leitura! Até lá! ✨️✨️

Fernanda Gabriela: Mestra em intervenção psicológica do desenvolvimento; neuropsicopedagoga; pós-graduada em gestão escolar, ABA, especialista em educação inclusiva; pós-graduanda em gestão em políticas públicas.   Professora universitária, conteudista e palestrante.  Coautora do livro A arte de educar.  Influencer educacional e consultora educacional.

Viviane Moi Kikugawaé neuropsicopedagoga, psicopedagoga, pedagoga, especialista em neurodesenvolvimento infantil e analista do comportamento em formação. Atua há 25 anos na área da Educação, sendo os últimos 8 anos com atuação no Japão; proprietária da Neuro Kids Japão/Brasil, localizada no Centro de Atibaia.

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