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Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa

Férias Escolares de Julho: deixar na escola ou em espaços alternativos? Qual a melhor opção?

Por: Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa Olá queridos amigos leitores tudo bem com vocês?😉🥰Segundo semestre se aproximando e no começo dele temos o recesso escolar ⌛️🗓️ Com a chegada das férias escolares de Julho, muitas famílias se deparam com uma dúvida recorrente:🤔Manter a criança na escola, em colônias de férias e espaços recreativos, ou aproveitar esse período para uma pausa na rotina? Afinal, qual é a melhor escolha?🤗 A resposta é simples: não existe uma opção ideal para todas as crianças. A melhor decisão é aquela que considera as necessidades da criança, a realidade da família e, principalmente, a qualidade das experiências que serão oferecidas durante esse período🪀🛴🎨🎈 As férias representam muito mais do que um intervalo no calendário escolar. Elas cumprem uma importante função no desenvolvimento infantil. Assim como os adultos precisam descansar da rotina de trabalho, as crianças também se beneficiam de um tempo com menos exigências, menos regras e mais oportunidades para brincar espontaneamente, explorar interesses e fortalecer os vínculos familiares❣️👴🏻👵🏻👶🏼👧🏽🧑🏻🥰 Por outro lado, sabemos que nem todas as famílias conseguem reorganizar sua rotina de trabalho durante esse período. Para muitos pais e responsáveis, manter a criança em uma escola, colônia de férias ou espaço recreativo é uma necessidade✔️E isso não significa, necessariamente, um prejuízo ao desenvolvimento infantil.❌️ O ponto mais importante não é onde a criança estará, mas como esse ambiente está organizado. Um espaço de qualidade deve oferecer oportunidades de brincadeiras livres, atividades físicas, experiências criativas, interação social e momentos de descanso, evitando transformar as férias em uma extensão da rotina escolar ou em uma agenda excessivamente estruturada‼️ Também é importante lembrar que o excesso de atividades pode ser tão desgastante quanto a ausência delas😲. Crianças precisam de momentos de tédio, pois é justamente nesses períodos que a criatividade, a imaginação, a autonomia e a capacidade de resolver problemas costumam surgir de forma espontânea🎭👑⛑️ Independentemente da escolha, alguns cuidados fazem toda a diferença: reduzir o tempo de telas, estimular brincadeiras ao ar livre, incentivar a leitura, promover encontros com familiares e amigos e reservar momentos de convivência de qualidade. Muitas vezes, uma tarde preparando um bolo em família, um piquenique no parque ou uma simples brincadeira em casa produz memórias muito mais significativas do que uma agenda cheia de atividades🥰😍🥰 Mais do que perguntar se a criança deve ficar na escola ou frequentar um espaço alternativo, talvez a pergunta mais importante seja: essa experiência permitirá que ela descanse, brinque, descubra coisas novas e seja criança?🤔🤔🤔 Quando as férias respeitam o ritmo infantil e oferecem oportunidades de lazer, afeto e descobertas, qualquer ambiente pode contribuir positivamente para o desenvolvimento. Afinal, crescer também exige pausas, e brincar continua sendo uma das formas mais importantes de aprender. 🤩🔎💡 Se você pai, mãe quer saber mais sobre Desenvolvimento Infantil, tirar suas dúvidas estamos localizadas no Centro de Atibaia! Agende seu horário e venha bater um papo conosco! 📲1197345-5045 Fernanda Gabriela: Mestra em intervenção psicológica do desenvolvimento; neuropsicopedagoga; pós-graduada em gestão escolar, ABA, especialista em educação inclusiva; pós-graduanda em gestão em políticas públicas.   Professora universitária, conteudista e palestrante.  Coautora do livro A arte de educar.  Influencer educacional e consultora educacional. Viviane Moi Kikugawa: é neuropsicopedagoga, psicopedagoga, pedagoga, especialista em neurodesenvolvimento infantil e analista do comportamento em formação. Atua há 25 anos na área da Educação, sendo os últimos 8 anos com atuação no Japão; proprietária da Neuro Kids Japão/Brasil, localizada no Centro de Atibaia.

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Maio Laranja: Combate ao abuso sexuainfantojuvenilil. O que as escolas devem abordar?

