Sistema de esgotamento sanitário reduz alagamentos, protege a saúde e fortalece o desenvolvimento urbano

Rua alagada após chuva forte, esgoto retornando para dentro das casas e famílias convivendo com sujeira, mau cheiro e insegurança. Cenas como essas ainda fazem parte da realidade de muitas cidades e evidenciam que o esgotamento sanitário vai além de obras e tubulações. Ele afeta diretamente a saúde pública, a inclusão social e a forma como a população ocupa o espaço urbano.
Quando a rede falha, o acúmulo de esgoto provoca alagamentos, amplia riscos à saúde e compromete a rotina das famílias, sobretudo em áreas mais vulneráveis. Um sistema eficiente reduz a exposição a doenças, garante mais segurança e assegura condições básicas de dignidade dentro das residências.
“Eu acredito que a principal diferença é quando o esgoto não funciona direito e começam as enchentes. Minha avó morava perto do Recreio Estoril e, toda vez que chovia forte, a rua alagava por causa do esgoto entupido. Hoje, com o saneamento básico e o esgoto funcionando, a gente consegue cuidar da higiene dentro de casa e ter água limpa para beber, com mais segurança”, relata Paulo Gonçalves, 21 anos, morador do bairro Jardim Maristela.
Além de reduzir transtornos cotidianos, a evolução do esgotamento sanitário fortalece a economia local. Um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Saneamento aponta que projetos de Parcerias Público-Privadas previstos para 2026 podem direcionar R$ 20,3 bilhões em investimentos para mais de 470 municípios brasileiros, o que amplia a cobertura dos serviços e qualifica a infraestrutura urbana em todo o país.
Em Atibaia, os progressos são claros na prática. Desde o início da operação da Atibaia Saneamento, o índice de tratamento de esgoto saltou de cerca de 40% para 81%, estendendo benefícios a diversos bairros e refletindo um compromisso contínuo com a expansão da rede e a melhoria das condições sanitárias da população.
“O saneamento básico é um dos pilares do desenvolvimento urbano responsável. Ele protege a saúde da população, preserva o meio ambiente e cria condições para que a cidade cresça de forma mais organizada e inclusiva. Cada avanço no esgotamento sanitário reflete diretamente na qualidade de vida das pessoas e no futuro de Atibaia”, afirma Mateus Banaco, diretor-geral da Atibaia Saneamento.
Sobre a Atibaia Saneamento: A empresa atua, desde 2013, por meio de um contrato de Parceria Público-Privada com duração de 30 anos junto a Saneamento Ambiental de Atibaia (SAAE). A empresa é responsável pelo sistema de esgotamento sanitário da cidade, atendendo cerca de 110 mil pessoas. Com investimentos contínuos, atua com mais de 120 colaboradores para expansão do sistema de esgoto a partir da instalação de novas ligações, implantação de redes de coleta, substituição e remanejamento da rede existente, entre outros serviços, com o objetivo de universalizar o acesso da população à coleta e tratamento do efluente. Desde 2017, faz parte do Grupo Iguá.
Sobre a Iguá Saneamento: A Iguá Saneamento é uma das maiores empresas do setor de saneamento no Brasil, com operações em 121 municípios de seis estados: Alagoas, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe. A empresa presta serviços de saneamento básico que beneficiarão aproximadamente 6 milhões de pessoas nas áreas atendidas, por meio de concessões e parcerias público-privadas. A companhia é signatária do Pacto Global da ONU e atua nos Movimentos 2030, com foco na segurança hídrica, redução de emissões de CO₂ e aumento da diversidade na liderança.). Saiba mais em www.igua.com.br.
Por: Thais R Croitor












