Doenças evitáveis ainda persistem onde falta esgotamento adequado

JORNAL ESTÂNCIA de ATIBAIA

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falta esgotamento adequado

Estrutura sanitária amplia proteção coletiva e fortalece condições de bem-estar das pessoas

Celebrado em 7 de abril, o Dia Mundial da Saúde chama atenção para a relevância de ações estruturais voltadas à prevenção de enfermidades e à melhoria das condições de vida. Entre elas, a implantação de redes de esgotamento sanitário ocupa posição central ao reduzir a exposição a contaminantes presentes na água e no ambiente urbano.

Dados do Instituto Trata Brasil, com base no DATASUS, indicam que o país registrou mais de 344 mil internações por doenças associadas à ausência ou inadequação desses serviços em 2024. Quadros como diarreia, hepatite A e outras infecções de transmissão hídrica evidenciam a relação direta entre infraestrutura precária e impactos na saúde pública.

“Com a melhora do tratamento do esgoto o ambiente da cidade fica mais limpo, o que minimiza a poluição de casas, ruas e até mesmo de rios, consequentemente, diminuindo a propagação de doenças de diversos tipos”, afirma Dionísio Manoel Doratiotto Silva, 22 anos, morador do bairro Jardim Alvinópolis.

No cenário local, informações da Ouvidoria do SUS apontam baixa ocorrência de enfermidades relacionadas à água em 2025, com dois registros de surtos de diarreia e sete casos de hepatite A, além da inexistência de episódios de febre tifoide ou cólera. O quadro demonstra avanço na cobertura, mas também reforça a importância de manter investimentos e ampliar a adesão às redes disponíveis.

A destinação adequada dos efluentes evita a contaminação de corpos hídricos, do solo e de áreas urbanas, o que limita a disseminação de agentes infecciosos e contribui para melhores indicadores sanitários. A expansão desses serviços também favorece a conservação ambiental e impulsiona o desenvolvimento sustentável.

“Quando o esgoto recebe o destino correto, a cidade reduz os riscos que muitas vezes não são visíveis no dia a dia, mas que impactam diretamente a saúde da população. Cada avanço na cobertura representa menos exposição a doenças e mais qualidade de vida para todos”, afirma Mateus Banaco, diretor-geral da Atibaia Saneamento.

Sobre a Atibaia Saneamento: A empresa atua, desde 2013, por meio de um contrato de Parceria Público-Privada com duração de 30 anos junto a Saneamento Ambiental de Atibaia (SAAE). A empresa é responsável pelo sistema de esgotamento sanitário da cidade, atendendo cerca de 110 mil pessoas. Com investimentos contínuos, atua com mais de 120 colaboradores para expansão do sistema de esgoto a partir da instalação de novas ligações, implantação de redes de coleta, substituição e remanejamento da rede existente, entre outros serviços, com o objetivo de universalizar o acesso da população à coleta e tratamento do efluente. Desde 2017, faz parte do Grupo Iguá.

Sobre a Iguá Saneamento: A Iguá Saneamento é uma das maiores empresas do setor de saneamento no Brasil, com operações em 121 municípios de seis estados: Alagoas, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe. A empresa presta serviços de saneamento básico que beneficiarão aproximadamente 6 milhões de pessoas nas áreas atendidas, por meio de concessões e parcerias público-privadas. A companhia é signatária do Pacto Global da ONU e atua nos Movimentos 2030, com foco na segurança hídrica, redução de emissões de CO₂ e aumento da diversidade na liderança. Saiba mais em www.igua.com.br.

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