Por: Fernanda Gabriela e Viviane Moi Kikugawa Olá, leitores amigos Esperamos encontrá-los bem! O mês de maio representa uma importante mobilização social em defesa da infância e da adolescência. A campanha Maio Laranja reforça a necessidade de combater ❌️e prevenir 🚫 o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes, promovendo informação, proteção e responsabilidade coletiva. 🗣️🧑‍🧒‍🧒 Mais do que lembrar uma data 🗓️️, este é um momento de reflexão sobre o papel da família, da sociedade e, principalmente, das escolas na construção de ambientes seguros⚠️🏫✔️ A escola ocupa um lugar fundamental na prevenção, pois é um dos espaços em que crianças e adolescentes passam grande parte do tempo, desenvolvem vínculos e expressam comportamentos, emoções e dificuldades. Muitas vezes, sinais de sofrimento aparecem primeiro no ambiente escolar, tornando essencial que profissionais da educação estejam preparados para acolher, observar e agir de maneira ética e responsável. Buscar orientação neuropsicopedagógica e psicológica também é o caminho! Mas, afinal, 🤔💡 o que as escolas devem abordar durante o Maio Laranja? 1. Educação sobre o corpo e limites As crianças precisam aprender, desde cedo, que seu corpo merece respeito. Ensinar sobre partes íntimas, consentimento, privacidade e limites corporais não estimula sexualização precoce; pelo contrário, fortalece a autoproteção. É importante que a linguagem seja adequada à faixa etária, clara e acolhedora. 2. Diferença entre carinho e violência Muitas vítimas não reconhecem situações abusivas porque o abuso frequentemente acontece de forma manipuladora. A escola pode trabalhar, por meio de histórias, rodas de conversa e atividades lúdicas, a diferença entre demonstrações saudáveis de afeto e comportamentos invasivos, ameaçadores ou secretos. 3. Rede de confiança e pedido de ajuda. As crianças precisam saber que podem falar e serão ouvidas. A escola deve incentivar a construção de uma rede de proteção, mostrando quem são os adultos de confiança e como pedir ajuda quando algo causar medo, desconforto ou tristeza. 4. Segurança no ambiente digital O abuso também acontece no ambiente virtual. Conversar sobre exposição nas redes sociais, envio de fotos, conversas com desconhecidos e riscos online tornou-se indispensável. A prevenção precisa acompanhar a realidade digital das crianças e adolescentes. 5. Formação dos profissionais Não basta apenas desenvolver atividades com os alunos. Professores e equipes escolares precisam de formação contínua para identificar sinais de violência, compreender protocolos de proteção e agir de forma responsável diante de suspeitas ou relatos. 6. Parceria com as famílias. A prevenção é mais eficaz quando escola e família caminham juntas. Reuniões, palestras e materiais informativos ajudam a ampliar o diálogo e fortalecer a proteção da criança também dentro de casa. Falar sobre 🔞❌️ abuso sexual infantil pode causar desconforto em muitos adultos, mas o silêncio nuncaprotege.e 🤐😔🤐 Informação, escuta e acolhimento são ferramentas fundamentais para prevenir violências e garantir que crianças e adolescentes cresçam em ambientes seguros e respeitosos. 🗣️❣️👂 O Maio Laranja🧡 nos lembra que proteger a infância não é uma responsabilidade de apenas um setor da sociedade. ⚠️ É um compromisso coletivo, diário e urgente. ⚠️ Se sua escola se preocupa e quer levar uma palestra sobre Educação Autoprotetiva, entre em contato conosco e agende seu horário: ✍️🗒️(11) 9-7345-5045 Levaremos aos alunos e professores uma palestra gratuita, interativa e significativa sobre o tema! ❌️🔞🚫 Esperamos por vocês na próxima semana! Boa leitura! Até lá! ✨️✨️ Fernanda Gabriela: Mestra em intervenção psicológica do desenvolvimento; neuropsicopedagoga; pós-graduada em gestão escolar, ABA, especialista em educação inclusiva; pós-graduanda em gestão em políticas públicas.   Professora universitária, conteudista e palestrante.  Coautora do livro A arte de educar.  Influencer educacional e consultora educacional. Viviane Moi Kikugawa: é neuropsicopedagoga, psicopedagoga, pedagoga, especialista em neurodesenvolvimento infantil e analista do comportamento em formação. Atua há 25 anos na área da Educação, sendo os últimos 8 anos com atuação no Japão; proprietária da Neuro Kids Japão/Brasil, localizada no Centro de Atibaia. LEIA TAMBÉM: Comemorar o Dia das Mães nas escolas: é bom ou ruim para o desenvolvimento emocional das crianças?

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